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Jéssica Sales concretiza a entrega de dez ônibus para os municípios acreanos

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Uma grande conquista da deputada Jéssica Sales para a assistência social nos municípios acreanos se concretiza. A entrega dos ônibus aconteceu nesta terça-feira (6) em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, na presença do presidente da República Michel Temer, do ministro do Desenvolvimento Social Alberto Beltrame e de Regina Maia coordenadora da Amac em Brasília, que representou os municípios contemplados pela parlamentar emedebista.

Jéssica Sales anunciou a indicação dos dez ônibus adaptados para a assistência aos idosos e deficientes físicos em julho de 2018, fruto da intercessão da emedebista junto ao Ministério do Desenvolvimento Social para beneficiar, Sena Madureira, Tarauacá, Feijó, Brasiléia, Manoel Urbano, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Rodrigues Alves, Cruzeiro do Sul e Porto Walter.

Feita a entrega oficial, os prefeitos estarão em contato com a equipe técnica do ministério responsável pela logística, para os procedimentos de transporte dos veículos ao destino. O processo de aquisição dos veículos foi feito pelo próprio Ministério do Desenvolvimento Social através do Sistema Único da Assistência Social ao custo de R$ 250 mil a unidade, totalizando R$ 2.5 milhões em investimentos na assistência social, assegurados por Jéssica Sales.

Os veículos são equipados e adaptados com elevador especial para cadeirantes e têm capacidade para 30 passageiros. Serão utilizados preferencialmente por pessoas idosas ou com deficiência para se deslocarem aos serviços de saúde, hospitais, clínicas de reabilitação, laboratórios e possibilitá-los de participar das ações e atividades promovidas pelos centros e entidades assistenciais dos municípios.

“Com esforço e dedicação conseguimos levar mais este benefício para a população. Se a mobilidade para idosos e deficientes físicos é um desafio a vencer, precisamos romper as barreiras. Esses veículos chegarão aos municípios para proporcionar as condições adequadas de transporte às pessoas com limitações – disse Jéssica Sales”.

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Disputa entre Marina e Izabella, pode fazer Lula optar por Jorge Viana como ministro

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​​A disputa nos bastidores da transição entre as ex-ministras do Meio Ambiente Marina Silva (Rede-SP) e Izabella Teixeira criou um dilema para Luiz Inácio Lula da Silva: a depender do modelo escolhido para a Autoridade Climática, que ele prometeu criar na campanha, uma delas pode acabar fora do governo em 2023.

Até o momento, a tendência de Lula é dar o ministério para uma e a autoridade para outra. Mas, segundo fontes dos grupos de meio ambiente na transição, Marina tem insistido para que a autoridade fique vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), enquanto para Izabella o ideal é que essa estrutura seja diretamente ligada à Presidência da República. E ainda: interlocutores de Izabella dizem que ela aceitaria ser ministra, mas, se a Autoridade Climática ficar sob o controle do MMA, ela não topa comandá-la.

As ex-ministras têm um histórico de atritos na área ambiental, que vem desde o governo de Dilma Rousseff. Já divergiram sobre o Código Florestal aprovado na gestão Dilma e também sobre a construção da usina de Belo Monte, também iniciada com Dilma. No caso atual, a discussão sobre a autoridade climática, estão em jogo a governança e o funcionamento do da política ambiental do futuro governo — além, é claro, da disputa de poder.

As duas propostas foram detalhadas nos relatórios da transição para o meio ambiente e já entregues ao vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) pelo coordenador dos trabalhos , o ex-governador do Acre Jorge Viana (PT). Elas devem ser apresentadas a Lula nos próximos dias.

O grupo de Izabella sugeriu que fosse criada uma secretaria especial na Presidência da República, com poder para comandar e coordenar ações relativas à sustentabilidade e meio ambiente em vários ministérios. A ideia desse grupo é que, sob o comando de Lula, a pauta climática seria “empoderada”, além de evitar problemas como os já ocorridos no passado, quando os interesses de ministérios como Agricultura ou do Desenvolvimento Econômico se chocavam com os do Meio Ambiente.

Já para o grupo de Marina Silva (Rede-SP), eleita deputada federal em outubro passado, a vinculação da Autoridade ao MMA seria necessária porque a agenda climática tem que estar associada aos temas da pasta, a exemplo de iniciativas como o Fundo Amazônia e o Fundo do Clima. A proposta de criar essa autoridade foi uma das que Marina apresentou como condição para aderir à candidatura de Lula, ainda antes do primeiro turno das eleições.

“O argumento em favor do MMA é forte, mas a questão climática envolve de 8 a 10 outros ministérios, como Agricultura, Transportes, Minas e Energia. Se a Autoridade ficar submetida ao Meio Ambiente, o ministério vai acumular brigas sucessivas com os outros. Se ficar na presidência, as decisões já serão pactuadas com mais força e operacionalidade, e menos conflito”, disse o ex-ministro Carlos Minc (PSB), membro da transição.

Defensores da segunda solução citam arranjos institucionais que já funcionam em outros países — como os Estados Unidos, onde não há ministério do Meio Ambiente, e o presidente Joe Biden nomeou o ex-secretário de Estado John Kerry como enviado presidencial especial para o clima. Kerry fica diretamente ligado ao presidente e trabalha em conjunto com outras agências governamentais ligadas ao tema.

A Alemanha, que transformou seu Ministério da Economia em uma pasta para Bem-Estar e Proteção Climática, distribuiu as atribuições ligadas ao meio ambiente em quatro ministérios diferentes.

No Brasil, há ainda um debate sobre com quem ficará a representação do país na discussão climática internacional — em que tanto Marina Silva como Izabella costumam circular bastante.

As duas, porém, acumulam um histórico de diferenças de conceito e de atritos pessoais que se tornaram explícitos durante a campanha eleitoral de 2014.

Depois de criticar o governo de Dilma Rousseff por Belo Monte e o Código Florestal, Marina disse na ocasião que Dilma representava um retrocesso na área do desenvolvimento sustentável, e acusou sua gestão petista de ser “conivente” com o desmatamento na Amazônia – na prática, uma estocada em Izabella, que era a ministra. A presidente então respondeu dizendo ter feito mais pela Amazônia que Marina.

Com esse histórico e visões diferentes do que deve ser a gestão ambiental do novo governo, nenhum dos membros do grupo da transição acredita que as duas poderiam se acomodar no mesmo ministério.

Nesse caso, Lula poderá indicar aliados que correm por fora da disputa pelo MMA, como o do ex-governador do Acre Jorge Viana (PT), coordenador do GT de Meio Ambiente, e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Lula tem menos de um mês para solucionar o xadrez.7

FONTE: O GLOBO

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Preço da gasolina no Acre deve baixar nos próximos dias

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A partir desta quarta-feira (7), o preço médio de venda de diesel da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,89 para R$ 4,49 por litro, uma redução de R$ 0,40 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 4,04 a cada litro vendido na bomba.

Para a gasolina, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro, uma redução de R$ 0,20 por litro.

Ainda não é possível saber o percentual de queda no Acre, mas qualquer valor que seja terá interrompido uma sequência de ao menos quatro aumentos seguidos no preço da gasolina e diesel.

“Estamos aguardando as distribuidoras repassarem os descontos, acredito que no decorrer da semana isso possa acontecer, dai cada posto revendedor deverá analisar e tomar sua decisão quanto aos preços ao consumidor final. Lembrando que nós do sindicato não intervimos ou opinamos nessas questões de preços por não ser nossa atribuição”, explicou o presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre, Delano Lima.

Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,25 a cada litro vendido na bomba.

Essas reduções acompanham a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio.

“De forma a contribuir para a transparência de preços e melhor compreensão da sociedade, a Petrobras publica em seu site informações referentes à formação e composição dos preços de combustíveis ao consumidor”, diz a empresa.

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Durante chuva forte, torre cai sobre delegacia e residências em Rio Branco

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A chuva que caiu em Rio Branco na tarde desta segunda-feira, 5, apesar de não ter sido tão intensa como da última sexta-feira, 2, causou estragos.

Imagens mostram uma torre de comunicação que desabou durante a chuva em cima da delegacia e de residências no bairro Apolônio Sales.

O Corpo de Bombeiros informou que está neste momento no local averiguando se há vítimas da queda da torre ou apenas danos materiais.

O bairro foi um dos mais atingidos pela forte chuva. Residências na rua João Correia foram atingidas pela água.

Veja o vídeo:

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Bocalom suspende lei que impede que lojista do Shopping Aquiri venda ou transfira empreendimento

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Na última terça-feira, 29, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, recebeu os concessionários de lojas do Aquiri Shopping para conversar sobre a Lei Complementar 92/2020.

Em específico o que trata o artigo 17, que diz que os contratos firmados entre os comerciantes, ficam automaticamente revogados após a inserção no local. Assim, “o concessionário fica impedido de realizar a venda ou transferência onerosa e impedido, no caso de falecimento ou doença incapacitante, de transferir a loja a um familiar”.

Para Bocalom, o item é injusto, por isso decidiu suspender os efeitos da portaria que revogava os contratos dos concessionários com o município.

“Estamos buscando caminhos jurídicos para poder evitar tamanho prejuízo a essas pessoas que estão ali há tantos anos trabalhando e que têm o direito adquirido na nossa Lei Municipal. Então está suspenso, por enquanto, até que tenhamos o parecer jurídico da Procuradoria Geral do Município (PGM)”, explicou o prefeito.

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