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Consulta de vagas para Sisu 2019 já pode ser feita

Essa foi a edição com o maior número de vagas ofertada

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Criado em 2004, o Programa Universidade Para Todos (Prouni) é uma das principais portas de entrada para instituições particulares de educação superior do país. Só nesta edição, serão ofertadas mais de 234 mil bolsas – 116.813 integrais e 127.075 parciais – distribuídas em mais de 1.239 mil instituições. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), esta é a maior oferta de vagas da história do programa.

Os estudantes que desejam concorrem a uma das vagas ofertadas pelo programa, que podem ser integrais (100%) ou parciais (50%), já podem consultar as bolsas disponíveis e as instituições participantes. A consulta pode ser feita no site do Prouni e a pesquisa realizada por meio de três filtros: nome do curso, instituição de ensino ou por município.

Para se inscrever no processo seletivo o estudante não pode ter diploma de curso superior e precisa ter participado do Enem 2018, tendo obtido no mínimo 450 pontos na média das notas do Exame e nota superior a zero na redação. As exigências também mudam dependo da bolsa. No caso das bolsas integrais, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Já para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Além disso, é necessário ter cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede particular, na condição de bolsista integral da própria escola; ser pessoa com deficiência; ou ser professor da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrante de quadro de pessoal permanente de instituição pública e concorrer a bolsas exclusivamente nos cursos de licenciatura. Neste último caso, não é necessário comprovar renda.

 Agência Educa Mais Brasil

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Destaque 3

Acre teve aumento de casos e redução de mortes por Covid-19, segundo Ministério da Saúde

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Dados do novo Boletim Epidemiológico sobre a Covid-19, publicado nesta sexta-feira (22/1), apontam tendência de estabilização com acréscimo de 5% no número de novos casos e queda de 3% no registro de óbitos pela doença.

Os registros de casos e de óbitos pela Covid-19 apresentaram estabilização entre a primeira e a segunda Semana Epidemiológica de 2021.

A Semana Epidemiológica (SE) 2 (10 a 16/1) encerrou com 379.061 novos casos registrados, enquanto na SE 1 (3 a 9/1) foram registrados 359.593 casos. Em relação aos óbitos, a SE 2 encerrou com 6.665 novos registros e a SE1, com 6.906 óbitos.

O número de recuperados da Covid-19 no Brasil vem crescendo a cada semana, atingindo mais de 87% do total de casos já confirmados. Ao final da SE 2 de 2021, o Brasil apresentava uma estimativa de 7.388.784 casos recuperados e 856.979 casos em acompanhamento.

Entre os dias 10/01 e 16/01, o número de novos casos da doença foi de 161.637 no Sudeste, 66.724 no Nordeste, 77.454 no Sul, 32.740 no Centro-Oeste e 40.506 no Norte. O número de óbitos novos foi 3.586 no Sudeste, 865 no Nordeste, 425 no Centro-Oeste, 1.050 no Sul e 739 no Norte.

O Boletim destaca ainda a redução, estabilização e incremento do registro de casos e óbitos novos de Covid-19 no Brasil, por estado, nesse período. Comparando a SE 2 com a semana anterior, 4 estados brasileiros apresentaram redução no registro de casos: Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe e Mato Grosso do Sul.

O aumento ocorreu em 17 estados e no Distrito Federal: São Paulo, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Amapá, Ceará, Piauí, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Tocantins, Goiás, Roraima, Bahia, Amazonas, Maranhão, Rondônia e Acre.

A estabilização ocorreu em 5 estados do país: Santa Catarina, Paraíba, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Alagoas.

Em relação aos óbitos, 8 estados e o DF apresentaram redução, enquanto 12 estados registraram aumento e 6 apresentaram estabilização. A redução no número de óbitos foi verificada no Paraná, Acre, Amapá, Ceará, Goiás, Distrito Federal, Paraíba, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

A estabilização foi observada no Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Bahia.

Por fim, o aumento foi constatado no Piauí, São Paulo, Maranhão, Rondônia, Pernambuco, Alagoas, Pará, Sergipe, Amazonas, Minas Gerais, Tocantins e Roraima.

Nesta sexta-feira, 22, o Acre registrou 258 novos casos de infecção por coronavírus nesta sexta-feira, 22, sendo 72 casos confirmados por exame de RT-PCR e 186 por testes rápidos. O número de infectados subiu de 45.729 para 45.987 nas últimas 24 horas.

Mais 2 óbitos foram notificados sendo todos do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 846 em todo o estado.

Os dados da vacinação nos municípios ainda não estão disponíveis e serão atualizados de acordo com a plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitos a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

Com informações da Agência Saúde e da Agência de Notícias do Acre.

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Cotidiano

Prefeitura de Rio Branco começa remoção de árvore em escola do Bosque

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A Prefeitura de Rio Branco começou nesta sexta-feira (22), a remoção de uma árvore na Escola Dom Giocondo, no Bosque.

Segundo a Prefeitura, há muito tempo foi solicitado que a árvore fosse retirada porque vinha prejudicando a estrutura da escola, fazendo com que muro e parede fiquem rachados.

“O muro foi pintado. Essa semana a secretária municipal de Educação, Nabiha Bestene, soube da situação e atendeu a solicitação da escola. A secretaria municipal de Meio Ambiente, prontamente atendeu a solicitação”, informa a PMRB.

Uma foi da Secretaria de Meio Ambiente foi enviada para o serviço. Como a árvore é grande, a remoção deverá durar alguns dias.

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Cotidiano

Jovem é ferido com um tiro nas nádegas enquanto caminhava em rua do Belo Jardim I

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Alisson Aragão de Almeida, de 18 anos, foi ferido com um tiro na noite desta sexta-feira, 22, em frente ao mercado 2 Irmãos, no Ramal da Judia, bairro Belo Jardim I região do Segundo Distrito de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Alisson estava caminhando na rua, quando um homem não identificado se aproximou em uma motocicleta modelo XRE, de cor preta, e efetuou vários tiros na direção da vítima, que foi atingido com um tiro nas nádegas que transfixou o corpo na região do abdômen.

Populares que passavam pelo local colocaram o ferido em um veículo e acionaram a ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que interceptou o carro. Os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e encaminharam a vítima ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde grave. Segundo a Médica do SAMU, o tiro deixou as víscera de Alisson exposta.

A Polícia Militar esteve no local, e após colher as características do autor do crime, fez patrulhamento na região em busca de prendê-lo, mas o criminoso não foi encontrado.

O caso segue sob investigação dos Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia acredita que o crime foi motivado pela guerra entre facções, por disputa de território e o domínio de tráfico de drogas.

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Acre 01

Empresário Marcello Moura diz que “toque de recolher” é uma medida necessária

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Presidente da Acisa diz que momento é de cautela para evitar prejuízos ao comércio e o colapso do sistema de Saúde

O presidente da Associação Comercial (Acisa), Marcello Moura considera necessária a medida anunciada pelo governador Gladson Cameli, na manhã desta sexta-feira, 22, sobre o início do “toque de recolher” das 22h às 6h.

Para Marcello Moura, com o avanço dos casos e das mortes, é preciso que medidas sejam tomadas, para evitar o colapso do sistema de Saúde.

“É uma medida que, no primeiro momento, parece ser ruim para alguns setores do comércio, mas quando levamos em consideração o aumentos dos casos de Covid-19, percebemos que o momento é de medidas que possam contribuir para diminuir o contágio. Nós acreditamos que, todos unidos, logo estaremos retornando à normalidade”, afirmou.

Afirmando que o momento é de união de todas as entidades e o Poder Público, para evitar um colapso do Sistema de Saúde, Marcello Moura lembra que é preciso agir agora, para evitar mais prejuízos ao comércio.

“Já temos o início da vacinação. Mas tudo está apenas começando. Precisamos nos unir e buscar alternativas para evitar prejuízos aos comerciantes e a nossa economia. Com a colaboração de todos, tenho certeza que em breve estaremos com nosso comércio funcionando dentro da normalidade”, disse.

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