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Governador convive com apagão digital, trapalhadas em nomeações e alguns acertos

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Na primeira semana de Gladson Cameli no governo o que se mais falou foi em despetização da máquina pública. Aliados, militantes antipetistas deflagraram um movimento contra a nomeação e a manutenção de pessoas ligadas ao PT nas instâncias do Governo do Estado. “A oposição, que agora é situação, não tinha equipe pronta para iniciar o governo. A presença de pessoas ligadas à Frente Popular continuará fazendo sombra na gestão de Gladson por algum tempo”, disse um analista que preferiu não se identificar. Segundo ele, Gladson de ter sido aconselhado a não descontinuar o governo até que se tenha a situação melhor controlada.

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Gladson assumiu em uma cerimônia marcada pela emoção, convite ao diálogo e à união pelo Acre próspero e a representação forte de sua terra natal, Cruzeiro do Sul. E marcada também pela ausência do antecessor, Sebastião Viana, e da prefeita da maior cidade do Acre, Socorro Neri. No entanto, estava lá o presidente da Assembleia Legislativa do Acre, Ney Amorim, do PT, dando-lhe posse.

A semana foi marcada pelo misterioso roubo de equipamentos do data center do Estado, algo inusitado. Chegaram a falar em sabotagem de pessoas ligadas ao governo anterior e a polícia abriu investigação. O Estado quase parou por conta desse incidente: a Agência de Noticias do Acre, os serviços da Secretaria de Administração -incluindo a OCA foram parcial ou totalmente atingidos. A Maternidade Bárbara Heliodora ficou sem emitir certidão de nascimento e o Diário Oficial só voltou ao ar na tarde da sexta-feira, 4.

Os primeiros dias da gestão Gladson Cameli foram marcados pelo cumprimento de promessas de campanha: rápida intervenção na saúde como, por exemplo, a reabertura do Pronto Socorro de Rio Banco às consultas não emergenciais; imediata ação de segurança pública com o fortalecimento da Operação Saturação em zonas críticas da capital e do interior; e muita confusão com as nomeações: assessores do antigo governo exonerado duas, “jeitinho” na admissão do comandante do Corpo de Bombeiros (que não deu certo, obrigando Gladson a manter o coronel Batista, notadamente vinculado à Frente Popular) e outras cabeçadas.

Gladson visitou algumas cidades do interior pela primeira vez como governador e foi bem recebido nessas localidades. De modo geral, a semana pode ser avaliada positivamente e muito produtiva.

 

 

 

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