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Diretora do Samu acusa nova enfermeira de não procurar a direção atual para se informar

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Se no alto escalão a transição governamental transcorreu de forma harmoniosa, na direção do Serviço Móvel de Urgência (SAMU), a coisa “azedou”. Segundo a atual diretora, enfermeira Lúcia Carlos, a nova equipe que vai assumir o serviço não se mostrou nem um pouco amistosa.

Em uma nota enviada à reportagem do ac24horas, Lúcia Carlos, que sempre foi atenciosa e respeitosa á frente do Samu, disse não ter recebido o mesmo tratamento que sempre dispensou a quem a procurou.

“A única coisa que me causou estranheza foi a chegada deles [nova administradora e equipe], que sequer procuraram a direção geral. Foram até o motorista Ayache que apresentou a equipe”, disse Lucia na nota.

Lucia se referia a enfermeira Ruslana Saboia, que vai assumir o Samu, acompanhada por João Batista, do Sintesac e o auxiliar em enfermagem Cícero, que estiveram na sede do Samu na ultima sexta-feira (28).

“Saímos de cabeça erguida do dever cumprido. Desejo tudo de bom para a nova gestão”, finalizou.

“Equipe tratou de forma respeitosa” afirma futuro secretário de saúde

O futuro secretário de saúde do estado, Alisson Bestene, negou que a nova equipe do Samu tenha desrespeitado a atual gestão.

Bestene disse que a enfermeira Ruslana, indicada para assumir interinamente o Samu, esteve na ultima sexta-feira (28) na sede do serviço e como a diretora Lucia Carlos não se encontrava no local, trataram do assunto com outras pessoas da atual equipe.

“A nossa equipe foi lá e de forma amistosa e educada tratou com o responsável que estava lá no momento. Mas não houve nenhuma afronta ou desrespeito. Aliás, marcamos para amanhã (31) uma reunião entre as duas equipes para finalizarmos a transição. Nossa orientação é tratar tudo de forma transparente e com muito respeito”, disse ele.

Alisson informou ainda que a enfermeira Ruslana não será a diretora do Samu. O cargo será assumido pelo medico Pedro Pascoal.

Destaque 6

Reforma do prédio da PM deve ser entregue antes do dia 3 de janeiro

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Após seis meses de trabalho, as obras de reforma do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, situado em Rio Branco, poderão acabar antes do prazo determinado. A obra deve ser entregue antes da data prevista, no dia 3 de janeiro de 2022.

O prédio localizado na zona central da cidade é um dos mais antigos de Rio Branco e sofreu uma reforma quase que total.

De acordo com o contrato 042/2021, a reforma foi iniciada no dia 3 de maio e deveria ser entregue em 3 de janeiro de 2022. A obra, sob a responsabilidade da Empresa Borges Comércio e Construções, já está bem adiantada e certamente será concluídas antes do prazo estipulado. O valor total da obra é de R$ 2.653.044,00.

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Destaque 6

Senadora Mailza é campeã de emendas pagas para o Acre

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Dos três senadores acreanos, a senadora Mailza (Progressistas-AC) foi a que mais teve emendas individuais pagas em 2021 para o estado. Foram R$ 13,7 (treze milhões e setecentos mil) segundo levantamento do Portal Siga Brasil, sistema de informações sobre o orçamento público do Senado Federal. Os recursos da parlamentar já foram aplicados em infraestrutura urbana, aquisição de equipamentos e custeio da área de saúde, segurança das fronteiras, educação e social.

De acordo com dados disponíveis no Painel de Execução de Emendas, o senador Sérgio Petecão (PSD) aparece em segundo lugar com 13 milhões pagos e em terceiro, Márcio Bittar, com R$ 4 milhões. As informações podem ser consultadas no site https://www12.senado.leg.br/orcamento/sigabrasil.

“Isso é resultado de um trabalho que vem sendo feito desde que iniciamos o nosso mandato em 2019. Tenho ido aos municípios para ouvir as necessidades e, a partir disso, fizemos o levantamento das demandas. Foram mais de 41 mil km rodados ouvindo prefeitos, indo nas comunidades rurais, conversando com agricultores, vereadores, quem conhece de verdade a realidade. Também tenho atuado em parceria com o governador Gladson atendendo pedidos para o estado. Então, além de ouvir as necessidades, nossa equipe técnica identifica e produz um estudo que viabiliza o total entendimento do recurso necessário. Com a sensibilidade que o presidente Bolsonaro tem pelo Acre e o ministro Ciro, nossos pedidos tem sido atendidos. Depois que os recursos são liberados, nós voltamos para os municípios para acompanhar de perto a execução”, destacou a parlamentar.

R$ 233 milhões para o Acre

Senadora municipalista, Mailza já enviou R$ 233 milhões para o estado em 3 anos de atuação parlamentar. “Mandamos emendas para a agricultura familiar, investimento nos municípios, valorização das polícias e da segurança pública, o empreendedorismo, a infraestrutura urbana (asfalto) e rural (estradas vicinais), melhorias na saúde, o fortalecimento de ações a favor das mulheres e defendo muito o aumento da participação feminina na política”, finalizou.

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Destaque 6

Casos de zika tiveram aumento de 876,2% em um ano no Acre

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O estado, um dos menos populosos do país, saiu de 21 casos de zika em 2020 para 205 em 2021. O número representa um aumento de 876,2%. Além da maior variação do aumento de casos de zika dentre todos os estados brasileiros, o Acre também registra a maior incidência da doença na Região Norte.

Nesta terça-feira (30), o Ministério da Saúde (MS) lançou a campanha “Combata o mosquito todo dia”, que tem como objetivo evitar surtos e epidemias das doenças causadas pelos arbovírus, além de atenuar a incidência dos casos e mobilizar a sociedade sobre a importância de manter uma rotina de cuidados em relação ao mosquito vetor.

Por outro lado, entre as principais arboviroses de circulação urbana, dengue, zika e chikungunya, a zika foi a única que não registrou óbitos em 2021. Ao todo, foram registrados 5.710 casos prováveis em todo o Brasil, uma queda de 17,6% em comparação com o mesmo período de 2020 no país.

No entanto, as únicas regiões que registraram aumento no número de casos de zika, em relação ao ano anterior, foram as regiões Norte (28,3%) e Sul (36,6%).

Dengue

No caso da dengue, o Brasil registra tendência de queda no número de casos e óbitos em 2021 em comparação com o ano anterior. Até novembro, foram notificados 494.992 casos, o que representa uma queda de 46,6% em comparação com o mesmo período de 2020, que registrou 927.060 casos. Já o número de óbitos pela doença apresenta uma redução de 62% dos óbitos confirmados. Em 2021 foram 212, enquanto 2020 registrou 564 óbitos.

Chikungunya

Com relação aos casos e óbitos pela chikungunya o número de casos aumentou em 2021, diferente do número de óbitos que caiu 64%. Este ano, foram registrados 90.147 casos e 10 óbitos em todo o País. Todas as regiões apresentaram aumento nas notificações em comparação com o ano de 2020, sendo a Região Sudeste a com maior incidência. Os três estados que mais registraram casos da doença foram Pernambuco (29,7 mil), São Paulo (18,1 mil) e Paraíba (9 mil), respectivamente.

Medidas adotadas

O Ministério da Saúde tem tratado as arboviroses com prioridade, ainda que enfrentando uma pandemia como a da Covid-19. A pasta tem dado apoio técnico, além da oferta de insumos para o combate ao vetor. Até novembro deste ano, foram adquiridos mais de 80 milhões de tabletes do larvicidas, dos quais, mais de 21 milhões já foram distribuídos aos estados e ao Distrito Federal. A expectativa é que em 2022 sejam adquiridos mais de 84 milhões de tabletes.

Além disso, mais de 277 milhões de litros do adulticida foram adquiridos e 165 milhões de litros distribuídos às unidades federadas. Outra medida adotada pelo Ministério da Saúde foi a aquisição de mais de 22 mil quilos do inseticida utilizado em pontos estratégicos. Desses, mais de 5 mil quilos foram distribuídos.

Ações para combate ao mosquito

Ações simples podem ajudar no combate ao mosquito Aedes aegypti e o segredo está nos cuidados com os diferentes ambientes, principalmente no quintal de casa. Toda comunidade precisa estar ciente que é papel de todos evitar a proliferação do Aedes aegypti.

Entre as medidas que podem ser adotadas estão: evitar água parada em pequenos objetos, pneus, garrafas e vasos de planta; manter a caixa d’água sempre fechada e realizar limpezas periódicas; vedar poços e cisternas; descartar o lixo de forma adequada.

Os gestores devem também reforçar a limpeza urbana, promover ações educativas nas escolas e estimular ações conjuntas entre diversos setores como saúde, educação, saneamento e meio ambiente, segurança pública, entre outros.

Com informações do Portal do Ministério da Saúde.

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Cotidiano

Desemprego cai no Acre, mas ainda é maior que a média nacional

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O desemprego recuou no Acre no 3º trimestre de 2021, saindo de 16,3% da população em idade de trabalhar para 13,8% -redução de 2,5% no período.

O dado foi divulgado nesta terça-feira (30) pelo IBGE na nova série da PNAD Contínua, que foi reponderada devido a, entre outros fatores, a mudança na forma de coleta de pesquisa, durante a pandemia de Covid-19. A nota técnica do IBGE sobre essa reponderação pode ser acessada no portal do instituto.

No País, a taxa de desocupação do país no 3° trimestre de 2021 foi de 12,6%, com quedas de 1,6 ponto percentual ante o 2º trimestre de 2021 (14,2%) e de 2,2 pontos percentuais frente ao 3º trimestre de 2020 (14,9%).

A taxa nacional é menor que a do Acre em cerca de 1%.

Frente ao trimestre anterior, a taxa de desocupação recuou em 20 das 27 unidades da Federação. As maiores taxas foram em Pernambuco (19,3%), Bahia (18,7%), Amapá (17,5%), Alagoas (17,1%) e Sergipe (17,0%) e as menores, em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,6%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rondônia (7,8%) e Paraná (8,0%).

A taxa de desocupação foi de 10,1% para os homens e 15,9% para as mulheres, e ficou abaixo da média para brancos (10,3%) e acima desta para pretos (15,8%) e pardos (14,2%). A taxa para pessoas com nível superior incompleto (14,3%) foi mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (6,3%).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 26,5%. As maiores taxas foram do Maranhão (43,0%), Piauí (42,7%), Sergipe (42%), Bahia (41,1%), Alagoas (40,8%) e as menores, de Santa Catarina (9,9%), Mato Grosso (12,9%) e Rondônia (16,9%).

O número de desalentados foi de 5,1 milhões de pessoas. O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada foi de 4,6%. Maranhão (17,6%) e Alagoas (15,1%) tinham os maiores percentuais e Santa Catarina (0,7%), Mato Grosso (1,2%) e Rio Grande do Sul (1,4%), os menores.

O percentual de empregados com carteira de trabalho assinada era de 74,1% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (89,2%), Rio Grande do Sul (82,9%), São Paulo (81,8%) e Paraná (80,9%) e os menores, no Maranhão (49,6%), Pará (52,0%), Sergipe (52,8%) e Piauí (54,0%).

O percentual da população ocupada trabalhando por conta própria foi de 27,4% no país. Amapá (38,2%), Amazonas (36,4%) e Pará (36,1%) mostraram os maiores percentuais e Distrito Federal (21,5%), São Paulo (23,4%) e Mato Grosso do Sul (24,2%), os menores.

A taxa de informalidade para o país foi de 40,6% da população ocupada. As maiores taxas foram no Pará (62,2%), Amazonas (59,6%) e Maranhão (59,3%) e as menores, em Santa Catarina (26,6%), São Paulo (30,6%) e Distrito Federal (31,8%).

No Brasil, o rendimento médio real mensal habitual no 3º trimestre de 2021 foi de R$ 2.459, recuando frente ao trimestre anterior (R$ 2.562) e ante o mesmo trimestre de 2020 (R$ 2.766). Frente ao trimestre anterior, o rendimento médio caiu em três UFs: Rio de Janeiro (-11,9%), Amazonas (-6,3%) e Paraná (-5,1%), com estabilidade nas demais. Frente ao mesmo trimestre de 2020, 12 das 27 UFs tiveram queda, com destaque para Roraima (-18,6%), Paraíba (-18%) e Amazonas (-17,2%).

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