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Desembargador do Acre diz que existem condições de se fazer busca e apreensões coletivas em bairros de Rio Branco

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O governador Sebastião Viana anunciou nesta quinta-feira, 26, em coletiva na Casa Rosada o retorno de mais de 40 policiais militares que trabalhavam na segurança institucional de órgãos como o Ministério Público, o Tribunal de Justiça, a Assembleia Legislativa e a prefeitura de Rio Branco, para o serviço ostensivo da PM. Outros oito foram cedidos pela Força Nacional. O Gabinete do Governador cedeu 11 PMs. 20 desses policiais começam a trabalhar nas ruas a partir da próxima segunda-feira, informou Viana.

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Para trabalhar no lugar desses policiais nas instituições, o Estado vai convocar homens da reserva.

“Esses policiais que vêm, eles vão direto pra rua. Com certeza esses policiais serão importantes no Bope e no Raio”, destacou o comandante da PM, coronel Kinpara.

“Sentimento de união. No sentido de minimizar as ações dessas corporações que agem de forma ilegal”, disse o promotor de Justiça Adenilson Souza, do Ministério Público Estadual.

Perguntado se há possibilidade de a Justiça expedir mandados judiciais coletivos para ações mais robustas com o objetivo de permitir que a polícia feche ruas e quadras inteiras para garantir a ordem durante uma operação policial, o desembargador Francisco Djalma esclarece: “É o chamado mandado de busca e apreensão ou senão condução coercitiva. Existe sim possibilidade. dependendo da situação e dos fatos apresentados pelo Ministério Público, o juiz irá deliberar. Mas existe sim. Há condição de se fazer isso aí.”

Força Nacional

O governador aproveitou para cutucar o governo federal pelo envio de apenas oito homens ao Acre para a Operação Fronteira Segura anunciada dias atrás pelo Ministério da Segurança.

Para Viana, não há reciprocidade por parte do governo com o Acre que, em alguns momentos, chegou a enviar 200 homens para ações da Força em outros estados.

“Oito e não chegou nenhum ainda. Nós mandamos 200 em alguns momentos. Agora estão 40”, criticou.

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