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Messi sonha título, mas pede humildade à Argentina: “Há seleções melhores”

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O sonho de conquistar um título com a seleção argentina segue vivo para Messi e companhia. Mas, após eliminatórias conturbadas, a palavra de ordem entre os hermanos é a cautela. Concentrado com a equipe desde a última semana, em preparação para a Copa do Mundo, o camisa 10 concedeu uma entrevista longa ao “Canal 13” e tratou de pedir humildade na busca pelo sonho Rússia.

– A verdade é que este grupo tem muita fé, estamos trabalhando muito bem, temos jogadores com muita experiência. Mas temos que ir com tranquilidade e também não temos que ir com a mensagem “Vamos ser campeões do mundo porque somos os melhores”, porque a realidade não é assim.

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Então, o entrevista o questiona se a Argentina hoje não está entre os melhores. Messi responde rápido e continua o raciocínio.

– Não (somos os melhores). A realidade é que, sendo sincero e justo, hoje há seleções melhores que nós. Temos que ser realistas, com humildade em busca desse sonho. Vamos dar tudo para tentar conseguí-lo, seja qual for o rival. Vamos lutar. Acho que temos jogadores para ter esperança. Tem que ir com calma, jogo a jogo. É importantíssimo começar ganhando, para ter tranquilidade nos outros dois jogos, pois não é um grupo fácil.

Messi, então, fez uma análise dos adversários que a Argentina terá no grupo D do Mundial: a Islândia, na estreia, no dia 16 de junho; a Croácia, na segunda rodada, cinco dias depois; e a Nigéria, na rodada final, no dia 26.

– A Islândia é uma seleção que na última Eurocopa mostrou que complica qualquer um, que se classificou em primeiro no seu grupo diante da Croácia, que é rival nosso e tem um meio de campo que joga muito bem, que tem a bola o jogo inteiro. Acho que parece a Espanha, em um nível abaixo, mas pela qualidade no meio, de jogadores com experiência. E a Nigéria, que sempre nos custou. Obviamente que temos que pensar que vamos passar e passar em primeiro, mas há dificuldade.

Confira outros trechos da entrevista de Messi:

Medo de ficar fora da Copa

– Fomos com medo óbvio por ser ganhar ou ganhar, jogar na altitude do Equador. Além disso, começa o jogo e te fazem um gol. Você diz “Estamos no forno”. Começou da pior maneiro, o medo de ficar fora. Teria sido histórico, uma mancha para nós (ficar fora da Copa).

Lesão de Romero

– Foi uma grande baixa. Ele dizia que era uma besteira, que tinha que limpar o joelho, e em duas ou três semanas voltaria. Mas não era uma decisão fácil para o técnico. Não se sabe se poderia ter esperado. Não gostaria de estar no lugar do técnico, sobretudo por tudo que significa Romero para o grupo e a seleção.

Momento de Higuaín

– Está muito relaxado, consciente do que vem. Ele disse uma grande verdade: “É uma nova oportunidade, mais que uma revanche”. Voltar a tentar, querer estar de volta à Seleção, fazer gols e sair campeão. O apoiamos, como sempre, porque este grupo teve muitas críticas. Chegamos a três finais, mas recebemos muitas críticas. Nós nos fizemos mais fortes do que nunca.

Chance de jogar pela Espanha

– Outro dia conversava com um amigo, e ele me dizia: “Se você tive ficado com a Espanha, já seria campeão do mundo”. Mas não teria sido o mesmo. Obviamente que em nenhum momento me passou pela cabeça. Ser campeão com a Argentina seria algo único.

Só o Barça na Europa

– Cada vez tenho mais certeza que na Europa, o Barcelona será meu único clube. Sempre disse que tenho vontade de jogar algum dia no futebol argentino. Não sei se dará, mas tenho em mente. Seria o Newell’s, mais ninguém. Gostaria de viver isso ao menos por seis meses, mas nunca se sabe o que vai acontecer

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