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Em 2018, quase metade dos assassinatos no Acre não foi elucidada pela Polícia

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Não bastasse a quantidade crescente de mortes violentas registradas no Acre nos últimos anos que assusta a população, outro problema surge com ela: a não identificação dos seus autores, garantindo certa impunidade aos assassinos.

De acordo com dados do Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp), 49% dos homicídios dolosos registrados no primeiro semestre deste ano no estado não foram elucidados, ou seja, até agora a polícia não prendeu os assassinos.

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Apesar de o número de casos solucionados ser maior (51%), a não resolutividade dos crimes chama a atenção pelo seu aumento ocorrido nos últimos três anos. Até bem pouco tempo o Acre era uma das referências nacionais na elucidação de crimes contra a vida.

Segundo estudo do Sisp, as mortes encomendadas e fruto de “acerto de contas” na guerra entre as facções criminosas são um dos fatores a atrapalhar as investigações. Identificar os assassinos neste tipo de situação, afirma a polícia, é mais difícil. Tempos atrás os assassinos eram identificados de forma mais fácil por terem algum tipo de relação com a vítima.

Agora, as mortes encomendadas pelas facções são feitas com característica de execução, geralmente por bandos que invadem o “território” inimigo. Outro fator a influenciar nesse aumento de homicídios não elucidados é a própria falta de recursos humanos nas delegacias responsáveis pelos inquéritos.

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