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Polícia recupera veículos roubados e prende criminosos na Capital

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As forças policiais durante o final de semana conseguiram recuperar três veículos que haviam sido tomados em assaltos ocorridos na última quinta-feira (08), em bairros de Rio Branco.

Dois foram recuperados pela Polícia Civil, que na feita, conseguiram prendem três suspeitos dos crimes e um outro veículo recuperado pela Polícia Militar.

O último, um palio vermelho, foi recuperado no bairro Cadeia Velha em um terreno baldio guardado em baixo de uma lona. O objetivo dos criminosos integrantes de facção criminosa era mantê-lo guardado até poder levá-lo para o país vizinho.

“Esses criminosos têm levado esses veículos para a Bolívia com o objetivo de trocar por armas e drogas. Na última semana já prendemos oito pessoas suspeitas de praticarem assalto e recuperamos mais de cinco veículos. Só na quinta foram três. As ações de combate continuam nos próximos dias, através do andamento das nossas investigações, devemos apresentar mais prisões”, disse o delegado Sérgio Lopes, responsável pela Delegacia de Combate à Roubos e Extorsões (DCORE).

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‘Ele responda pelos atos dele’, diz Bolsonaro sobre ordem de prisão contra seu ex-ministro

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O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (22), questionado sobre a ordem de prisão contra seu ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, que o ex-ministro é quem deve responder por eventuais irregularidades à frente do MEC

“Isso aqui, se tem prisão, é Polícia Federal, é sinal de que a Polícia Federal está agindo. Ele responda pelos atos dele. Peço a Deus que não tenha problema nenhum. Mas, se tem algum problema, a PF está agindo, está investigando, é um sinal que eu não interfiro na PF, porque isso aí vai respingar em mim, obviamente”, afirmou Bolsonaro em entrevista à rádio Itatiaia.

A Polícia Federal deflagrou uma operação nesta manhã para prender Ribeiro. Quando Bolsonaro deu a declaração, a polícia já tinha o mandado contra o ex-ministro, mas ainda não havia a confirmação de que a prisão havia sido efetivada. A confirmação ocorreu minutos depois. Também foram alvo da operação os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura.

A PF investiga Ribeiro por suposto favorecimento aos pastores e a atuação informal deles na liberação de recursos do ministério. Há suspeita de cobrança de propina. Ribeiro foi demitido do MEC, em março, em razão dessas denúncias.

Porém, antes da demissão, quando as denúncias já haviam se tornado públicas, Bolsonaro chegou a dizer que colocaria “a cara no fogo” por Ribeiro.

“O Milton, coisa rara de eu falar aqui. Eu boto minha cara no fogo pelo Milton, minha cara toda no fogo pelo Milton. Estão fazendo uma covardia com ele”, declarou Bolsonaro na ocasião.

Denúncias de corrupção

Na entrevista à Itatiaia, Bolsonaro disse ainda que não é possível ele controlar o que fazem todos os seus ministros e pessoas com cargos no governo. A ordem de prisão contra Milton afeta uma das principais propagandas que Bolsonaro busca fazer de sua gestão: a de que não há corrupção no governo.

“Eu tenho 23 ministros, tenho mais uma centena de secretários, mais de 20 mil cargos em comissão. Se alguém faz algo de errado, vai botar a culpa em mim? Vinte mil pessoas. Logicamente a minha responsabilidade é afastar e colaborar na investigação. Pode ter certeza que essa investigação, além da PF — não interfiro — deve ter Controladoria-Geral da União, um ministério meu, ajudando para elucidar o caso”, disse o presidente.

Bolsonaro disse ainda que o governo não compactua com eventuais irregularidades cometidas por Ribeiro e que, se o ex-ministro for culpado, deve pagar por isso.

“A questão do Milton. Lamento. A imprensa vai dizer que está ligando a mim, etc. Paciência. Se tiver algo de errado, ele vai responder. Se for inocente, sem problema. Se for culpado, vai pagar. O governo colabora com a investigação. A gente não compactua com nada disso”, afirmou Bolsonaro.

Investigações

O inquérito foi aberto após o jornal “O Estado de S. Paulo” revelar, em março, a existência de um “gabinete paralelo” dentro do MEC controlado pelos pastores. Eles não tinham cargo no governo, mas dispunham de livre trânsito no MEC.

Dias depois, o jornal “Folha de S.Paulo” divulgou um áudio de uma reunião em que Ribeiro afirmou que, a pedido de Bolsonaro, repassava verbas para municípios indicados pelo pastor Gilmar Silva.

“Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do [pastor] Gilmar”, disse o ministro no áudio.

“Porque a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”, complementou Ribeiro.

Em depoimento à PF, no fim de março, Ribeiro confirmou que recebeu o pastor Gilmar a pedido do presidente Jair Bolsonaro. No entanto, Ribeiro negou que tenha ocorrido qualquer tipo favorecimento.

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Preso, Milton Ribeiro disse em março que cumpria ordens de Bolsonaro

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O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso pela Polícia Federal há pouco, na manhã desta quarta-feira (22/6), na operação “Acesso Pago”, que investiga os esquemas de corrupção no MEC.

A prisão pode trazer dividendos ruins não só políticos, como criminais a Jair Bolsonaro.

Em março deste ano, em depoimento à PF, Ribeiro disse que apenas obedecia ordens do presidente.

Aos agentes, o ex-ministro informou que Bolsonaro, de fato, pedia que o Ministério repassasse as verbas para os municípios indicados pelos pastores Gilmar Silva e Arilton Moura, os mesmos que aparecem no centro do escândalo e que também foram presos hoje.

Ribeiro foi exonerado em março após muita pressão do Centrão, que alegava que a permanência do ministro após as revelações seria prejudicial ao governo Bolsonaro.

O presidente, contudo, resistiu à ideia pelo tempo que pôde. Bolsonaro acreditava que o episódio poderia até “fortalecer” Ribeiro, porque o caso demonstraria, na visão dele, que o ministro se preocupava com municípios pobres e atendia devidamente a base bolsonarista evangélica.

Metrópoles

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Ex-ministro Milton Ribeiro é preso em operação da PF

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O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso preventivamente, nesta quarta-feira (22), em Santos. O mandado foi expedido no âmbito de uma operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta quarta.

De acordo com a PF, a operação “Acesso Pago” tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

O mandado de prisão preventiva expedido contra Milton Ribeiro cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

O juiz federal Renato Borelli determinou que o ex-ministro seja levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, e que a audiência de custódia seja realizada ainda nesta quarta (22) durante a tarde.

Além do mandado contra o ministro, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro mandados de prisão, distribuídos pelos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal. Além disso, há medidas cautelares, como a proibição de contatos entre investigados e envolvidos.

“O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal”, informou a PF.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados”, informou a PF em nota.

Os policiais basearam a investigação em documentos, depoimentos e no “relatório final da investigação preliminar sumária” da Controladoria-Geral da União (CGU).

“Foram identificados possíveis indícios de prática criminosa para a liberação das verbas públicas”, afirma a PF.

A CNN tenta contato com a defesa do ex-ministro, mas ainda não houve retorno.

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Bandeiras da conta de luz sobem mais de 10% em julho

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Os valores das bandeiras tarifárias para o período de julho de 2022 a junho de 2023, assim como os critérios para o acionamento delas, foram aprovados nesta terça-feira (21) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A bandeira tarifária de julho será anunciada pela agência na sexta-feira, 24 de junho, já com os novos valores.

A bandeira verde, assim como em anos anteriores, não terá custo para o consumidor e servirá para sinalizar condições favoráveis de geração de energia. A bandeira amarela passa a ser de R$ 2,989 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos no mês. A bandeira tarifária vermelha patamar 1 foi atualizada para R$ 6,50 a cada 100 kWh. No caso da bandeira vermelha patamar 2, o valor aprovado pela ANEEL é de R$ 9,795 a cada 100 kWh.

O recálculo retorna à metodologia seguida pelas bandeiras tarifárias desde 2016, na qual a bandeira vermelha patamar 2 cobre 95% dos eventos históricos conhecidos (e não 100% como no segundo semestre de 2021). O acréscimo verificado nos valores se deve, entre outros, os dados do mercado de compra de energia durante o período de escassez hídrica em 2021, o custo do despacho térmico em razão da alta do custo dos combustíveis e a correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou 2021 com aumento de 10,06%. (Aneel)

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