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Acre tem 13 psicólogos, 5 professores de tiro e 2 armeiros

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Há 13 psicólogos, dois armeiros e 5 instrutores de tiro autorizados pela Polícia Federal a preparar o cidadão para possuir uma arma no Acre, que está entre os Estados onde ter armamento mais cresceu no País nos últimos anos quando se leva em conta a população de cada Unidade da Federação.

Esse fenômeno deve ser potencializado pelo principal item do decreto do presidente Jair Bolsonaro, que leva em conta a taxa de homicídio por 100 mil habitantes. O Acre é o 2º no ranking de enquadramento à lei Bolsonaro, perdendo apenas para o Rio de Janeiro.

Um levantamento realizado pelo jornal O Globo aponta que o gasto pode variar entre R$ 4 mil e R$ 10 mil, considerando três capitais brasileiras. O valor é bem mais do que a renda média da população, estimada atualmente em R$ 754.

Etapas – passo a passo para obter uma arma

1. Pedido na Polícia Federal

Em primeiro lugar, é preciso obter uma autorização da PF para possuir uma arma. Para isso, o cidadão deverá apresentar seus antecedentes criminais

2. Avaliação psicológica

Somente um profissional credenciado pela PF poderá emitir um laudo atestando a capacidade psicológica do cidadão. O documento tem validade de um ano

3. Capacidade técnica

Caso possua capacidade de manusear armas, o cidadão deve realizar um teste, feito por um instrutor credenciado. Caso não possua, deverá realizar um curso básico de tiro. Esse atestado também tem validade de um ano

4. Compra

Ao adquirir o item, o comprador deve levar a nota fiscal à PF para registrar a arma. Esse documento tem validade de cinco anos. Depois disso, o cidadão deve voltar à loja para retirar a arma. Ele receberá uma autorização para o transporte até o local onde ficará.

5. Tempo

O processo todo leva entre três e quatro meses.

Acre

Petecão cobra celeridade em processos licitatórios do governo

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O coordenador da bancada federal do Acre, senador Sérgio Petecão (PSD), anunciou que, desde o início do mês, o valor de R$ 7.059.663,00 já está disponível nas contas do governo do Acre para o aparelhamento das forças de Segurança Pública do Estado. A verba faz parte de emenda da bancada federal, no valor de R$ 20 milhões, destinada à aquisição de veículos, viaturas, aparelhos de informática, armamento e munições. Desta vez, o montante será investido na compra de 25 caminhonetes para reforçar o policiamento e na aquisição de 45 notebooks.

De acordo com Petecão, o investimento em veículos e equipamentos de informática aumentarão a eficiência das forças policiais no combate à criminalidade no Acre “Nossas forças policiais precisam de reconhecimento e estar bem equipadas, não podemos deixar a criminalidade tomar conta mais ainda de nossas cidades. O Acre era um local onde todos gostávamos de morar, podíamos dormir de janela aberta. Hoje em dia já é impossível”, afirmou o parlamentar.

Para Petecão, o governo deveria deixar claro um plano de como serão distribuídos os veículos. “O governo deveria mostrar um plano para ficar claro como serão divididos esses veículos. O que não pode é o governo fazer uso político da mesma forma que fez com os maquinários viabilizados pela bancada, que foram retirados dos municípios, como foi em Acrelândia e Epitaciolândia”, ressaltou.

Ainda há mais recursos, afirma o coordenador

Petecão voltou a fazer duras cobranças ao governo estadual pela demora nos processos de licitação. De acordo com o parlamentar, ainda há riscos de perder recursos para a segurança pública. “Ainda há muito dinheiro da emenda de bancada que podem ser perdidos, caso não corram com o processo licitatório, são mais de R$ 7 milhões que ainda estão nessa situação. O prazo está esgotando, a bancada está aqui para ajudar no que for possível, mas precisamos de competência e celeridade nos processos licitatórios”, explicou.

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Acre

Taxistas da capital criam “Mini Terminal” para uso compartilhado

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Desde a chegada da concorrência dos aplicativos de carros e motos no mercado que os taxistas têm tido dificuldade no mercado de transporte de passageiros. Outros problemas enfrentados pelos profissionais são a concorrência dos motoristas irregulares, chamados de pirangueiros, e a alta no preço dos combustíveis. Jorge de Oliveira trabalha na “praça” há 17 anos. “Hoje estamos passando por uma das piores fases. Tem muita gente que não é regularizada e não há fiscalização. Outro problema é a alta do combustível que diminui muito nosso lucro”, diz.

Uma alternativa encontrada pelos taxistas é o táxi compartilhado. A categoria criou um mini “terminal”, localizado em uma praça na Avenida Ceará, próximo ao estádio José de Melo, no centro de Rio Branco. Lá se tornou ponto de encontro de quem usa o serviço. “Já são três anos que estamos prestando esse serviço e a população abraçou porque andar em um táxi compartilhado é mais rápido, mais seguro e com menos pessoas e o cliente tem a comodidade de chamar o veículo na porta da sua casa”, afirma Teonízio Machado, presidente do Sindicato dos Taxistas.

O táxi compartilhado funciona com 120 motoristas, divididos em 16 linhas na capital acreana. As pessoas se conectam com os motoristas por meio do WhatsApp e cada viagem custa R$ 6 reais por passageiro.

A movimentação no “terminal” já permitiu a geração de um outro negócio. Além de usuária do táxi compartilhado, Francisca Lima, aproveitou para montar um pequeno lanche no local de onde tem levado sustento para casa há 5 meses. “Eu uso o táxi e aqui se tornou uma porta que se abriu. Meu esposo também é taxista e eu aproveitei para ajudar na renda de casa”, diz.

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Acre

Duarte diz que não vê reação do governo sobre mortes de crianças

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O deputado Roberto Duarte (Republicanos) disse nesta terça-feira (28) que é de suma importância que as pessoas estejam na Aleac para acompanhar os trabalhos dos deputados. Ele apresentou um depoimento de uma moradora afirmando não compreender que a UPA da Sobral até hoje não tenha um pediatra.

“Quando a família precisa, tem de ir para outra unidade. A moradora levou de madrugada o filho à UPA da Sobral, mas o médico não fez procedimento de urgência e liberou a criança”, relatou o deputado.

Para Duarte, é necessário ações urgentes para mudar esse quadro. Ele vê movimentação do Ministério Público e Governo Federal quanto às síndromes respiratórias, mas ainda não viu nada de parte do governo do Estado. “Até agora não há indício de um responsável por isso”, disse, pedindo respostas do Estado.

“Está na hora do Legislativo colocar a mão na consciência, assim como o Executivo. O que não pode é essas mães que sofrem com a perda dos filhos ficarem sem resposta”, completou, afirmando que não entrará em debate com “capachos do governo”.

Ele disse que atuará para que a Aleac investigue o que está acontecendo na saúde pública do Acre.

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Acre

“Os desencontros entre Gladson e Bittar são constantes”, diz Edvaldo

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) fez nesta terça-feira (28), durante sessão da Assembleia Legislativa, uma análise do panorama político do Acre atualmente.

“Fazia muitos anos que eu não via uma situação tão conflituosa em um ambiente de governo como estamos todos assistindo agora. Nunca vi tanta insegurança, disputa e rasteira. Peguemos o fato de que o partido do governador está acéfalo no Acre, não tem direção”, afirmou.

“Não há nem como enviar convite ao PP, pois não se sabe quem é o representante”, alfinetou o deputado de oposição.

“Os desencontros entre o governador Gladson Cameli e o senador Márcio Bittar são constantes e até a dona Linda (mãe de Gladson) tem de se manifestar, algo bastante representativo da instabilidade. Esses ambientes são onde a governança cai por terra. As pessoas sofrem”, completou.

O deputado comunista alertou para o calendário que se avizinha, com novas regras devido à legislação.

Edvaldo destacou ainda reunião prevista para esta terça-feira entre a Federação Brasil da Esperança com o PSB. “Precisamos urgentemente de juntar os ´parecidos´e procurar o divergente”, disse, ressaltando a figura de Jenilson Leite em paciência e amplitude na construção de uma frente competitiva e de grandes possibilidades para juntar o campo progressistas e embalar as esperanças dos militantes.

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