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PT lança Lula candidato neste sábado em meio a impasse na definição de vice

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Ricardo Galhardo, Daniel Wetarmann e Katna Baran, O Estado de S.Paulo

O PT chega à convenção do partido que vai homologar o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, como candidato da legenda à Presidência sem saber se a escolha do vice será definida agora. Dirigentes petistas, porém, consideram um risco o adiamento da decisão e defendem que a indicação para a composição da chapa seja definida ainda neste sábado, 4, data da convenção da sigla nas eleições 2018.

Lula esteve nesta sexta-feira com a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, mas a discussão sobre a vice não foi conclusiva. “Não houve mudança jurisprudencial na Justiça Eleitoral”, justificou a senadora sobre uma possível modificação de entendimento de Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinando que o nome de vice seja homologado 24 horas após as convenções partidárias. O ex-presidente, condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão, pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

PCdoB oficializa candidatura de Manuela D
Manuela discursou em evento de lançamento da candidatura, em Brasília. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão, advogado do PT no TSE, disse que o adiamento é arriscado. “Acho que é uma atitude de risco. A gente nunca sabe como o tribunal vai decidir. Mas existem razões políticas (para a decisão do PT) que tem que ser levadas em conta.”

Advogados eleitorais ouvidos pelo Estado  afirmaram que, em eleições anteriores, a Justiça Eleitoral autorizava as convenções partidárias a delegar a escolha do vice. “Sempre foi autorizado delegar até a data do registro (15 de agosto)”, disse o especialista em direito eleitoral Helio Silveira.

Desde quinta-feira, o PT se apressava para definir o nome do vice até o Encontro Nacional do partido, com poderes de convenção, marcado para hoje em São Paulo. A estratégia inicial do partido era escolher o vice até o dia 15, quando acaba o prazo para registro das candidaturas. Os advogados do partido, porém, mudaram de opinião e orientaram a direção a antecipar a escolha para este sábado.

Nesta sexta-feira, Gleisi, o ex-prefeito Fernando Haddad, o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh e o tesoureiro do PT, Emídio de Souza, embarcaram rumo a Curitiba para anunciar a mudança de planos e definir a nova estratégia com Lula.

Dirigentes petistas, no entanto, já diziam temer pela reação do ex-presidente. De acordo com líderes do PT, Lula determinou que o partido retomasse a estratégia oficial. Ontem, Gleisi ouviu outros advogados e depois de conversar com Lula decidiu voltar ao plano original, apesar do risco.

Manuela, do PCdoB, cotada como vice de Lula

As reviravoltas provocaram tumulto no PT e em partidos aliados, com o PCdoB, cotado para ficar com a vaga de vice. Gleisi chegou a marcar uma reunião com a presidente do PCdoB, Luciana Santos, para decidir se a deputada estadual Manuela d’Ávila seria a escolhida. Segundo fontes do PCdoB, a direção petista sugeriu que Manuela retirasse a candidatura ao Planalto e ficasse no “banco de reservas” até a situação de Lula ser definida pela Justiça Eleitoral.

Ainda de acordo com as fontes do PCdoB, a estratégia petista era indicar provisoriamente um vice do PT, possivelmente o ex-prefeito Fernando Haddad, visto como possível substituto de Lula, e a chapa “real”, com Manuela de vice, só seria anunciada quando esgotarem as possibilidades do ex-presidente na Justiça. O PCdoB, no entanto, considerou a proposta “constrangedora” e recusou.

Fonte: O Estadão

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Acre tem mais um caso suspeito de monkeypox e chega a 28 notificados, informa saúde

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A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Centro de Intervenções Estratégicas em Vigilância Sanitária (Cievs), notificou nesta quarta-feira, 5, mais um caso suspeito de monkeypox, em Rio Branco.

Já são 28 casos notificados no estado, sendo um confirmado, 23 descartados, 3 suspeitos e um com perda de seguimento. É considerada perda de seguimento o caso que não tenha registro de vínculo epidemiológico; aquele em que o paciente não realizou a coleta de exame laboratorial ou fez, mas a amostra foi inviável; que teve resultado inconclusivo, ou ainda aquele que não teve oportunidade de nova coleta de amostra laboratorial 30 dias após o início da apresentação dos sintomas.

O que é a doença

A monkeypox, também chamada de varíola dos macacos, é uma doença zoonótica viral, transmitida para humanos por meio do contato com animal, humano infectado ou material corporal humano contendo o vírus. Foi considerada emergência de saúde pública global em 23 de julho deste ano, pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Sintomas

Erupções cutâneas, lesões em mucosas, febre, dor de cabeça, inchaço dos linfonodos (ínguas), dores nas costas, dores musculares e fadiga.

O que fazer em caso de suspeita

O atendimento para casos suspeitos está disponível em qualquer unidade básica de saúde (UBS) ou de pronto atendimento (UPA). A rede conta com insumos para coleta de amostras das leões cutâneas para análise laboratorial.

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Governo do Acre pretende realizar novos concursos na saúde, educação e Polícia Penal

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Em entrevista à Rede Amazônica na manhã desta terça-feira, 4, o governador reeleito, Gladson Cameli (Progressistas), declarou que seu próximo governo será focado na geração de emprego e renda e para isso, garantiu que irá buscar a realização de novos concursos na área da saúde, educação e segurança.

Um dos certames mais aguardados pelos concurseiros de plantão será o da Polícia Penal – sendo que o último foi realizado em 2007 – ainda na gestão de Binho Marques do PT. “Vamos soltar o novo edital do concurso da penal”, comentou destacando também a realização de concursos na área de saúde e educação.

Sobre a próxima gestão, Cameli adiantou que deverá contar com apoio dos três senadores da República, Alan Rick, Márcio Bittar e Sérgio Petecão. “Eu desci do palanque”, declarou.

Sem citar nomes, o chefe do executivo acreano deixou claro que sua equipe será técnica e focada em projetos em prol da sociedade.

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Ranking nacional da abstenção: Acre tem a 4ª maior taxa de faltosos nesta eleição

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A taxa de abstenção no primeiro turno das eleições presidenciais de 2022 foi a mais alta desde 1998. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 34.241.529 eleitores deixaram de votar neste domingo (2.10), equivalente a uma abstenção de 23,15%.

O Acre ocupa a 4ª colocação no ranking de abstenção no País. Quase 132 mil eleitores não foram às urnas neste domingo (2) em todo o Estado, o que equivale a 22,43% de faltosos.

Rondônia foi o Estado brasileiro com a maior porcentagem no quesito, com 24,6%. 113.676.954 de brasileiros foram às urnas, com a taxa de comparecimento de 76,85%.

Os acreanos foram às urnas escolher seus representantes políticos para os próximos quatro anos. Foram eleitos deputados estaduais, federais e distritais, senadores e governadores.

Gladson Cameli se reelegeu em 1º turno mas no País vários Estados terão segundo turno: Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Espírito Santo, Santa Catarina, Alagoas, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rondônia, Sergipe e Amazonas.

Na disputa presidencial, também haverá uma nova rodada entre os candidatos Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL), que tiveram 48,31% e 43,30% de votos, respectivamente.

Além da grande taxa de abstenção, o dia de votação foi marcado por muitas filas e confusão nos locais de votação. Houve confusão até no pleito disputado no exterior, que, inclusive, teve uma taxa de comparecimento maior do que em relação a 2018. Além de Rondônia, Mato Grosso, com 23,38% de abstenção, e o Rio de Janeiro, com 22,74%, estão entre os maiores nessa taxa.

O Estado em que mais pessoas compareceram aos locais de votação, proporcionalmente, foi Roraima, onde o índice de não comparecimento ficou em 16,70%. O levantamento é da CNN.

Ranking da abstenção:

Rondônia – 303.171 pessoas (24,65%)

Mato Grosso – 577.424 pessoas (23,38%)

Rio de Janeiro – 2.916.893 pessoas (22,74%)

Acre – 131.835 pessoas (22,43%)

Alagoas – 520.520 pessoas (22,37%)

Minas Gerais – 3.628.600 pessoas (22,28%)

Maranhão – 1.118.437 pessoas (22,20%)

Mato Grosso do Sul – 440.783 pessoas (22,08%)

Goiás – 1.057.695 pessoas (21,72%)

São Paulo – 7.495.213 pessoas (21,61%)

Bahia – 2.408.302 pessoas (21,35%)

Pará – 1.289.607 pessoas (21,22%)

Espírito Santo – 606.490 pessoas (20,75%)

Amazonas – 532.192 pessoas (20,13%)

Rio Grande do Sul – 1.699.416 pessoas (19,78%)

Amapá – 107.323 pessoas (19,51%)

Paraná – 1.651.765 pessoas (19,48%)

Tocantins – 202.897 pessoas (18,54%)

Santa Catarina – 1.014.004 pessoas (18,43%)

Sergipe – 306.652 pessoas (18,35%)

Pernambuco – 1.277.050 pessoas (18,20%)

Rio Grande do Norte – 464.112 pessoas (18,17%)

Piauí – 454.701 pessoas (17,69%)

DF – 387.096 pessoas (17,54%)

Ceará – 1.190.122 pessoas (17,45%)

Paraíba – 534.574 pessoas (17,29%)

Roraima – 61.228 pessoas (16,70%)

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Setor de serviços gera mais emprego com carteira assinada no Acre; indústria retrai

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O setor de serviços foi o que mais gerou emprego com carteira assinada no Acre em agosto, segundo o Ministério do Trabalho e Previdência. O segmento abriu 636 postos de um total de 858 ofertados naquele mês. Por outro lado, a indústria mais demitiu que contratou, gerando variação negativa de 0,30%.

Em nível nacional, o Ministério do Trabalho considera que o setor apresentou ótimo desempenho no mês, gerando 141.113 vagas, seguido pela indústria, setor que obteve o segundo maior crescimento, gerando 52.760 postos formais, mostrando a sustentação de sua retomada. Também foram positivos os saldos do comércio, (41.886); a construção civil, (35.156) e a agropecuária que gerou 7.724 vagas no mês.

Ainda no plano federal, o setor da construção civil teve o desempenho mais destacado no acumulado do ano, com um crescimento de 10,89%, assim como o bom desempenho foi verificado em todos os demais setores da economia, também com saldos positivos no ano. O setor de Serviços obteve 1.027.288 vagas geradas e a indústria 319.379 novos postos gerados no período.

O resultado positivo ocorreu em todos os setores da economia nas 27 Unidades da Federação, com destaque para São Paulo, que gerou no mês 74.973 postos de trabalho. A região Nordeste foi o grande destaque regional, com crescimento de 0,96% da força de trabalho, o maior crescimento relativo entre as cinco regiões brasileiras.

Outro destaque de Agosto foi o salário médio real de admissão, que apresentou crescimento pelo terceiro mês seguido, fruto do aquecimento do mercado de trabalho e do sucesso das políticas de controle da inflação do governo.

Os dados completos do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) de agosto podem ser acessados no site do Ministério do Trabalho e Previdência pelo link http://pdet.mte.gov.br/novo-caged.

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