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Estudantes de medicina brasileiros denunciam cobranças abusivas de documentos na Bolívia

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Depois de constantes reclamações de estudantes brasileiros que fazem curso de medicina na cidade de Cobija na Bolívia por conta de taxas de documentações consideradas abusivas. O deputado Alan Rick (DEM) e o senador Sérgio Petecão (PSD), participaram de uma reunião com os acadêmicos com o objetivo de tentar intervir e cobrar o cumprimento das normas e tratados estabelecidas entre os dois países vizinhos.

A maioria das denúncias feita pelos estudantes aos parlamentares federais acreanos corresponde a Universidade Amazônia de Pando (UAP) que segundo os estudantes vem cobrando taxas consideradas fora da realidade. As taxas de acordo com os acadêmicos chegam aos 200% para os estrangeiros e principalmente para os brasileiros.

Ao receber as denuncias dos acadêmicos de medicina, os parlamentares Alan Rick e Sérgio Petecão, juntamente com os cônsul do Brasil em Cobija, Carlos Eduardo, se reuniram com o secretário geral do Governo de Cobija, Miguel Garcia Bigrabiel que recebeu a comitiva acompanhado da representante da UAP, Maricela Aguada Imanareco.

Para provar que taxas estavam sendo cobradas de forma exorbitantes, os estudantes que estavam mais os parlamentares federais acreanos apresentaram várias documentações com cobranças divergentes e elevadas com relação aos estrangeiros. Motivos que levou o deputado Alan Rick a cobrar os tratados acordados entre Bolívia e Brasil.

“O Brasil é signatário de tratados entre países do Mercosule temos que ter reciprocidade no tratamento entre Brasileiros e bolivianos. O que nós queremos é somente a obediência a estes documentos. Já que estão cobrando taxas discrepantes do que é cobrado dos bolivianos em relação aos brasileiros. O que viemos reivindicar é somente que tenha reciprocidade de ambas as partes”, destacou Alan Rick.


Diante da situação o senador Sérgio Petecão também se mostrou preocupado com a situação. “Recebemos denuncias a tempos e agora podemos conferir com esses vários documentos apresentados pelos estudantes que existe uma cobrança exorbitante e fora da realidade. O que viemos cobrar aqui do governo de Cobíja e da Universidade é que os brasileiros tenham tratamento igualitário”, ressaltou o senador.

A representante dos estudantes brasileiros na Bolívia, Silvia Pacheco disse que os demais acadêmicos estão abertos às negociações e acredita no dialogo. “Acreditamos em um resultado bom, tanto para a faculdade, quanto para nós estrangeiros, principalmente na retirada das documentações necessárias. Assim teremos uma relação cordial entre ambos”, explicou.

O cônsul Brasileiro disse que vem acompanhando a situação e que o órgão que representa o Brasil no país boliviano vem tentando ajudar da melhor forma possível. “Estamos acompanhando o caso dos estudantes de medicina que estão sendo tratados de maneira diferente, por isso vem sendo analisado para acabar com essa diferença”, relatou.

Os parlamentares ainda se reuniram com vários estudantes de medicina em uma escola na cidade de Epitaciolândia no Brasil para tratar de outras denuncias apresentadas. Uma delas foi a respeito de possível corrupção que estaria sendo realizada na UAP. Mas a respeito desta denuncia o senador Petecão disse que esta situação deve ser investigada pelas autoridades bolivianas. “Infelizmente neste caso não podemos fazer nada, a não ser denunciar aos superiores e pedir que algo seja feito”, destacou.


Com informações do oaltoAcre.com

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Gladson lava as mãos sobre o Senado: “se até o dia 15 não chegarem a consenso, todos podem ser candidatos”

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O governador Gladson Cameli deu a entender que praticamente lavou às mãos sobre o candidato único ao senado de seu grupo político. Ao ac24horas, o chefe do Palácio Rio Branco afirmou nesta sexta-feira, 3, que se até o dia 15 de dezembro às forças políticas aliadas do governo não chegarem a um consenso sobre o nome que estará no palanque de 2022, ele não vai se opor a ter várias candidaturas ao senado em seu grupo e deverá focar unicamente em sua reeleição.

“Não vejo movimentação de ninguém abrindo mão de nada por um projeto político coeso e pelo bem maior, então se até o dia 15 não chegarem a um consenso, todos podem ser candidatos. Não vou me opor a isso, quanto mais cabras, mais cabritos. Não terei problema nenhum em está em vários palanques se necessário”, disse Cameli que é candidato a reeleição no ano que vem

No grupo de Cameli, pelo menos 5 nomes são colocados na disputa: os deputados federais Alan Rick (DEM), Jéssica Sales (MDB) e Vanda Milani (Solidariedade), o da atual senadora Mailza Gomes (PP) e o da ex-esposa do Senador Márcio Bittar, Márcia Espíndola Bittar.

Mesmo entendendo que várias candidaturas possam enfraquecer a viabilidade de alguém de seu grupo vencer a disputa ao senado e facilitar o retorno do ex-senador Jorge Viana, apontado em diversas pesquisas na liderança da preferência do eleitorado, Cameli entende que não vale a pena se resgatar com a situação. “Se todos tem esse sonho, que se viabilizem. Eu não tenho interesse de colocar a continuação do nosso governo em risco. Vou trabalhar muito para conseguir ficar nessa cadeira”, frisou.

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Com a presença de Gladson, Fieac protagoniza maior encontro de indústrias da Amazônia Legal

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Ocorre na manhã desta quarta-feira, 1° de dezembro, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), uma reunião, que não só marca os 30 anos da Ação Pró-Amazônia, mas que reúne nove presidentes das indústrias da Amazônia Legal, na agenda do desenvolvimento sustentável de toda região.

De acordo com o presidente da Fieac, José Adriano, a presença de todas as federações e do governador Gladson Cameli reforça o compromisso com o desenvolvimento de toda a região com um olhar detalhado e atencioso para cada estado. “A presença do governador repercute muito na relação institucional da nossa federação com o poder público”, ressaltou.

Adriano destacou que apesar do ano de 2022 ser curto, é necessário discutir o desenvolvimento do Acre. O presidente contou que há várias propostas a serem debatidas na reunião, dentre elas, a consolidação da infraestrutura, construção do parque industrial, reconstrução da BR-364, implantação de uma região que possa reunir Acre, Rondônia e Amazônia como zona de desenvolvimento de exportação com países andinos e com a Ásia. “São coisas básicas, mas que precisamos ter o apoio de toda a bancada federal do estado e pedindo o apoio da bancada da Amazônia Legal”, comentou.

O governador Gladson Cameli defendeu a união do desenvolvimento sustentável e econômico para o crescimento do Acre. “Antes de ser governador, eu me questionava, mas, é possível? Para fortalecer o agronegócio não precisa prejudicar a nossa floresta. Dá para preservar e fazer um programa de governo atrelado ao desenvolvimento, geração de emprego e sustentabilidade, para isso, só temos que obedecer o que está na constituição e no novo código florestal”, argumentou.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia, Marcelo Thomé, engrandeceu o trabalho do presidente da Fieac, José Adriano. Segundo ele, a entidade realiza um excelente trabalho. “Ele realiza um trabalho extraordinário, promovendo desenvolvimento e formação profissional no Acre”.

Tomé enfatizou que não se pode falar em desenvolvimento sustentável sem mencionar o desenvolvimento econômico. Segundo ele, as duas iniciativas são parceiras. “A destinação do território para investimentos sustentáveis preserva o bioma amazônico. A medida que não se tem um espaço econômico no território, abre espaço para cometimento de ilícitos. “A nossa agenda é sobre eventos sustentáveis na Amazônia, que visa geração de emprego e renda e prosperidade para os mais de 23 milhões brasileiros, mas também de contribuir com a conservação da floresta”, explicou.

A Ação Pró-Amazônia é uma Associação sem fins lucrativos formada pelas Federações das Indústrias dos Estados da Amazônia Legal, com sede em Brasília. Criada em 26 de novembro de 1991, tem como principal objetivo promover a integração das diretrizes e ações das federações associadas, visando ao desenvolvimento socioeconômico da região.

Dentre outros propósitos, busca defender os interesses de suas federações junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI), colaborando na discussão de projetos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e de outras entidades não-governamentais.

Participaram da solenidade, a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia que tem como presidente, Marcelo Thomé da Silva de Almeida; Federação das Indústrias do Estado do Acre, presidente José Adriano Ribeiro da Silva; Federação das Indústrias do Estado do Amazonas, presidente, Antônio Carlos da Silva; Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso, presidente, Gustavo Pinto Coelho de Oliveira; Federação das Indústrias do Estado do Tocantins, presidente Roberto Magno Martins Pires; Federação das Indústrias do Estado do Pará, presidente José Conrado Azevedo Santos; Federação das Indústrias do Estado do Roraima, presidente Izabel Cristina Ferreira Itikawa e Federação das Indústrias do Estado do Maranhão, cujo presidente é Edilson Baldez das Neves.

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Rômulo confirma consulta ao TCE para convocar mais candidatos do cadastro de reserva e reposição só em 2022

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O secretário da Casa Civil, Rômulo Grandidier, em entrevista ao Boa Conversa, exibido pelo ac24horas na noite desta terça-feira, 30, falou acerca de diversas situações envolvendo o governo Gladson Cameli que vai desde o Iapen, do cadastro de reserva, do seu futuro político e da cobrança série de protestos dos servidores públicos acerca de aumentos dos respectivos proventos.

Na entrevista, o Chefe da Casa Civil afirmou que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) impede o Estado de dar aumento para os servidores, permitindo apenas uma reposição inflacionária, que segundo ele, já vem sendo estudada pelo governo.

“Nós não podemos colocar em risco o pagamento da folha, nós temos situações que estão tramitando no Congresso e no STF que são coisas como a redução do ICMS da energia elétrica e das telecomunicações. O governador vai dar esse aumento que vai ser pautado na correção inflacionária, mas tem que ser feito com muito cuidado”, afirmou.

O gestor abordou também a questão envolvendo os cadastros de reserva da Polícia Civil. Segundo Rômulo, o cadastro de reserva só pode ser convocado em caso de vacância, mas que o Governo protocolou uma consulta ao TCE para contornar essa situação, faltando apenas uma deliberação da Corte de Contas

“Nós não podemos desobedecer às ordens dos órgãos de controle que se baseiam numa legislação existente. A consulta será feita ao Tribunal, que será distribuído a um conselheiro relator”, salientou.

Por fim, o secretário da Casa Civil revelou também que é pré-candidato a deputado federal e que contará com apoio de Nicolau Júnior, presidente da Assembleia Legislativa (Aleac).

“Por enquanto, estamos trabalhando para viabilizar a reeleição do governador Gladson. Eu sou pré-candidato a deputado federal e o Alysson Bestene também é pré-candidato. Nós estamos trabalhando até o momento do governador falar que a gente tem que sair pra fazer política. Ainda não sou filiado ao Progressistas, mas irei me filiar e conto com o apoio do presidente Nicolau Júnior”, afirmou.

Veja a entrevista:

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Sargento Nery, do “trisal acreano”, atira em estudante de medicina

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De acordo com informações que começaram a circular a partir de grupos de rede social o sargento Erisson Nery, da PM, famoso pela história do trisal acreano de Brasiléia, que ganhou grande cobertura midiática nos últimos três anos, atirou em um homem na madrugada deste domingo (28), em um dos bares mais frequentados de Epitaciolândia, o QGIV Gastrobar.

Dois vídeos gravados por testemunhas, momentos após os tiros, mostram parte do tumulto em uma rua. Em um deles, algumas pessoas aparecem aparentemente socorrendo a vítima, que está ferida no chão. No segundo, um homem que seria o sargento Nery surge desferindo um soco contra o rosto do homem no chão, sendo contido por um casal que prestava assistência ao ferido.

Em um áudio que também foi divulgado nas redes sociais, um homem diz que “o Nery acabou de acabar com a vida dele. Acabou de dar dois tiros em um cara, do nada”. Em novo áudio, um outro homem se refere à motivação. “Meu mano, foi porque o estudante de medicina foi dançar com a mulher dele, a Alda. Aí ele endoidou”.

Por meio de seu Instagram, a esposa de Nery, a também sargento Alda Radine, negou essa versão da dança e disse que o real motivo dos fatos foi ela ter sofrido assédio sexual e agressão por parte do estudante. De acordo com Alda Radine, o sargento Nery a defendeu depois de ela ter sido espancada no rosto após ter tomado satisfações com o seu agressor.

“Um cara que eu nem conheço, nunca dirigiu a palavra a mim, meteu a mão na minha bunda e quando eu reclamei me deu um soco na boca me deixando desacordada”, ela disse.

Erisson Neri e Alda Radine ganharam notoriedade a partir de 2018 ao assumir uma relação de poliamor com outra mulher, Darlene Oliveira, e divulgar isso massivamente por meio das redes sociais. O caso ganhou repercussão nacional se tornando pauta de reportagens em diversos veículos de comunicação.

O ac24horas tentou manter contato com a major Ana Cássia, comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar em Brasiléia, mas não conseguiu retorno até o fechamento desta nota.

O delegado Luis Tonini, que está de férias, informou que tomou conhecimento do fato por meio do Ciosp – Centro Integrado de Operações de Segurança – e disse que entrou em contato com a comandante Ana Cássia.

“Entrei em contato com ela no sentido de que fosse feito o contato com ele, porque a informação era de que ele teria fugido, para que ele se apresentasse para que fosse feito o flagrante, mas não sei ainda se isso de fato aconteceu, pois ela ainda não me deu retorno. Mas o procedimento não está comigo, mas com o delegado que me substitui nesse período”, explicou.

As últimas informações obtidas pelo ac24horas dão conta de que o sargento Nery está sendo procurado. De acordo com uma fonte que pediu sigilo da identidade, o militar teria informado a seus superiores que se apresentará apenas nesta segunda-feira (29), acompanhado de seu advogado. O caso será conduzido pela delegada Carla Ivane, de Brasiléia, que é esposa do delegado Tonini.

Não há, ainda, informações sobre o estado de saúde do estudante baleado e nem a sua identidade. Fontes no Hospital Regional do Alto Acre informaram que o estudante foi encaminhado para o Pronto Socorro de Rio Branco.

A reportagem também entrou em contato com o proprietário do QGIV Gastrobar, onde o fato ocorreu, o empresário Walter Brega. Ele confirmou o que foi veiculado nas redes sociais, ou seja, que o militar atirou em um estudante e que a vítima não teria ido a óbito até aquele momento.

A reportagem também tentou falar com a defesa do sargento, mas não obteve êxito até o fim da manhã deste domingo. O espaço encontra-se à inteira disposição para qualquer manifestação.

ASSISTA O VÍDEO:

Neri
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