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Em entrevista com Crica, Gladson diz que sabe que assumirá Estado quebrado

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Tivemos ontem uma conversa aberta com o futuro governador Gladson Cameli (foto), sem perguntas planejadas e tampouco combinadas ou feitas para lhe agradar. Falamos sobre a escolha do secretariado, as condições em que está pegando o Estado, mídia, tratamento com a imprensa, quais as primeiras medidas que tomará assim que assumir o governo e o que pensa para desenvolver o Acre e loteamento de cargos do Estado. Vamos ao jogo aberto:

LUIS CARLOS- O governador Sebastião Viana está promovendo nos últimos dias a venda de prédios, terrenos, silos de armazenagem de grãos e outros bens do patrimônio estadual. Como é que você vê esta queima de estoque e como vai receber o Estado? Não teme um Estado quebrado?

GLADSON CAMELI- Temo por isso. Sei que vou pegar um Estado quebrado. Essa questão de estar vendendo tudo, eu vou mandar fazer uma consulta jurídica quando assumir, para saber se foi feito dentro da legalidade. A partir de janeiro, quando tiver um balanço do estado real eu vou convocar a imprensa, os poderes e vou mostrar ao povo como estou recebendo o governo. Vou cumprir tudo o que prometi na campanha. Disso eu não abro mão. Não posso esconder nada da população.

LUIS CARLOS – Você tem falado muito em reforma administrativa. Haverá reações dos partidos que esperam cargos no seu governo. A reforma vai mesmo acontecer?

GLADSON CAMELI- No dia 2 de janeiro já devo enviar o projeto de reforma administrativa. Na situação em que está hoje o Estado eu não posso esperar. Por isso estou pedindo o apoio do Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público, Poder Judiciário para fazer as mudanças que o Acre precisa. Se não houver a reforma, no último ano terá que se fechar o Estado. Só de Previdência a partir de janeiro o deficit já deverá ser em torno de 40 milhões de reais. Temos que enxugar este Estado, acabar com o empreguismo.

LUIS CARLOS-Como é que será o tratamento da mídia no seu governo?

GLADSON CAMELI-A Companhia de Selva não continuará à frente do comando da mídia. A possibilidade disso é zero. A responsabilidade é minha. O nosso tratamento não será igual ao do governo atual. Será de respeito à liberdade de expressão. Quero ser fiscalizado.

LUIS CARLOS- Fala-se muito em nomes para secretários, o que há de verdade nas divulgações?

GLADSON CAMELI – Estou com os pés no chão. Estou escutando muita gente falando por mim, reclamando, mas não tem de reclamar de nada, eu não assumi ainda o governo e preciso governar com pessoas que me ajudem administrar. Quem escolhe secretário sou eu. Não vou governar para atender pedido de emprego. Nem privilegiar partido.  Estou pedindo aos partidos que me indiquem sugestões de nomes com qualidade. Temos de colocar a máquina estatal para funcionar com qualidade. Não poso ficar chorando pelo leite derramado. Não vou lotear o Estado. Tenho que melhorar, por exemplo, a Saúde. Secretário meu terá de três ou quatro meses para mostrar trabalho ou terá que sair. Não é só ganhar a eleição, tem que governar bem.

LUIS CARLOS- quem é seu candidato á presidência da ALEAC?

GLADSON CAMELI- Não tenho candidato. Mandei que o meu partido se reúna, escolha um nome de consenso para ser candidato, porque não quero me meter nisso, para não desagradar ninguém. Outros partidos aliados também têm candidatos e quero que se resolvam. Tem deputado ligado ao atual governo querendo ser candidato a presidente, mas não será com nosso apoio, no poder nunca abriram esta possibilidade para a oposição, por qual razão vamos abrir agora?

LUIS CARLOS- Hoje tem mulher de deputado, marido de deputada, filho de deputado, políticos que perderam a eleição em altos cargos no Estado. Isso continua?   

GLADSON CAMELI – Isso não vai continuar. Não vou lotear nada. Os partidos que me apoiaram sabem disso. A máquina tem de funcionar reduzida e sem empreguismo. Preciso manter a máquina funcionando com qualidade. Não é só ganhar, tem de mostrar trabalho para justificar os votos.

LUIS CARLOS- Qual a sua real relação com o vice Major Rocha?

GLADSON CAMELI- A relação com meu vice é muito boa. Ele vai cuidar da Segurança, um compromisso de campanha.

LUIS CARLOS- Se comenta que o Conselheiro do TCE, Antonio Malheiros, será o seu secretário de Finanças, isso está confirmado?

GLADSON CAMELI- Não, neste primeiro momento. O Malheiros é uma pessoa pela qual tenho o maior respeito. Tenho como se fosse meu tio. Me aconselho muito com ele. Neste primeiro momento fica no TCE. Mas no dia que sair do TCE, não vou pensar duas vezes para trazê-lo para a equipe de secretários.

LUIS CARLOS- Vamos ter eleições para o SEBRAE. Você vai conversar com os empresários sobre uma nova composição?

GLADSON CAMELI- Vou conversar com os empresários. Não vai ficar como está, não pode ser cabide de emprego. Eu quero abrir o Estado para o Agronegócio. Já tem muita gente lá fora querendo comprar terras no Acre. As Federações, o SEBRAE ,têm que me ajudar a desenvolver o Acre tecnicamente. Não quero cargo para parente meu. No meu secretariado não terá parente de primeiro grau. Este governo tem de dar certo. O que quero é fazer um bom governo. Estou trazendo o Ministro Jugman dia 5 ao Acre para discutir a formação do Batalhão de Fronteira, uma proposta de campanha. Estou mandando levantar todos os convênios da Saúde em aberto e os que podem continuar. Este 1,3 Bilhão anunciado pelo governador, ao que sei é de empréstimos e convênios e não sei se teremos contrapartida financeira para a sua aplicação.

LUIS CARLOS- De quem será a última palavra?

GLADSON CAMELI- Está muita gente enganada, pelo fato de escutar, quem vai dar a última palavra serei eu. A responsabilidade será minha do que acontecer no governo. O governo tem de funcionar com o tamanho reduzido. Não pode haver desperdício. Para que uma sede do DETRAN do tamanho que é a de Cruzeiro do Sul? Quem é que manda hoje na Saúde? Ninguém sabe. Tem de ter um secretário forte na pasta, acabar com um monte de subsecretarias. Vamos mudar.

LUIS CARLOS- Como será no seu governo a Peixe da Amazônia?

GLADSON CAMELI- Não só a Peixe da Amazônia, mas outros empreendimentos em que o Estado tem participação, todos irão para a iniciativa privada. O Estado tem de ser enxuto.

LUIS CARLOS- Para fechar, adiante algum nome que poderá ocupar cargo no seu primeiro escalão. Já tem?

GLADSON CAMELI- José Ribarmar para o Gabinete Civil e a Silvânia Pinheiro para a Imprensa.

UMA CARTA DE BOAS INTENÇÕES
Esta entrevista com o futuro governador Gladson Cameli foi uma espécie de “Carta Aberta de Boas Intenções”. Está tocando no calcanhar de Aquiles de uma administração ao prometer que não vai lotear o Estado para abrigar afilhado de políticos, indicados sem qualificação técnica, enfim, não continuar com o governo funcionando como um aparelho ideológico de um partido. Vai pelo caminho certo ao dizer que, o seu secretariado será técnico e que, o que não apresentar resultados em três meses será sacado do cargo. O que se espera é que o governador Gladson Cameli cumpra tudo o que está prometendo. Só em diminuir o tamanho da máquina estatal, acabar com o empreguismo, já estará dando um passo largo para ter credibilidade. E na parte que me toca, estarei neste espaço para fazer as cobranças necessárias. Jamais será um espaço para dizer amém e sim senhor. Até porque o bajulador não ajuda, um governante tem de ter a crítica como fundamental. E que venha a nova gestão.

Blog do Crica

Façam suas apostas

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Gladson Cameli (PP), Sérgio Petecão (PSD), Mara Rocha (se filiará ao PL), Jenilson Leite (PSB), Nilson Euclides (PSOL), David Hall (Cidadania), são os nomes que o eleitor terá ao dispor para escolher em que votar em 2022, para governar o Acre. 

São opções que passam pela direita, pelo centro-direita, pela extrema direita e pela esquerda. Mas, isso é apenas um rótulo ideológico, o que o eleitor tem que mirar é nos projetos que serão defendidos por estes postulantes no decorrer da campanha. Separar o que é exequível das propostas mirabolantes que não poderão ser cumpridas.

 Os debates serão importantes para que a população possa selecionar quem achar que pode fazer um bom governo. E, isso tem que ser feito com muita cautela, sem paixão partidária, porque um erro, só poderá ser consertado depois de quatro anos. A roleta vai girar em 2022, façam seus jogos, senhores!

ARGUMENTO FORTE

O deputado federal Alan Rick (DEM) joga todas as fichas que as pesquisas previstas para o decorrer de outubro devem lhe manter como o candidato do grupo palaciano melhor situado, como aconteceu nas duas já divulgadas. É com estas fichas que pretendem ir para a mesa de discussão, sobre o nome a ser apoiado pelo Gladson.

BOM SINAL

O QUE CHAMA atenção no rol dos candidatos ao Senado até aqui apresentados, é que todos têm boa qualificação profissional. Isso é um bom sinal, basta de candidatos despreparados disputando cargos majoritários.

ACABA COM A DISTORÇÃO

O NÃO RETORNO das coligações proporcionais vai ser salutar, porque evitará distorções de se ver candidato extremamente bem votado, perder a vaga no parlamento para quem teve uma mixaria de votos.

INFLUÊNCIA NO PODER

O FATO de um candidato a presidente aparecer nas pesquisas na dianteira, pode até não influenciar nas eleições estaduais; mas quando estiver no poder, pode inviabilizar um governo. Exemplo: o FHC brecou todos os grandes projetos do Orleir, que viveu a pão e água.

TORÇAM PARA NÃO GANHAR

POR ISSO, Gladson Cameli, Sérgio Petecão, Mara Rocha, torcem para o Lula não se eleger presidente. Se for eleito vai emperrar o bom andamento do governo de qualquer um dos três que vencer. O jogo da política é este. E o PT sabe jogar este jogo.

FESTA EM PAUTA

O PL deve fazer o lançamento da candidatura da deputada federal Mara Rocha, em data ainda a ser marcada, com uma grande festa, com a presença do presidente da sigla, deputado federal Valdemar da Costa Neto. Sua candidatura ao governo está sacramentada.

CONTINUA NA LUTA

A DEPUTADA FEDERAL Jéssica Sales (MDB) disse ontem ao BLOG que, quando afirma que não será problema para o governador Gladson na escolha do seu candidato ao Senado, não significa estar abdicando da disputa da vaga de senadora. E, que a sua afirmação diz respeito ao pacto firmado por uma candidatura única, com a Mailza Gomes e o Alan Rick. Fica feito o registro.

PODE ACONTECER

O VICE-GOVERNADOR Major Rocha admite que pode ser candidato em 2022, mas não revela em qual área. É possível que surja candidato a deputado federal no PSL.

MOVIMENTO LIBERAL

O DENOMINADO Movimento Liberal Conservador tende a apoiar a candidatura da Mara Rocha ao governo, por ser o nome que encarna as pautas do presidente Bolsonaro.

NÃO SEI SE É O PENSAMENTO

NÃO POSSO garantir ser este o seu pensamento, mas apoiadores importantes da senadora Mailza Gomes (PP), defendem que ela só pode abrir mão de sua candidatura para vir a ser a vice na chapa do governador Gladson.

ALIANÇA FECHADA

FONTE não se revela, mas posso adiantar que não há um mínimo arranhão na aliança entre o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, e o senador Sérgio Petecão (PSD), para a disputa do governo no próximo ano.

DISPUTA PELO MDB

A DEPUTADA Meire Serafim (MDB) deve disputar a reeleição pelo partido, mas não vai acompanhar o MDB no apoio à candidatura à reeleição do Gladson.

PORTO PARA ANCORAR

O PP terá na eleição para a ALEAC nomes fortes, como os deputados José Bestene, Gerlen Diniz, Wendy Lima e Nicolau Junior. A esta chapa podem se juntar ainda os deputados André da Farmácia, Marcos Cavalcante, Vagner Felipe, cujas siglas de origem lhes negaram legenda. Seria uma espécie de grupo da morte.

FUSÃO SACRAMENTADA

A REUNIÃO de ontem das executivas do DEM e PSL sacramentou em Brasília, a fusão dos dois partidos. Ainda ficou para ser decidido quem vai comandar o grupo no estado. A disputa está entre o deputado federal Alan Rick (DEM) e o senador Márcio Bittar, que deixaria o MDB.

EMPURRADO PARA 2022

O GOVERNADOR Gladson e o senador Sérgio Petecão só vão anunciar os nomes dos candidatos ao Senado e a Vice de suas chapas, no início do próximo ano. O mesmo deve ocorrer com o deputado Jenilson Leite (PSB).

ESPERAR A ARRUMAÇÃO

QUEREM ver primeiro como é que ficará arrumação partidária, as composições, as adesões e, também, como virão as quatro pesquisas programadas para outubro.

PARTIDO DO BOLSONARO

A CANDIDATA ao Senado, Márcia Bittar, espera o presidente Bolsonaro definir em que partido se filiará, para lhe acompanhar. Márcia é a candidata ao Senado mais afinada com o que pensa o Bolsonaro.

FRASE MARCANTE

“A panela cozinha a comida e o prato recebe todas as honras”. (Ditado Iídiche)

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Mara, a nova pedra no tabuleiro do governo

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A deputada federal Mara Rocha, que deve deixar o PSDB para se filiar ao PL na janela partidária de março, foi convidada oficialmente pela direção nacional do PL para ser a candidata do partido ao governo do estado em 2022. A confirmação foi feita ontem ao BLOG pelo irmão e vice-governador Major Rocha. 

Para Rocha, a decisão será pessoal da Mara, mas ressaltou: “ela não é de fugir de desafios”. A resposta, segundo ele, deve ser dada em breve para a executiva nacional. Na avaliação política do Major Rocha, a candidatura de Mara Rocha aglutina o segmento da direita e conservador, que não se sente representado nem pela candidatura do governador Gladson Cameli (PP) e nem pelo senador Sérgio Petecão (PSD). “Ela, se aceitar o convite, seria a única candidata ao governo a representar o que pensa o presidente Bolsonaro”, ressaltou. 

A deputada federal Mara Rocha foi a mais votada no estado para a Câmara Federal. A sua candidatura ao governo seria a certeza de que a eleição seria empurrada para uma decisão de segundo turno. O fato é a maior novidade política até aqui registrada. A eleição de 2022 é uma eleição aberta.

LEGÍTIMA BOLSONARISTA

A SE CONFIRMAR a candidatura da deputada federal Mara Rocha ao governo, ela será entre as demais candidaturas a única tipicamente bolsonarista.

ABERTO PARA CONVERSA

O SENADOR Sérgio Petecão (PSD), que disputará o governo, avaliou ontem ao BLOG que, a candidatura da deputada federal Mara Rocha ao governo, não mudará em nada a sua campanha, mas admitiu que pode conversar com ela por um acordo num segundo turno.

MUITO LONGE

O EPISÓDIO registrado acima é um dado que mostra que, ainda estamos longe de se ter um quadro majoritário definitivo para a eleição do governo para 2022.

ROTA DA FOME

Os brasileiros que reduziram o cardápio alimentar pela alta dos preços, beira os 80%. A maioria cortou a compra de pão, laticínios e carne. A triste realidade foi constatada na recente pesquisa do DATAFOLHA. 41% dos entrevistados debilitaram a culpa ao presidente Bolsonaro. A fome é o maior adversário político de Bolsonaro na sua luta pela reeleição. Fome não tem partido, é fome. 

UM CANDIDATO DO BEM

NÃO SEI SE VAI REFLETIR nas urnas, mas a candidatura a deputado estadual do ativista da rede social, Diego Lins, é uma candidatura que tem a sua base no povão. É um cara de bem com a vida, sempre para cima, não faz mal a ninguém, enfim, tem o direito de postular um mandato. 

TEM QUE MASSIFICAR, OU NÃO REFLETE

FOI O PRIMEIRO prefeito que prometeu e vai conseguir baixar o preço da passagem de ônibus. Cairá de 4 para 3,5 reais. E, pode chegar ao fim do ano com o preço em 3 reais. Se massificar a conquista na mídia, ele vai terminar o ano com uma boa imagem popular, porque beneficiará a faixa da baixa renda. Se ficar nessa de divulgar em postagens de servidores, não terá um grande alcance de divulgação. A comunicação do Tião Bocalom não existe.

UMA COISA ANULA A OUTRA 

O Bocalom vai baixar o preço da passagem. Tudo bem. Mas se continuar a porcaria do serviço prestado pelas empresas de ônibus para a população, uma coisa anula a outra.

SINAL DE DESISTÊNCIA?

QUANDO a deputada federal Jéssica Sales (MDB) diz que, não será problema para o governador Gladson Cameli na composição para o Senado, passa a imagem que o seu foco mesmo é disputar a reeleição. Sinal de desistência?

FORA DE HIPÓTESE

UMA ALIANÇA entre o senador Sérgio Petecão (PSD) e o ex-senador Jorge Viana (PT) para a disputa majoritária de 2022, é carta fora do baralho. É uma simbiose que só tem chance de acontecer num segundo turno.

CHAPA DE ESQUERDA

JENILSON LEITE (PSB) para governador e Jorge Viana (PT) ao Senado. Este deverá ser o cenário no segmento de esquerda, para a eleição do próximo ano. É bem difícil que venha a acontecer uma inversão de chapas.

QUADRO PARA O GOVERNO

Gladson Cameli (PP), Sérgio Petecão (PSD), David Hall (Cidadania), Nilson Euclides (PSOL), Jenilson Leite (PSB) e, possivelmente, Mara Rocha (PL). Este é o quadro para a disputa do governo em 2022.

MUDOU A PROSA?

A SECRETARIA de Turismo, Eliane Sinhasique, sempre foi rotulada pelo MDB como não indicação do partido. Como vai sair, o MDB já se assanhou de que o Turismo é seu espaço no governo. Quer indicar o substituto. Dá para entender?

SÓ NA APARÊNCIA

O DEPUTADO FEDERAL Flaviano Melo (MDB), para o público reitera ser candidato a uma reeleição. Mas nos bastidores, incentiva seu entorno a pressionar, para que ele seja indicado a vice na chapa do Gladson Cameli.

POUCO PIRÃO

ATÉ aqui o PSDB não conseguiu avançar para formar uma chapa competitiva, para disputar no próximo ano a eleição para a Câmara Federal. O único nome conhecido é o do professor Minoru Kinpara. Muito pouco pirão.

ANDA, E NÃO É POUCO!

O DEPUTADO Jenilson Leite (PSB) está entre os candidatos ao governo do estado que mais anda nos municípios, vendendo o seu peixe. É um obstinado.

CAMPANHA ESTRUTURADA

QUEM tem uma campanha bem estruturada para deputado estadual é o Jeferson Pururuca (PSD). Nas eleições que disputou ficou como primeiro suplente de vereador e primeiro suplente de deputado estadual.

FRASE MARCANTE

“Cada criatura é um rascunho a ser retocado sem cessar”. (Guimarães Rosa).

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O cara do Lula no Acre

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O EX-SENADOR Jorge Viana (foto) pode voltar a ter um papel de influência muito forte na política acreana. Hoje, fora do poder, não tem como ser incisivo na solução de demandas. Para que isso aconteça, basta que o Lula, que as pesquisas apontam como o preferido dos brasileiros para a disputa presidencial, seja o vencedor. Neste cenário, será o homem do Lula no Acre, saindo ou não vencedor da eleição para o Senado. Se o JV se eleger senador (tem que combinar com o eleitor), e com o Lula disparado na frente como provável futuro presidente, ele terá um papel de muita influência num eventual segundo turno para o governo estadual. Mas tudo isso fica no campo de uma hipótese, porque é muito cedo para saber quem ficará com a única vaga para o Senado; quem será o futuro presidente, e o futuro governador dos acreanos. É um quadro sobre o qual só se terá um perfil confiável do  desfecho, com as pesquisas do segundo semestre de 2022. Não se pode prever resultados antes dos times entrarem em campo. O estádio só vai ser aberto no próximo ano. E, como ninguém tem bola de cristal, é aguardar.

NO JOGO DO PSD
A EX-DEPUTADA FEDERAL Antônia Lúcia não vai continuar no PL, que ficará com a deputada federal Mara Rocha. Antônia fez as pazes políticas com o grupo do Pastor Pedro Abreu, e deverá ser candidata a Federal pelo PSD.

CANDIDATOS
OS INTEGRANTES do Conselho Político do governo Gladson devem se desincompatibilizar dos cargos de diretores para serem candidatos a deputado: Élson Santiago, Nelson Sales, Jairo Carvalho; e Alysson Bestene, que será o vice do Gladson ou sairá a deputado federal.

NÃO É MAIS NOVIDADE
O que se deve levar em conta na recente pesquisa do Data-Folha, em que o Bolsonaro aparece novamente perdendo feio para o Lula é, que o presidente não é mais a novidade que foi na campanha que o elegeu. O desastre na condução da pandemia, tirou todo o encanto do novo.

NÃO DECIDE, MAS É UM NORTE
CLARO que, pesquisa a mais de um ano para a eleição não elege ninguém, mas é um norte negativo para alertar o Bolsonaro. Mas, há muita água a rolar debaixo da ponte.

PARA LEMBRAR AS VÍTIMAS
O PROJETO de construção de um Memorial para homenagear as vítimas de Covid-19, uma iniciativa do secretário estadual de desenvolvimento urbano e regional, Luiz Felipe Aragão, completa e marca da luta do governador Gladson Cameli contra a pandemia. Os nomes de todas as vítimas serão grafados na obra, no INTO.

CACIFE PARA PEDIR VOTOS
O DEPUTADO Daniel Zen (PT) tem cacife para pedir votos aos professores e pessoal de apoio da Educação na busca da reeleição. Ninguém mais do que ele defendeu a categoria na ALEAC. Os anais registram esta sua luta.

TERÇA DECISIVA
A PRÓXIMA terça-feira será decisiva para saber quem vai comandar no estado a fusão do DEM com o PSL. O deputado federal Alan Rick (DEM) e o deputado Antonio Pedro (DEM) vão para a reunião com a executiva do DEM, em Brasília, munidos das últimas pesquisas ao Senado.

DO OUTRO LADO, O BITTAR
NA OUTRA ponta da corda vai estar o senador Márcio Bittar (MDB), que recebeu convite para se filiar na fusão, mas deve exigir que a candidata ao Senado do grupo no estado seja a Márcia Bittar (MDB). O jogo é bruto.

RELAÇÃO INSTITUCIONAL
A RELAÇÃO do prefeito Mazinho (MDB) com o governador Gladson tem sido institucional, não há um sinal de que represente um acordo político. Mazinho vem reiterando que seu candidato ao governo é o Petecão.

FORA DO CENÁRIO
FIQUE com o senador Márcio Bittar (MDB) ou com o deputado federal Alan Rick (DEM) o comando da fusão DEM-PSL, implica em um ponto: não vai haver mais lugar para o vice-governador Major Rocha, que é filiado ao PSL.

OUTRO CENÁRIO
A FUSÃO é apenas um dos cenários que vai gerar um fato novo na política do estado para 2022; outros acontecimentos importantes vão mexer as pedras no tabuleiro. Portanto, é cedo paras se fazer previsões.

CHAPA ARRUMADA
SEM NINGUÉM com mandato, uma chapa que vai ficando bem arrumada para a disputa de vagas na ALEAC, no próximo ano, é a do PTB. A presidente Charlene Lima deve ser candidata a deputada federal.

SITUAÇÃO CÔMODA
AVALIANDO bem, a situação da senadora Mailza Gomes (PP) é cômoda, nesta guerra pela indicação do candidato do Senado no grupo palaciano. É a presidente do PP; tem apoio da executiva nacional e, obrigatoriamente, o governador Gladson, que é do PP, terá de conversar com ela. Ela só não será a candidata do PP, se não quiser.

MALAS PRONTAS
OS DEPUTADOS André da Farmácia, Marcos Cavalcante, Vagner Felipe e Pedro Longo, que não terão legenda nas siglas pelas quais foram eleitos, já estão sondando em que partidos vão se filiar em 2022, para disputarem a reeleição. Seus partidos de origem não aceitarão ninguém com mandato em suas chapas para a ALEAC.

ACABOU A FACILIDADE
COM O FIM das coligações proporcionais acabou a facilidade de vários partidos pequenos se coligarem para eleger deputado federal e deputado estadual.

COMO QUE POR ENCANTO
ACABARAM as críticas ao prefeito Tião Bocalon na Câmara Municipal, como num ato de magia. Sobraram na tribuna os vereadores Michelle Melo (DT) e Emerson Jarude (MDB). O que a ameaça de impeachment não faz!

ESPERA A FORMALIDADE
A INAUGURAÇÃO da nova sede do PL marca a chegada da deputada federal Mara Rocha (PSDB) no partido. A nova executiva foi montada por ela. A sua filiação só será em março de 2022, quando abrir janela de desfiliações.

MUDANÇA DE ROTA
UM ACORDO em que o prefeito de Marechal Taumaturgo, Isaac Piãnko, se afasta para ser candidato a deputado estadual em 2022; e o seu vice, que é do PP, viria para o PSD, está sendo costurado. Tudo chancelado pelo senador Sérgio Petecão (PSD).

UMA CHAPA QUE BRIGA POR TRÊS
JEFERSON PURURUCA, Heitor Junior, Leila Galvão, Eduardo Ribeiro, Lene Petecão, Rosana Nascimento, Zé do Posto (ex-vice-prefeito de Assis Brasil), Isaac Piãnko (prefeito de Marechal Taumaturgo), Ângela Helosman (vice-prefeita de Mâncio Lima), Lourival Marques (Louro), Esperidião Taxista, Vereador Rubem (Epitaciolândia) e, mais dois nomes que, por motivos políticos, só serão revelados em 2022. Esta chapa do PSD briga por três deputados, tranquilo! Anotem para conferir.

MAS NÃO DIVULGA…
TENHO escutado comentários pontuais positivos sobre o trabalho do prefeito Tião Bocalon nos bairros. Mas poucos ficam sabendo, por não massificar a divulgação.

FRASE MARCANTE
“Viva todos os dias como se fosse o último. Um dia você acertará.” (Luís Fernando Veríssimo).

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Blog do Crica

Vanda não entra no “pacto” e toca candidatura 

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A DEPUTADA FEDERAL VANDA MILANI (PROS) não vai aderir ao pacto formado pelo grupo de candidatos ao Senado, integrado pelos deputados federais Alan Rick (DEM), Jéssica Sales (MDB) e pela senadora Mailza Gomes (PP), que acordaram que vão acatar as pesquisas, com o melhor avaliado sendo o candidato único a senador na chapa do governador Gladson, sendo que os demais; um sairia para vice e outro para deputado federal.

 O médico Israel Milani, filho da deputada federal Vanda Milani (PROS), teceu ontem ao BLOG, um comentário irônico sobre a iniciativa: “enquanto eles estão fazendo pacto, a deputada Vanda está se articulando politicamente nos municípios. Fechamos ontem uma série de encontros no Alto Acre, todos promissores”, disparou Israel. 

Citou ainda que está havendo um incentivo muito grande por parte da direção nacional para com a candidatura ao Senado da sua mãe, tanto é que colocou um helicóptero para os seus deslocamentos pelo interior. O aparelho já foi, inclusive, usado ontem, na pauta cumprida em municípios do Vale do Acre.

Vanda não deve participar de nenhum acordo que implique na retirada da sua candidatura. O que ela tem dito é que, a sua candidatura a senadora acontecerá em qualquer cenário político. Mas vai buscar ser a candidata na chapa do governador Gladson Cameli.

ESTÁ COM PRESTÍGIO

UM FATO deve ser reconhecido: a deputada federal Vanda Milani (PROS) está mesmo com prestígio com a direção nacional do partido, ou seus dirigentes não colocariam um avião e um helicóptero à sua disposição.

NÃO HÁ LUZ

NÃO CONSIGO ver um facho fraco de luz no fim do túnel, quanto mais uma luz forte que indique o fechamento do grupo de candidatos ligados ao Palácio Rio Branco, em torno de uma única candidatura ao Senado. A conta não fecha. Quatro dos cinco vão dançar na maionese.

JOGA COM OS NÚMEROS

O DEPUTADO FEDERAL Alan Rick (DEM) joga com a estrutura no seu entorno e com as pesquisas para ser escolhido como o candidato ao Senado do Gladson. Nas duas pesquisas para senador apareceu como o melhor colocado no grupo do governador. “Temos time”, diz. E, enumera que o DEM tem um deputado federal, um deputado estadual, um prefeito e dezoito vereadores.

VAI PEGAR FOGO

ESTA disputa que está sendo travada dentro do grupo do governador Gladson por cinco candidatos, querendo ser seu parceiro de chapa para o Senado, deve pegar fogo ao longo de outubro, quando quatro pesquisas estarão em campo. Os resultados não vão resolver a pendenga, mas vão acirrar ainda mais os ânimos dentro do grupo.

O QUE SE TEM DE CONCRETO?

O QUE SE TEM DE CONCRETO dentro desta guerra surda para ser o candidato ao Senado na chapa do Gladson, é que a Márcia Bittar e a Vanda Milani não recuam.

É CEDO PARA AVALIAÇÕES

QUALQUER avaliação política que se fizer hoje para a disputa do governo, é prematura, sob todos os aspectos. Não sabemos como ficarão as composições, e eleição majoritária muda na campanha como as nuvens. É, como dizia o político mineiro Magalhães Pinto: “Política é como  nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou”. Portanto, cautela e caldo de galinha.

BRIGA NACIONAL

A SEMANA que vai entrar será quente, em Brasília, com uma briga surda, que será travada entre lideranças regionais pelo comando estadual da fusão DEM-PSL.

QUEDA LIVRE

O Bolsonaro continua em queda livre nas pesquisas. O da DATAFOLHA desta semana o situa batendo recorde de rejeição ao seu governo, com 53%. A sua aprovação é de apenas 22%. Cada dia fica pior para o “Mito”.

NÃO BRIGO COM PESQUISA

NÃO BRIGO com pesquisa. Não é possível que seis pesquisas de institutos diferentes realizadas neste segundo semestre, que apontam o Lula na frente do Bolsonaro, e o governo deste com alta rejeição, estejam erradas. Por favor, sem teoria da conspiração!

FICOU NA PROMESSA

O PRESIDENTE Bolsonaro trocou o presidente da Petrobrás, sob o argumento que o anterior não baixava o preço dos combustíveis. Ficou na promessa. Com o General que assumiu, é um aumento atrás do outro.

SÓ ELE SABE

NÃO ADIANTA tentar prever quem será o candidato ao Senado ungido pelo governador Gladson, porque, ele tem feito afagos aos cinco nomes que estão na disputa. Cada um que encontra abraça, bate fotos, e trata como “meu senador” ou “minha senadora”. E, assim ele vai levando.

SEM CRÍTICAS

COLETA DE LIXO, as ações da Zeladoria nas praças e outros logradouros públicos, sempre limpos; são pontos positivos na gestão do prefeito Tião Bocalom.

FOI PRECISO A AMEAÇA DO IMPEACHMENT

AO que as nomeações indicam, o prefeito Tião Bocalom se acertou com a maioria dos vereadores. Foi preciso a ameaça de impeachment para entender que, ele não governaria sem ter uma bancada de apoio na Câmara Municipal. Este tipo de aliança, não tem nada de anormal.

COLOQUE NA DISPUTA

O PROS tem chapas praticamente completas para deputado estadual e deputado federal. Coloque o secretário de Meio Ambiente, Israel Milani, como um forte candidato a uma vaga na Câmara Federal. 

CONTINUAM COM BURCAS

O PT até aqui, não retirou as burcas das chapas com seus candidatos a deputado federal e deputado estadual. Para Federal se sabe apenas do Léo de Brito, do Sibá Machado e do Angelim. E, para estadual do Daniel Zen, do Marcus Alexandre e do Cesário Braga.

FRASE MARCANTE

“Visto em Deus, o processo que chamamos de envelhecimento é um progresso em direção a Ele.” (Igino Giordani)

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