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Roberto Duarte denuncia “prego” do busão

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O ônibus articulado com ar-condicionado anunciado na sexta-feira passada pela prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, mal começou a circular na linha Santa Maria e já apresentou problemas nesta segunda-feira, 30.

“Foi um problema com a mangueira do ar condicionado, não foi mecânico, mas como o carro é todo lacrado, foi preciso para-lo para fazer a manutenção”, informou a assessoria de imprensa da RBTrans ao ac24horas.

Conforme reportagem veiculada no site da Prefeitura de Rio Branco, o veículo tem capacidade média para 200 passageiros por viagem. O ônibus articulado que hoje circula no bairro Santa Maria passará a fazer a linha 203/Alto Alegre. De propriedade da Empresa Auto Viação Floresta, o veículo custou R$ 300 mil.

Em sua página no Facebook, o vereador Roberto Duarte (MDB), que mais cedo na sessão na Câmara de Vereadores havia criticado a prefeita por ocupar seu tempo com a simples entrega de um ônibus, foi ao local em que o veículo ficou no “prego” nas proximidades da sede da Cooperacre, na Estrada da Vila Acre, e mostrou por meio de uma transmissão ao vivo o veículo estacionado.

“Quando o vereador Roberto Duarte vai lá e critica, dizendo que a prefeita faz solenidade para entrega de um ônibus, as pessoas vem me criticar. Mas está aqui o ônibus. Menos de 24 horas rodando no município de Rio Branco e já está atrapalhando inclusive uma parada de ônibus”, disse.

Destaque 2

Por falta de transporte, pacientes de Rio Branco não estão sendo atendidos em casa

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Familiares e pacientes que são assistidos pelas Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD), da prefeitura de Rio Branco, estão denunciando que esta semana não foram atendidos pelo serviço. O programa é destinado a pacientes que possuem situação mais grave de saúde, que impossibilita de se deslocar até uma unidade de saúde para o atendimento regular.

“Hoje eu recebi o telefonema do enfermeiro que faz o atendimento da minha mãe e contou que esta semana não veio porque simplesmente a prefeitura não pagou o aluguel dos carros que levam os profissionais até a casa dos pacientes. Isso é um absurdo, minha mãe tem uma condição grave de saúde e eu mesma sem ter capacitação para fazer o serviço fui obrigado a fazer o procedimento. Uma completa falta de respeito”, diz a filha de uma paciente que é atendida pelo serviço e pede para não ser identificada.

O ac24horas procurou o secretário de saúde de Rio Branco, Frank Lima, que confirmou o atraso no pagamento da empresa que possui o contrato para o fornecimento dos veículos que atendem o programa. De acordo com o gestor, o problema, sem citar qual, era da empresa, mas a prefeitura já fez o pagamento no final desta sexta-feira, 23.

“Realmente, tivemos um problema que não foi nosso, mas da empresa. Hoje recebi os profissionais do programa e já fiz o pagamento e damos a garantia de que segunda-feira os pacientes voltam a ser atendidos normalmente”, diz o gestor.

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Blog do Crica

O xeque-mate 

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Uma briga política é como num jogo de xadrez, se ganha ou se leva um xeque-mate. O desfecho final da briga entre o governador Gladson Cameli e o vice-governador Major Rocha, já era esperado: o vice levar um xeque-mate. 

Numa contenda entre quem, como um governador, tem a caneta e um vice que só tem o gogó, vai vencer quem tem a caneta. E assim foi: o grupo do Rocha, que tinha o comando da Secretaria de Segurança, a Secretaria de Agricultura, a Fundação Cultural e dezenas de outros cargos de confiança importantes, perdeu todos. 

Foi uma demissão em bloco. Salvou-se o presidente da Fundação Cultural, Manoel Pedro, o Correinha, que jurou fidelidade ao governador para salvar o pescoço. Tivesse o Rocha tido prudência na sua relação com o governador, evitado o confronto, com certeza teria na eleição do próximo ano o espaço para continuar sendo vice da chapa do Cameli, ou mesmo sendo o candidato a senador. 

Errou ao optar pela belicosidade sem atentar que, quem tem a caneta numa administração é quem tem força. E, ao perder esta semana até o espaço onde tinha o prédio do seu gabinete, foi para o vice Major Rocha um desfecho trágico. No jogo político, manda quem tem o poder. 

A RECÍPROCA NÃO FOI VERDADEIRA

DO GRUPO que o governador Gladson Cameli apoiou para a prefeitura da capital na última eleição, apenas a ex-prefeita Socorro Neri veio se juntar à sua reeleição. O vice da chapa, Eduardo Ribeiro, vai apoiar ao governo o senador Petecão (PSD), e o deputado Jenilson Leite (PSB) será candidato a governador. O PSB ficou com o Jenilson.

LIGAÇÕES PROFUNDAS

EM TODOS OS GOVERNOS do PT, o PSB ocupou espaços importantes. A simbiose entre PSB e PT é muito forte, não é novidade o PSB não ter embarcado na canoa do Gladson. Natural, pois o PSB não retribuir o apoio que recebeu do governador Gladson na disputa da PMRB.

VER NO QUE VAI DAR

A DEPUTADA FEDERAL Jéssica Sales (MDB) vai tocar no restante deste ano a sua pré-campanha para o Senado, com visitas periódicas aos municípios, para fazer uma avaliação sob as suas chances até a convenção em 2022.

APOSTANDO NA CHAPA

O PRINCIPAL foco do seu pai, o ex-prefeito Vagner Sales, é fazer da deputada federal Jéssica Sales (MDB), a escolhida pelo Gladson para senadora da sua chapa.

DOIS CORPOS NÃO OCUPAM O MESMO ESPAÇO

NÃO ME ARRISCO a dar palpite sobre como o governador Gladson conseguirá sair da sinuca de bico de ter cinco candidatos ao Senado do seu grupo e uma única vaga.

PODE FAZER GOL

O Dr. Jeferson o popular “Pururuca”, que vem batendo na trave, como primeiro suplente de vereador e primeiro suplente de deputado, ao disputar uma vaga de deputado numa chapa sem ninguém com mandato no PSD, pode enfim fazer gol na eleição do próximo ano.

NOTÍCIA COMEMORADA

FOI DE COMEMORAÇÃO no grupo da senadora Mailza Gomes (PP), a notícia de que o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, será o novo chefe do gabinete civil do Bolsonaro. Acha que fortaleceu a sua candidatura.

FORA OS DEBATES

PERGUNTEI ontem a um dos aliados da senadora Mailza Gomes (PP), qual a chance dela recuar para ser candidata a deputada federal, e a resposta foi curta: “é zero.”

O FLAVIANO NÃO É BURRO

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) é uma raposa da política, entende tudo desta arte, sabia que teria chance diminuta de ser o vice do Gladson, tirou o nome do debate e anunciou que disputará a reeleição.

GATO DE SETE VIDAS

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB) vem ao longo das eleições diminuindo a sua votação, mas não se admirem se em 2022 ganhar, é um gato de sete vidas.

É ESTE O CAMINHO

PARECE que o prefeito Tião Bocalom caiu na real e entendeu que, a sua popularidade está intrinsecamente ligada em ter a cidade limpa e com seus serviços básicos.

A CIDADE AGRADECE

BOCALOM pôs nas ruas um batalhão de pessoal de limpeza, e promete tornar a capital a cidade mais limpa do Norte. Guardado o exagero, a cidade agradece. 

VOZ DA OPOSIÇÃO

PARA o deputado Daniel Zen (PT), o atual governo persegue o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Manuel Urbano, não avança na regularização fundiária e expedição dos títulos definitivos dos terrenos e casas do Conjunto Canizo Brasil, em Sena Madureira; e faz pouco caso com os seus pedidos de informações públicas.

ANTES TARDE DO QUE NUNCA

O SECRETÁRIO municipal de Saúde, Frank Lima, que andou tendo posições negacionistas da ciência, parece que mudou para melhor, ao reconhecer na sua entrevista ao ac24horas, que o Bolsonaro falou “muita besteira na pandemia”. Antes tarde do que nunca.

NÃO FOI NOTIFICADO

SOBRE as acusações de assédio sexual a servidoras da PMRB, Frank Lima disse que não recebeu até agora nenhuma notificação de instituições sobre o caso. Se diz perseguido pela vereadora Michele Melo (PDT).

FRASE MARCANTE

“Todo político gosta de mordomia, de mordomia só não gosta quem nunca usufruiu”. Frase do saudoso deputado Hermelindo Brasileiro (PDS).

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Destaque 2

Mais de 70% das cidades acreanas tiveram usuários recusando tomar a AstraZeneca

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Divulgado nesta sexta-feira (9) o novo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) sobre a Covid-19 mostra que que entre as que responderam ao questionário no Acre, 71% das cidades registraram recusa pela vacina de parte de usuários.

O levantamento foi feito entre os dias 5 e 8 de julho. Em valores percentuais da tabulação nacional, a AstraZeneca é a vacina mais recusada.

Em 68,5% dos Municípios entrevistados, a escolha pelo tipo da vacina é uma prática comum, são ao todo 1.860 cidades onde a população está tendo este comportamento, em 20,2% não está ocorrendo isto. Além disso, a vacina da Janssen já foi distribuída para 89,4% dos municípios, ela difere das demais por ser aplicada em uma única dose.

Em relação ao aumento de casos, 16,4% dos pesquisados declararam que houve aumento do número de pessoas infectadas; 34% se manteve no mesmo patamar; e 43,5% houve redução de positivados. Pela quarta vez consecutiva, a pesquisa aponta a manutenção de novos infectados em níveis altos. O crescimento de casos continua concentrado nos Municípios de pequenos e grandes, com 17% e 10% do total.

Enquanto 22,7% das localidades participantes da pesquisa afirma que o número de mortes se manteve estável e 16,9% sugere uma diminuição, em 46,3% dos Municípios pesquisados não houve nenhum óbito de Covid-19 esta semana.

“Contudo, 12,7% têm a ocupação dos leitos das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) com ocupação acima de 95%; 14,8% está com a capacidade de lotação em 90%; 16,7% acima de 80%; 25,3% das cidades estão 60% e 80%; e apenas 15,9% estão com os leitos abaixo de 60% de ocupação”, diz o levantamento da CNM.

Houve redução na quantidade de municípios com risco de ficar sem os medicamentos do “kit intubação” -9,8% dos Municípios podem ficar sem condições de atender aos pacientes em estado grave. Medidas de isolamento social, como fechamento de serviços não essenciais e outras ações, ainda estão sendo adotadas por 72,4% dos municípios nesta semana.

O Acre, por exemplo, regrediu uma de suas regionais, o Alto Acre, da bandeira verde para amarela como forma de conter a variante Delta.

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Destaque 2

O direito de espernear

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Há uma máxima no meio da estatística que “para se saber o sabor de um bolo não é necessário comê-lo todo”. Desde que todos os ingredientes usados na receita tenham sido colocados na medida exata e batidos no ponto certo, uma “provinha” dele é o suficiente para se certificar ou não da gostosura da guloseima.

Este mesmo raciocínio vale para uma pesquisa quantitativa: se o universo dela for bem definido e representativo, uma pequena talhada deste expressará com fidelidade o pensamento majoritário da população naquele intervalo de tempo.

Nada garante, no entanto, que na próxima fotografia os sorrisos e lágrimas sejam os mesmos: quem está em cima pode despencar e quem está embaixo pode escalar.

É apenas um indicativo momentâneo e, ao que parece, a pesquisa divulgada atendeu às exigências da culinária matemática.

Pesquisa, no entanto, tem algo em comum: quem não aparece bem na fita sempre arranja um meio de questioná-la.

A pesquisa feita pela Federação da Indústria do Acre revela que, se a eleição fosse hoje, o governador Gladson Cameli daria uma lavada em seus concorrentes.

Isso foi o estopim para o disparo de diversas declarações acerca da credibilidade do Instituto e dos métodos utilizados.

O inusitado é que os resultados da aprovação do presidente Bolsonaro, na mesma pesquisa, não foram questionados.

No meu entendimento, o X dessa equação é que o personagem Gladson ainda se revela maior que os resultados de seu governo e os adversários dele não despertam qualquer empolgação nos eleitores.

Sua empatia com a população é inquestionável. O povo não enxerga nele alguém mal intencionado e de má vontade. Ao contrário: acredita que ele pode realizar.

Do meu conhecimento, poucos foram os governadores do Acre com capacidade de reconhecer os próprios erros, sem receio.

O comportamento solidário dele na gestão da pandemia e o respeito à ciência o formataram como alguém cujo desejo era salvar vidas.

Óbvio que a gestão de Gladson precisa melhorar e melhorar muito. Seus secretários precisam ser mais eficientes e ousados.

O setor mais empacado é exatamente o que tem como patrono o senador Márcio Bittar. Os projetos das obras não saem do papel. Aliás, boa parte ainda não está sequer no papel.

Alocar emendas no orçamento e sair cantando de galo nas redes sociais é algo que se faz no “piloto automático”.

A suadeira é elaborar, sem ter equipes de profissionais técnicos em números razoáveis, os projetos básicos bem feitos, orçamentos das obras, obter licenciamentos, licitar e toda espécie da burocracia legal etc.

Os possíveis adversários na reeleição devem muito mais explicações que necessariamente a credibilidade para apontar o dedo para cobranças.

E isso se deve aos seguintes motivos: o PT carrega, amarrado no tornozelo, a bola de ferro forjada durante os 20 anos de perseguição, corrupção e intolerância. Os ex-aliados de Gladson tiveram o privilégio de indicar nomes para ocupar setores estratégicos na administração e os resultados apresentados são vergonhosos.

No mais, as reclamações fazem parte daquilo que os juristas chamam, data venia, de “ o jus sperniandi”, ou seja: o direito de espernear.


Luiz Calixto escreve todas às quartas-feiras no ac24horas.com

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