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Escolha de Nicolau para presidente e Gonzaga 1ª secretário é marcada por rebelião no MDB

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Após reuniões, brigas e trocas de acusações, finalmente foi oficializada a composição da nova mesa diretora da Assembleia Legislativa do Acre para o biênio 2019-2021. Com a sessão solene de posse suspensa, os deputados seguiram o protocolo e numa espécie de grande “teatro armado”, 22 votaram pela escolha da chapa composta pelo deputado Nicolau Junior (Progressistas), cunhado do governador Gladson Cameli. como presidente da Casa.

Com a escolha de Nicolau, o tucano Luiz Gonzaga (PSDB) foi oficializado primeiro-secretário da Aleac, o segundo cargo mais importante da casa. A mesa diretora será composta também pelo deputado Jenilson Leite (PCdoB) como vice-presidente, Antônia Sales (MDB) – Segunda Secretária – Segundo-vice presidente Antonio Pedro (DEM), Terceiro-Secretário Jonas Limas, Terceiro-Vice Presidente Maria Antônia e o Quarto-Secretário Whendy Lima (PSL) e Quinto secretário Chico Viga.

O clima tenso da votação ficou por conta dos deputados Roberto Duarte e Meire Serafim, ambos do MDB, que insatisfeitos com os rumos das articulações e principalmente com a perca da 1ª secretaria da casa para o PSDB de Gonzaga, declaram seus votos nulos. A votação de Meire foi acompanhada de perto pelo seu marido, o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, que se declarou recentemente ser oposição ao governo Gladson. Do MDB, apenas Antônia Sales, esposa do secretário de articulação, Vagner Sales, fechou questão com a escolha da dupla Nicolau-Gonzaga.

Antes da votação iniciar, o governador Gladson Cameli deixou a Aleac acompanhado do filho guilherme e da esposa, Ana Paula Cameli.

Acre 01

Alemanha vence a Costa Rica em jogo maluco, mas está eliminada da Copa do Mundo

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quinta-feira (1º de dezembro), os alemães venceram a Costa Rica por 4 a 2, mas não avançaram às oitavas porque a Espanha perdeu para o Japão no outro jogo do Grupo E.

Com o resultado, a seleção germânica se despediu na fase de grupos do Mundial pela segunda edição seguida. O Japão ficou na primeira colocação da chave, com seis pontos, seguido pela Espanha, com quatro, mesma pontuação da Alemanha, porém com saldo de gols maior. A Costa Rica ficou na lanterna da chave, com três.

O jogo

A Alemanha chegou à última rodada da fase de grupos vivendo uma situação complicada. O esquadrão comandado pelo técnico Hansi Flick não dependia apenas de si para avançar às oitavas de final da Copa do Mundo. Era preciso, além de uma vitória sobre a Costa Rica, que a Espanha vencesse o Japão, seu algoz na primeira rodada.

Sem mais alternativas, a Alemanha foi a campo fazer sua parte e precisou de apenas dez minutos para abrir o placar. Raum cruzou pela esquerda para Gnabry balançar a rede: 1 a 0.

Os alemães seguiram dominando as ações do jogo, enquanto a Costa Rica se defendia e buscava o contra-ataque. Apesar da diferença enorme de volume de jogo entre as duas seleções, quem chegou mais perto de balançar a rede foram os costarriquenhos. Aos 42, Sule e Rudiger falharam em sequência, e Fuller saiu na cara de Neuer, que salvou a Alemanha do empate.

Se o primeiro tempo reservou poucas emoções, a segunda etapa foi eletrizante do início ao fim. Isso porque a Costa Rica deixou tudo igual logo aos 12 minutos, e o Japão virou sobre a Espanha. Ou seja, naquele cenário, se a seleção costarriquenha tomasse a dianteira do marcador, avançaria às oitavas.

A Alemanha, por sua vez, queria evitar uma nova zebra e passou a se expor ainda mais. O meia-atacante Musiala mandou duas bolas na trave, aos 15 e aos 21. Mas o princípio de retomada da seleção alemã foi freado por Vargas, que colocou a Costa Rica na frente do placar, aos 24.

O “salvador” da Alemanha na partida foi Havertz, que saiu do banco de reservas e marcou duas vezes para pôr fim ao vexame de uma nova derrota diante de uma adversário indiscutivelmente inferior. Aos 43, Fullkrug ampliou. Mas a Espanha perdeu para o Japão, e os alemães ficaram na terceira colocação do Grupo E.

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Acre 01

Japão vira sobre Espanha, avança em primeiro do grupo e pode ficar no caminho do Brasil

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O Japão venceu a Espanha por 2 a 1 de virada nesta quinta-feira (1°), no estádio Internacional Khalifa, pela última rodada do Grupo E da Copa do Mundo. A derrota custou aos espanhóis a primeira posição da chave, que ficou com o Japão, e teria eliminado-os caso a Costa Rica vencesse a Alemanha, o que não aconteceu.

Nas oitavas de final, o Japão enfrentará a Croácia, segunda colocada do Grupo F, na próxima segunda-feira (5), no estádio Al Janoub, às 12h (de Brasília). Já a Espanha enfrenta o Marrocos, primeiro colocado do Grupo F, na terça-feira (6), no estádio Cidade da Educação, também às 12h (de Brasília).

O caminho da chave que estão Croácia e Japão pode ser o mesmo do Brasil, caso a Canarinho confirme a primeira colocação do Grupo G na sexta-feira (2), diante de Camarões. Nesse cenário, o vencedor desta partida enfrenta o Brasil ou o segundo colocado do Grupo H nas quartas.

A configuração do Grupo E mudou diversas vezes de acordo com os placares das duas partidas simultâneas. Em um certo momento, o Japão estava passando em primeiro e a Costa Rica em segundo. Os costarriquenhos chegaram a ter a vitória parcial, mas a Alemanha venceu o jogo por 4 a 2.

Ao final das partidas, Japão ficou com seis pontos, Espanha quatro, com saldo de gols maior, Alemanha quatro e Costa Rica três, nessa ordem de classificação. Pela segunda vez seguida, a Alemanha é eliminada da Copa do Mundo ainda na fase de grupos.

O jogo

A partida começou como se esperava: a Espanha trabalhando mais a bola, e o Japão apostando em descidas rápidas. A estratégia espanhola deu certo logo de início e a equipe chegou ao primeiro gol aos 10 minutos. Morata, que começou no banco diante da Alemanha, entrou e marcou, foi titular desta vez e cabeceou a bola para as redes depois de bom cruzamento de Azpilicueta.

Mesmo com o gol espanhol, o cenário seguiu o mesmo, com a Espanha tocando a bola entre os zagueiros, na linha do meio campo, procurando brechas na zaga japonesa. Com essa dinâmica entre os times, o jogo ficou morno. A Espanha tentou se aproximar do gol em bolas cruzadas e chutes de longe, enquanto o Japão encaixou alguns contra-ataques, mas nenhum com grande perigo.

O Japão voltou com disposição completamente diferente para a segunda etapa, já que precisava pontuar para ter chances de classificação. Logo aos dois minutos, depois de pressionar a saída de jogo espanhola, o atacante japonês Doan, que entrou no intervalo, arriscou de fora da área, de esquerda e forte, e o goleiro Simón aceitou.

Assim como na estreia diante da Alemanha, o Japão conseguiu virar o jogo rapidamente. Aos cinco, os japoneses encaixaram um rápido contra-ataque e cruzaram na área. Depois de a bola passar sobre a linha de fundo, Mitoma cruzou novamente, e Tanaka empurrou para as redes. Inicialmente, o árbitro deu a saída da bola, mas o VAR validou o gol. 2 a 1 para o Japão em menos de seis minutos.

A tarefa japonesa estava feita, e a equipe voltou a marcar em seu campo de defesa, com a Espanha tocando a bola entre os zagueiros. Com a derrota espanhola, bastava uma vitória da Costa Rica sobre a Alemanha para a Roja ficar fora das oitavas de final da Copa, além de decretar a possibilidade apenas da segunda colocação.

Sabendo disso, o técnico Luis Enrique prontamente mudou o time e colocou Carvajal, Asensio e Ferrán Torres. As mexidas forçaram o comandante japonês, Hajime Moriyasu, fechou a casa totalmente e tirou o um atacante para reforçar o sistema defensivo.

A partir dos 35 minutos, a Espanha tocou a bola na intermediária japonesa, que compactou seus 11 jogadores em menos de 30 metros. Depois de muito rondar a área japonesa, a Espanha terminou o jogo sem conseguir empatar – o que a faria garantir o primeiro lugar do grupo e daria o segundo lugar à Alemanha.

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Acre registra duas mortes e 248 novos casos de Covid-19 em menos de 24 horas

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Nesta quinta-feira, 1, o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou duas mortes e 248 novos casos de coronavírus.

Entre os óbitos, está um adolescente de 15 anos que morreu após sofrer paradas cardíacas, na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) do Segundo Distrito, em Rio Branco. A outra vítima é um idoso de 96 anos, que deu entrada no Hospital Raimundo Chaar, em Brasiléia, no dia 29 de novembro.

Em nota divulgada pelo G1, o menino, vítima de Covid-19, deu entrada na unidade às 22h04 de terça-feira (29) e morreu às 10h do dia seguinte. Ele tinha comorbidades como hidrocefalia e cardiopatia congênita.

Além dos óbitos, 30 exames de RT-PCR estão em análise. 150.393 pessoas já receberam alta médica da doença e o número de internações não foi divulgado.

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Após reação negativa, Bolsonaro volta atrás em corte de verba das universidades federais

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O governo de Jair Bolsonaro (PL) recuou dos bloqueios de verba às universidades federais que haviam sido feitos na última segunda-feira, 28. As instituições passaram a ter os recursos disponíveis em seus sistemas às 11h desta quinta-feira, 1.

A informação é do jornal Estadão, que apurou que os reitores, no entanto, temem que o dinheiro possa ser bloqueado novamente e correm para empenhá-lo. Ainda não há informações sobre a razão para o desbloqueio.

A medida havia travado cerca de R$ 1,4 bilhão na área da Educação, sendo R$ 344 milhões de universidades. Segundo o Estadão apurou, os reitores, no entanto, temem que o dinheiro possa ser bloqueado novamente e correm para empenhá-lo. Ainda não há informações sobre a razão para o desbloqueio.

No Acre, a Universidade Federal do Acre (Ufac) teve um bloqueio de mais de R$ 5 milhões no orçamento com o novo bloqueio de verbas do Ministério da Educação (MEC). Já o Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac) teve R$ 1.939.452,91 bloqueados em relação a repasses realizados pelo governo federal.

A associação que reúne reitores das federais (Andifes) afirmou que “seguirá atenta aos riscos de novos cortes e bloqueios e manterá o diálogo com todos os atores necessários, no Congresso Nacional, governo, sociedade civil e com a equipe de transição do governo eleito para a construção de orçamento e políticas necessárias para a manutenção e o justo financiamento do ensino superior público.”

Na semana passada, a Andifes havia afirmado que o corte inviabilizava “as finanças de todas as instituições” e reclamado do bloqueio de dinheiro durante o jogo da seleção brasileira contra Suíça pela Copa do Mundo. A associação afirma que ainda aguarda o desbloqueio de R$ 438 milhões do orçamento das universidades feito em junho pelo governo Bolsonaro. E que esses recursos são “fundamentais para fechar o ano”.

Muitas universidades têm atrasado contas de luz e dizem que não tem como manter os serviços, bolsas e até pagamentos de salários com os cortes sucessivos promovidos pelo governo atual.

Na terça-feira, 29, o MEC havia informado, em nota, que havia recebido a notificação do Ministério da Economia a respeito dos bloqueios orçamentários realizados. “É importante destacar que o MEC mantém a comunicação aberta com todos e mantém as tratativas junto ao Ministério da Economia e à Casa Civil para avaliar alternativas e buscar soluções para enfrentar a situação”, apontou a pasta.

Já o Ministério da Economia, no mesmo dia, afirmou que foi indicada no relatório de receitas e despesas do quinto bimestre uma “necessidade de bloqueio de R$ 5,67 bilhões para cumprimento do teto de gastos, em virtude do aumento da projeção de despesas obrigatórias”.

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