Conecte-se agora

Sebastião avisa Gladson que não fará passagem de governo

Publicado

em

O senador Gladson Cameli fez pausa em sua agenda de compromissos pessoais, neste sábado, para atender um pedido do cerimonial do Palácio Rio Branco que prepara o ritual de sua posse como novo governador do Acre.

Gladson foi até a sede do governo para ser informado de como será o procedimento a seguir no dia de sua posse. Ele foi informado de como proceder durante a solenidade.

[videopress 50Hh45v0]

Na avenida Brasil, onde começará o desfile de apresentação do novo governador, um militar a paisana representou a figura do governador no momento em que ele deverá passar em revista a tropa. Depois o cerimonial mostrou o posicionamento em que Gladson Cameli deve se colocar.

[videopress zjQI4RJO]

Já dentro do salão nobre do palácio governamental, no momento de ensaio do recebimento da faixa governamental, o escolhido para ocupar a cadeira principal do Palácio Rio Branco levou os cerimonialistas a gargalhadas. É que ele gritou “ai” ao receber a faixa sobre os ombros. Logo em seguida, riu e se explicou: “não foi nada não gente… é o peso da faixa”, disse.

Ao novo governador foi passada instruções de como proceder durante a revista a tropa, na cerimônia popular que acontecerá na esplanada do Palácio Rio Branco.

No final da tarde, por volta das 17:38h, o novo governador recebeu telefonema do governador Sebastião Viana [PT]. O assunto, segundo assessores próximo, era de foro íntimo. Viana avisou a Gladson que queria pedir desculpas por não ir a solenidade de transferência de faixa governamental. Alegou motivos pessoais e desejou sorte ao novo governador do Acre.

Destaque 7

Acre teve 33 casos de invasão de Terras Indígenas em 2021, segundo relatório do Cimi

Também foram registrados no estado 3 homicídios e 3 suicídios de indígenas, de acordo com o documento

Publicado

em

O relatório Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil – dados de 2021, publicação anual do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), relata que o ano de 2021 foi marcado pelo aprofundamento e pela dramática intensificação das violências e das violações contra os povos indígenas no Brasil.

“O aumento de invasões e ataques contra comunidades e lideranças indígenas e o acirramento de conflitos refletiram, nos territórios, o ambiente institucional de ofensiva contra os direitos constitucionais dos povos originários”, diz o documento cuja edição atual foi lançada nesta quarta-feira, 17.

As invasões de terras indígenas, de acordo com o relatório, atingiram o recorde de 305 casos em 2021. Houve uma explosão de invasões sob o governo Bolsonaro: a média foi de 275 casos por ano desde 2019, número 212% maior que a média anual de 88 nos três anos anteriores à atual gestão (2016-2108).

O número de indígenas assassinados no governo Bolsonaro também é o maior já registrado pelo Cimi, com base em dados oficiais do Ministério da Saúde. Foram 113 casos em 2019, 182 em 2020 (o maior já registrado) e 176 em 2021, média anual de 157. O número é 30% maior que a média anual de 121 verificada entre 2016 e 2018.

O número de suicídios de indígenas também foi recorde sob Bolsonaro: 148 casos em 2021.

No Acre, no que diz respeito à violência contra o patrimônio indígena, o número de invasões possessórias, exploração ilegal de recursos naturais e danos diversos ao patrimônio somou 33 casos.

Quanto à violência contra a pessoa, o estado registrou um caso de abuso de poder, quatro ameaças diversas e três assassinatos.

Também foram registrados três suicídios de indígenas no Acre em 2021, de acordo com o Cimi. A fonte é o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) – Junho de 2022. Os dados foram extraídos em 22/07/2022.

Durante o lançamento do relatório, o secretário adjunto do Cimi, Luís Ventura, citou a Terra Indígena Yanomami, em Roraima, invadida por cerca de 20 mil garimpeiros, como exemplo do “massacre, do processo de genocídio em curso”.

“É uma presença criminosa que tem o aval de um Estado omisso. Porque quando a omissão e a inação são sistemáticas e permanentes, não é apenas omissão, é plano. É querer que aconteça”, discursou Ventura.

“O que acontece na Terra Indígena Yanomami escancara o que significa um governo que tem como plano a devastação e a morte”, acrescentou.

As invasões atingiram pelo menos 28 terras indígenas onde há presença de povos indígenas isolados – essas áreas concentram 53 do total de 117 registros de povos isolados mantidos pelo Cimi.

O relatório contabiliza 871 casos de omissão e morosidade na regularização de terras indígenas – Bolsonaro não demarcou nenhuma área em seu mandato, como havia ameaçado na campanha eleitoral.

“Das 1.393 terras indígenas no Brasil, 871 (62%) seguem com pendências para sua regularização. Destas, 598 são áreas reivindicadas pelos povos indígenas que não contam com nenhuma providência do Estado para dar início ao processo de demarcação.”

O Cimi também registrou 847 mortes de indígenas por Covid-19. “O número é mais que o dobro do registrado pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), que indica a ocorrência de 315 óbitos do tipo no mesmo período”, aponta o relatório.

“São números muito comprometedores”, disse Lúcia Rangel, uma das organizadoras do relatório. Para ela, trata-se de uma “máquina de matar e de destruição”.

“Todos os anos temos vontade de chorar, sentimos muita revolta no peito, no coração e na cabeça. Gostaríamos que a sociedade, os fazendeiros, os militares e os políticos tratassem os povos indígenas de outra maneira”, concluiu.

Com informações do Observatório do Clima.

Continuar lendo

Destaque 7

36% do desmatamento na Amazônia nos últimos 12 meses ocorreu na divisa AMACRO

Publicado

em

O chamado “calendário do desmatamento” da Amazônia fechou com mais um recorde negativo de destruição. Nos últimos 12 meses, de agosto de 2021 a julho de 2022, foram derrubados 10.781 km² de floresta, o que equivale a sete vezes a cidade de São Paulo.

Essa foi a maior área devastada dos últimos 15 anos para o período, sendo 3% superior à registrada no calendário passado, entre agosto de 2020 e julho de 2021. Foi a segunda vez consecutiva em que o desmatamento passou dos 10 mil km² no período.

Em julho de 2022, o SAD detectou 1.739 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, uma redução de 17% em relação a julho de 2021, quando o desmatamento somou 2.095 quilômetros quadrados.

O desmatamento detectado em julho de 2022 ocorreu no Pará (34%), Amazonas (28%), Acre (15%), Rondônia (11%), Mato Grosso (10%) e Maranhão (2%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 371 quilômetros quadrados em julho de 2022, o que representa um aumento de 1.059% em relação a julho de 2021, quando a degradação detectada foi de 32 quilômetros quadrados.

Em julho de 2022 a degradação foi detectada no Mato Grosso (56%), Pará (19%), Acre (14%), Amazonas (7%) e Rondônia (4%).

Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Somadas, as áreas destruídas nos últimos dois calendários chegaram a 21.257 km², quase o tamanho de Sergipe. Também foi a quarta vez seguida em que a devastação atingiu o maior patamar desde 2008, quando o Imazon iniciou o monitoramento com o SAD.

Levando-se em conta o desmatamento ocorrido nos últimos 12 meses na Amazônia Legal, 36% do total ocorreu apenas na região conhecida como Amacro, onde se concentram 32 municípios na divisa entre Amazonas, Acre e Rondônia.

Nessa área, há um processo de expansão do agronegócio, que derrubou quase 4 mil km² de florestas entre agosto de 2021 e julho de 2022, segundo o SAD.

E, assim como na Amazônia, a destruição na Amacro também atingiu o maior patamar dos últimos 15 anos para o período. Só que, enquanto a devastação cresceu 3% na região amazônica, a alta foi de 29% na área de divisa entre o Amazonas, Acre e Rondônia.

Terra Brasilis

De acordo com a plataforma Terra Brasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Acre 651,47 km² de avisos de desmatamento entre agosto de 2021 e julho de 2022. Os municípios com os maiores registros são: Feijó, com 123,29 km²; Rio Branco, com 121,21 km²; Sena Madureira, com 92,84 km², Porto Acre, com 54,76 km² e Manoel Urbano, com 50,28 km².

As áreas de proteção ambiental com maiores área de desmatamento são: Reserva Extrativista Chico Mendes – 33.94 Km²; Reserva Extrativista do Cazumbá-Iracema – 1.56 Km²; e Área de Relevante Interesse Ecológico Seringal Nova Esperança – 0.65 Km².

Com informações do Imazon e da plataforma Terra Brasilis.

Continuar lendo

Destaque 7

“Não precisa de muito para se vestir bem”, diz modelo no Podcast

Publicado

em

No Programa da Jô, edição Podcast desta segunda-feira, 15, a empresária, modelo e psicóloga Andressa Jasmylle, de 35 anos, conversou sobre moda, saúde mental e como se sentir bem usando roupas com o seu próprio estilo.

Além disso, Jasmylle contou um pouco de sua vida antes de vir a ser expert em vestuários e de representar o Acre como Miss em um concurso de beleza.

Aos 17 anos, ela já estava nas ruas, vendendo diversas coisas, como edredom, lençol, entre outros itens, de porta em porta, para pagar sua faculdade de psicologia.

“Eu colocava o salto e ia mesmo nas ruas vender para as pessoas e até tinha um bom lucro bom, porém era uma vida muito cansativa fazer esse trabalho. Mas sou uma pessoa muito comunicativa, então era algo que foi um aprendizado”, explicou.

Juntando experiência e sonho, a também digital influencer, explicou sobre as tendências da Psicologia da Moda, que reúne informações sobre o bem-estar e autoestima.

“A psicologia da moda faz uma leitura do corpo, das vestes, como nos comportamos. E é isso que buscamos transferir para as pessoas, coisas que identificamos no primeiro olhar, podendo até mostrar quem é cada pessoa, sua personalidade, como somos”, abordou.

Sobre se vestir bem e seguir um estilo próprio, mesmo não tendo condições financeiras, Andressa disse que não precisamos de muito investimento para se sentir linda ao sair de casa.

“Muitas vezes não precisa de muito investimento, você pode usar e abusar com o que você tem e vestir aquilo que te deixa bem e confortável”, expressou.

Para ela, a moda não está nas passarelas e sim nas nas ruas, onde você é quem faz, com suas características, abordando sua vivência, cultura, entre outros conceitos. Mas que ainda muitas pessoas não se vestem para si próprio e sim pensando no que os outros irão pensar ou falar.

“Autoconfiança é muito importante e a psicoterapia trabalha essa questão mal resolvida do que eu tenho dentro de mim, para assim poder lidar com as situações externas. E o se vestir está relacionado a isso, como eu me sinto bem, como eu posso me sentir melhor”, apontou.

Outro assunto abordado, foi o uso de filtros no Instagram, que muitas vezes escondem a realidade e sentimentos, mas que também são grandes aliados das mulheres.

“Tem gente que trabalha direto com a rede social e você tem que tá sempre arrumada, mas tem horas que eu não consigo estar maquiada, com os cabelos perfeitos, uso um filtro rapidinho para falar com meus seguidores”, declarou.

Em relação ao ‘Mico da moda’, quando todo mundo se veste muito igual, a modelo deu o exemplo recente que aconteceu na Expoacre 2022, onde muitas pessoas que passaram na feira agropecuária estavam usando vestidos, blusas e saias com muito paete, brilho e pedras coloridas.

“Fiquei em choque com o número de mulheres com tanto brilho, porque eu vi uma quantidade enorme e eu pensei comigo mesmo que nunca mais queria usar nada de brilho na minha vida”, mencionou.

Assista ao Podcast da Jô de hoje e saiba mais sobre o mundo Fashion, com Andressa Jasmylle.

video
play-rounded-fill
Continuar lendo

Destaque 7

Governo do Acre reabre edital de concurso público da Sesacre

Publicado

em

O governo do Acre reabriu no Diário Oficial desta segunda-feira, 15, edital de concurso para a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) para 669 vagas para mais de 70 cargos diferentes de nível médio e superior, incluindo cargos que haviam ficado de fora do primeiro edital, lançado em junho.

Neste novo edital, além das categorias já existentes, foram incluídos 47 novas vagas distribuídas entre os cargos de auxiliar em saúde bucal, técnico em enfermagem, técnico em contabilidade, técnico em manutenção de computadores, gestor em saúde coletiva, biomédico e médico veterinário.

As inscrições têm início nesta segunda, às 8 da manhã, e vão até às 21 horas do próximo dia 12 de setembro. por meio do site da banca organizadora, IBFC, a um custo que varia de R$ 53,00 a R$ 72,00, dependendo do cargo. Os salários variam de R$ 1.382,81 até R$ 11.096,93.

As informações completas sobre o concurso, inclusive com o número de vagas para cada município, podem ser acessadas no Diário Oficial desta segunda, a partir da página 12.

As provas estão marcadas para o dia 16 de outubro.

Continuar lendo

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required

Leia Também

Mais lidas

error: Este conteúdo é protegido.