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Erro de informação sobre local de prova do Enem? Saiba o que fazer

Cartões de confirmação devem ser verificados previamente para evitar transtornos

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O cartão de confirmação da inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi disponibilizado nesta segunda-feira (22) e, não por acaso, as recomendações dadas incluem a visualização antecipada do local de prova. Graças à antecipação, o participante Roberto da Conceição, de 26 anos, conseguiu identificar uma informação inconsistente no documento. “A universidade em que fui alocado tem campi diferentes. No local de realização do exame constava um campus e, no endereço, outro. Como eu sei que são bairros distintos, percebi que havia um problema”, sinaliza.

Para solucionar o problema, o estudante buscou orientações específicas sobre como proceder em casos de erro nas informações, tanto no cartão de confirmação quanto na página do participante, mas não encontrou. Foi necessário então abrir uma chamada técnica na seção Fale Conosco, do Ministério da Educação (MEC) e até mesmo entrar em contato por telefone.

Em ambos os casos, foi orientado a seguir as recomendações que constavam no documento. “Recebi a mesma resposta: ‘você tem que ir ao local indicado antecipadamente para saber se o seu nome está lá’. Como é que eu saberia se o meu nome estaria lá? Não sei como funciona esse procedimento, se os nomes são disponibilizados antecipadamente”, comenta.

Saiba mais: participantes do Enem avaliam a logística para chegar ao local de prova

Orientações do MEC

Em casos como esse, a orientação do MEC é que o estudante entre em contato com o órgão por meio dos canais de atendimento. Por telefone, o número é 0800616161. No site da pasta, basta acessar a seção Fale Conosco e enviar a notificação.

Correção do endereço

Na manhã desta quarta-feira (24), Conceição foi informado por e-mail do MEC que o local de realização da prova havia sido alterado. Apesar de acreditar que a retificação não foi decorrente da abertura da chamada técnica, já que o comunicado não incluiu o número de protocolo, o conselho é que todas as informações sejam checadas antes do primeiro dia da prova do Enem 2018, em 04 de novembro.

“Se eu deixasse para a última hora ou eu não visse o e-mail de alteração, haveria um problema. Ia atrapalhar um processo bem importante na vida de todo estudante. Então, é importante verificar a instituição de ensino e o endereço, traçar todo o seu roteiro bem antes para não correr o risco de virar um memedos atrasados do Enem”, recomenda.

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Acre 01

Médicos pedem socorro por falta de insumos e medicamentos no Acre: governo nega

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O Sindicato do Médicos no Acre (Sindmed-AC) emitiu uma nota neste sábado, 27, informando a população de que, além de não ter mais vagas nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) nos hospitais públicos e privados do Estado, também faltam medicamentos e insumos básicos para tratamento de pacientes internados com Covid-19.

“Há fila de espera para UTIs públicas e particulares. Não existem vagas. O Hospital do Idoso apresenta falta de estrutura, sem medicamentos. Medicação e demais insumos para atender os internados já são escassos e começam a faltar. Itens como Bomba de Infusão (que faz a infusão de medicamentos ou alimentos para serem injetados de forma regulada no paciente), faltam medicamentos – entre eles até a sedação para a intubação de pacientes, faltam antibióticos”, alegam os profissionais de saúde.

Os médicos denunciam ainda falta de médicos no Estado e que o governo teria se recusado a contratar os profissionais recém formados. “Parte desses colegas estão indo embora por não terem contrato”, lamentam, destacando que, os monitores utilizados para verificar a situação de pacientes estão pifados no Into.

O que diz o governo

O governo do Acre respondeu a nota do Sindmed com uma nota de esclarecimento. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), de fato, nas últimas semanas, as unidades têm apresentado taxas de ocupação superiores a 90% na média.

No entanto, conforme a Sesacre, os pacientes com indicação de UTI, na rede pública, recebem o tratamento necessário nas salas vermelhas das enfermarias que contam com todo suporte de UTI, enquanto aguardam a liberação da vaga.

Sobre a falta de profissionais apontada pelo Sindmed, o Estado do Acre diz que contratou profissionais, não só para capital,mas para o interior do Estado.

‘As equipes de saúde se revezam em plantões de 12h e muitos destes profissionais estão na linha de frente do atendimento às pessoas desde o início da pandemia. Mesmo trabalhando em escalas e quantitativos adequados às normativas profissionais, não há como não estarem cansados. A condição de desgaste gerado na pandemia é diferente de tudo que já vivenciaram na Saúde. O sofrimento gerado, familiares e amigos (quando não os próprios trabalhadores) infectados, alguns de forma grave e até irreversível, também afetam os trabalhadores das unidades”, garante.

O governo assegura que o Into dispõe de equipamentos suficientes para a adequada atenção aos pacientes. “Na última semana, mais um lote de bombas de infusão foram disponibilizadas ampliando a capacidade do parque de equipamentos. Esforço adicional têm sido feito para ampliar o backup destes equipamentos ampliando a reserva técnica. Não há falta de medicamentos. Os estoques são monitorados em tempo real, remanejados entre as unidades e substituídos dentro dos protocolos clínicos validados e utilizados nos hospitais”, concluiu.

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Acre 01

MPF nega retirada de migrantes da ponte de Assis Brasil: “direito à manifestação”

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O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se pelo indeferimento de pedido liminar formulado em ação de reintegração de posse com interdito proibitório ajuizada pela União Federal contra os estrangeiros que estão acampados na ponte Ponte da Integração Assis Brasil (AC) – Brasil x Iñapari – Peru, situada na BR-317, a cerca de 320 km de Rio Branco.

O procurador da República Lucas Costa Almeida Dias fundamentou sua manifestação no direito de livre manifestação que deve atender aos imigrantes nesse caso, afirmando que tal direito tem posição de preferência sobre outros direitos, de acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

No parecer, o MPF ressalta que a liberdade de manifestação e reunião inclui o direito de os cidadãos, inclusive estrangeiros, de agruparam-se com a finalidade de buscar a expressão ou realização comum de um fim lícito.

Diferentemente do que afirma a União Federal, o grupo que ocupa a ponte, que já chegou a cerca de 500 pessoas, não oferece risco à segurança nacional, tampouco se compõe de pessoas que tenham envolvimentos com tráfico de drogas ou pessoas, não sendo justificada, sequer, a presença da Força Nacional de Segurança Pública no local, pois tratam-se, em sua grande maioria, de pessoas idosas, crianças, mulheres e cidadãos em outras condições de vulnerabilidade que apenas desejam seguir caminho, saindo do Brasil.

O MPF também reforça o pedido a partir de documentos que foram trazidos pela própria União, pois a área técnica do Ministério das Relações Exteriores afirmou que o Acordo de Complementação Econômica nº. 58 e o Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre não são aplicáveis ao caso e que há outras alternativas para o escoamento da produção além da ponte ocupada.

Os dados colhidos pelo MPF demonstram que, desde o início da pandemia, o trânsito no local já era bastante reduzido, tendo a travessia sido proibida por questões sanitárias em outras ocasiões neste período. E mesmo nestas ocasiões, houve entendimento para que grupos de imigrantes pudessem fazer a travessia e seguir aos seus destinos.

O parecer também aponta incoerências da União no tratamento do caso, pois após deslocar representantes de vários ministérios ao local, não houve apresentação de nenhuma solução diplomática ou de destinação de verbas para que fosse prestado o devido tratamento humanitário às pessoas, tendo sido o ajuizamento de uma ação de reintegração de posse o único movimento concreto conhecido, como se os imigrantes desejassem tomar posse da ponte para seu uso exclusivo, e não manifestar seu desejo e necessidade de seguir viagem.

Além de opinar pela improcedência do pedido, o MPF também pediu que seja realizada inspeção judicial no local.

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Destaque 2

Acre vai receber mais R$ 12,5 milhões para conter danos causados pelas cheias

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O Ministério do Desenvolvimento Regional anunciou que na próxima segunda-feira, dia 1°, vai publicar outras três portarias para liberar mais R$ 12,5 milhões ao Acre para ajudar a minimizar os danos causados pelas enchentes de rios e igarapés.

Antes disso, o governo federal já havia liberado R$ 8,1 milhões para o Acre. Os recursos, destinados a alagação, serão rateados entre o governo do estado e quatro prefeituras municipais.

Esses recursos foram prometidos ao senador Marcio Bittar (MDB) no último domingo (21), pelo presidente Jari Bolsonaro. Os dois tiveram uma reunião de emergência para tratar sobre o drama das famílias atingidas pelas cheias.

No total, a medida provisória garante R$ 450 milhões para os estados em situação de calamidade pública.

“A primeira fase é destinada ao socorro emergencial dos afetados pelas catástrofes naturais. A segunda prevê o aporte de novos recursos para a reconstrução das áreas atingidas, entre as quais as vias públicas”, disse Bittar.

Ele ressaltou que Bolsonaro não apenas cumpriu a promessa de liberar os recursos para sete municípios e também para o governo estadual, como esteve no Acre para acompanhar de perto os danos causados pelas enchentes.

Na quarta-feira (24), o presidente fez um sobrevoo de helicóptero nas áreas atingidas pela alagação do Rio Iaco, em Sena Madureira.

Veja a seguir o detalhamento dos valores provenientes da União:

Cruzeiro do Sul – R$ 3.102.769,00

Sena Madureira – R$ 2.308.752,54

Feijó – R$ 744.510,00

Mâncio Lima – R$ 892.625,25

Governo do Estado – R$ 1.119.522,99

Rio Branco – R$ 2.673.145,38

Tarauacá – R$ 1.273.318,60

Santa Rosa do Purus – R$ 384.957,12

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Extra Total

Acre registra 10 mortes e mais de 600 novos casos de Covid-19 neste sábado

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O Acre voltou a registrar um número assustador de novos infectados por Covid-19. A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) registrou 606 novos casos neste sábado, 27. O número de infectados saltou de 56.731 para 57.337 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 157.236 notificações de contaminação pela doença, sendo que 98.966 casos foram descartados e 933 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 46.623 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 289 pessoas seguem internadas.

Mortes em alta

Mais 10 notificações de óbitos foram registradas neste sábado, 27, sendo 7 do sexo masculino e 3 do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 996 em todo o estado.

Os óbitos são:

Morador de Rio Branco, G. M. Q., de 74 anos, deu entrada no dia 22 de fevereiro, no Pronto-Socorro de Rio Branco, vindo a falecer no dia 23.

Morador de Xapuri, M. A. M., de 62 anos, deu entrada no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), no dia 1 de fevereiro, e veio a óbito no dia 26.

Morador de Rio Branco, P. P. S., de 85 anos, deu entrada no dia 23 de fevereiro, no Pronto-Socorro de Rio Branco, vindo a falecer no dia 26 de fevereiro.

Morador de Cruzeiro do Sul, J. C. S., de 82 anos, deu entrada no dia 23 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, vindo a falecer no dia 25.

Morador de Rio Branco, A. N. A., de 87 anos, deu entrada no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), no dia 22 de fevereiro, e veio a óbito no dia 25.

Morador de Rio Branco, J. A. P., de 53 anos, deu entrada no dia 14 de fevereiro, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), vindo a falecer no dia 25 de fevereiro.

Morador de Capixaba, M. P. O., de 56 anos, deu entrada no dia 19 de fevereiro, no Pronto-Socorro de Rio Branco, vindo a falecer no dia 26.

Moradora de Cruzeiro do Sul, T. P. A., 63 anos, deu entrada no dia 17 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, vindo a falecer no dia 26.

Moradora de Cruzeiro do Sul, F. S. B., 81 anos, deu entrada no dia 18 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, vindo a falecer no dia 26.

Moradora de Cruzeiro do Sul, A. N. N., 50 anos, deu entrada no dia 22 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, vindo a falecer no dia 27.

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