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Marcus Viana e Ney Amorim omitiram apoio a Lula neste domingo; Jorge esbravejou

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Marcus Viana e Ney Amorim, dois dos pré-candidatos que compõem a chapa majoritária do PT ficaram mudos em meio ao imbróglio judicial envolvendo o ex-presidente Lula neste domingo, diferentemente da maioria dos petistas como o governador Sebastião Viana, que foi às redes sociais expressar sua torcida por Lula.

O pré-candidato do PT a governador, Marcus Viana, como faz costumeiramente, mais uma vez se omitiu em relação ao grão-petista. O ex-prefeito de Rio Branco postou em sua fanpage um encontro com “cafezinho” que teve com um trabalhador em um barco em agenda pelo interior do Acre.

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Ney Amorim, pré-candidato a senador, falou sobre sua agenda em Santa Rosa do Purus. Nada além disso.

A última postagem de Jorge Viana no Facebook é um link de sua entrevista no Bar do Vaz, no ac24horas.

Já pelo Twitter, o senador, que é candidato à reeleição, esbravejou:
Lula segue vítima de um jogo de cartas marcadas! Que país é esse? Que justiça é essa? “A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer” (Rui Barbosa)”, publicou.

Sebastião Viana, provavelmente por estar em fim de governo e não ter nada a perder, inclusive a popularidade com suas defesas a Lula, repetiu sua torcida pelo ex-presidente neste domingo e na manhã desta segunda-feira voltou a publicar “Lula livre” em sua página no Facebook.

Lula livre, Lula preso

Durante todo o domingo, juízes protagonizaram uma queda de braço jurídica sobre o processo do ex-presidente Lula.

Pela manhã, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto decidiu conceder liberdade a Lula.

Petistas de todo o Brasil comemoravam nas redes sociais e em um acampamento em Curitiba, cidade onde Lula está preso, a concessão do habeas corpus ao petista, quando o juiz Sérgio Moro afirmou que o desembargador plantonista não tinha competência para mandar soltar o ex-presidente.

Mas logo depois, Favreto emitiu um novo despacho, reiterando a decisão de mandar soltar o ex-presidente.

Foi a vez de o desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, entrar em ação e determinar que não fosse cumprida a decisão de Favreto.

Em resposta ao relator Favreto voltou a ordenar a soltura do ex-presidente Lula.

Já à noite, o presidente do TRF-4, desembargador federal Carlos Eduardo Thompson, decidiu que Lula continue preso e o processo retorne ao relator da Lava Jato, o desembargador João Pedro Gebran Neto.

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