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Após prisão, Idaf diz que não vai julgar servidor que fraudava documentos

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Uma curiosa Nota Oficial, assinada pelo diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), Ronaldo Queiroz, foi publicada pelo Governo do Acre para comentar a Operação Sangue Amargo, deflagrada pela Polícia Federal na terça-feira, dia 13.

A instituição se colocou pronta a colaborar com a Polícia Federal nas investigações sobre a comercialização de carne clandestina a açougues, frigoríficos e escolas públicas da cidade de Plácido de Castro. Um servidor do Idaf foi preso por participar da organização criminosa.

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Segundo a Polícia Federal, o servidor público fraudava os registros da carne, dando a impressão falsa de que o produto tinha procedência e podia ser consumido sem receio. Diante disso, Ronaldo Queiroz destaca que não julgará o trabalhador, e nem informa, ao menos, se afastará o servidor, após liberdade, das funções que exercia.

“Sobre o servidor desta instituição apontado pelas investigações como envolvido no caso, o Idaf não fará qualquer juízo de valor e aguardará a manifestação do mesmo no foro adequado. E, consequentemente, a decisão da Justiça.

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