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ENEM 2018: Exame completa 20 anos. Confira as mudanças:

MEC anuncia alterações no tempo de prova, taxa de isenção e redação

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ENEM completa 20 anos e terá novas mudanças

No ano em que completa 20 anos, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2018 foi apresentado com novas mudanças pelo Ministério da Educação, em edital publicado nesta quarta-feira (21), no Diário Oficial da União. Candidatos terão cinco horas para realizar as provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias, aplicadas no segundo dia, que somam 30 minutos a mais do que no ano anterior.

Outra mudança é que não terão direito à taxa de isenção candidatos ausentes do ENEM 2017 que não apresentaram justificativas ou que tiveram justificativa reprovada após a apresentação do recurso. A motivação deve ser apresentada entre às 10h do dia 02 de abril até às 23h59 do dia 11 de abril, no site do ENEM.

No ENEM 2017, de acordo com o edital divulgado inicialmente pelo Ministério da Educação em 10 de abril, seria atribuída nota zero à redação que, entre outras ações, desrespeitasse os direitos humanos. A exigência, que foi alvo de muita polêmica e batalha judicial, caiu nesta edição do exame. O edital do ENEM 2018 retirou esta restrição.

Confira as novidades do ENEM no site do Educa Mais Brasil: http://www.educamaisbrasil.com.br/ac24horas

Calendário do Enem 2018

Após aumento da taxa de inscrição em 2017, o valor não foi alterado em 2018 e permanece R$ 82. Candidatos devem se inscrever entre 07 e 18 de maio e poderão pagar a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) até 23 de maio. As provas também serão aplicadas em dois domingos consecutivos: 04 e 11 de novembro.

Segundo o edital, o gabarito oficial deve ser publicado em 14 de novembro, na quarta-feira após o último dia de aplicação das provas.

Provas do ENEM 2018

Em 04 de novembro, serão aplicadas as provas de Redação, de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e de Redação e Ciências Humanas e suas Tecnologias. As provas objetivas terão 45 questões cada, e a duração total do exame será de cinco horas e meia.

Em 11 de novembro, os candidatos responderão às provas objetivas de Matemática e suas Tecnologias e de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Cada prova terá 45 questões e a duração total do exame será de cinco horas.

Mudanças do ENEM

Confira as principais mudanças realizadas no ENEM ao longo dos anos:

2017

Provas do ENEM são aplicadas em dois domingos consecutivos

Aplicação de videoprovas em libras pela primeira vez

Personalização dos cadernos de prova, com impressão de nome e número de inscrição do candidato

Aumento na taxa de inscrição, que passou a custar R$ 82.

ENEM deixou de fornecer a Certificação do Ensino Médio

Foi retirada a classificação das escolas com base nas notas obtidas pelos alunos no exame

Lançamento do Aplicativo do ENEM 2017

 

2016

Adoção do uso de dados biométricos como método de segurança;

Aumento da taxa de inscrição, que passou a custar R$68;

Lançamento do aplicativo “Enem 2016”, que ultrapassou a marca de um milhão de downloads

2015:

Aumento da taxa de inscrição, que passou de R$ 35 para R$ 63;

Mudança nas regras de isenção: apenas tiveram direito estudantes concluintes do Ensino Médio em escolas públicas e candidatos que comprovaram carência;

Início das provas 30 minutos após o fechamento dos portões;

Disponibilização do cartão de confirmação apenas online. Os cartões impressos deixaram de ser enviados às casas dos candidatos.

2014:

Enem passou a ser adotado para a aquisição da certificação do Ensino Médio;

Uso de detectores de metais no dia da aplicação do Exame;

Permissão de uso do nome social por parte dos candidatos;

ENEM registra 9,5 milhões de inscrições

2013:

Modificações nos métodos de correção da redação;

Enem registra 7,1 milhões de inscrições;

2011:

ENEM passou a ser adotado como um dos critérios de concessão de bolsas do Ciência Sem Fronteiras, programa criado neste mesmo ano;

Foram registradas 5,3 milhões de inscrições.

2010:

Enem passa a ser pré-requisito para solicitar o FIES (Fundo de Financiamento Estudantil);

ENEM registra 4,6 milhões de inscrições

2009:

Exame passa a ter 180 questões aplicadas em dois dias;

Matriz de Referência é dividida em quatro áreas de conhecimento;

Criação do Sistema de Seleção Unificado;

Utilizado na certificação do Ensino de Jovens e Adultos

Enem registra 4,1 milhões de inscrições.

2005:

Divulgação das notas médias do exame

Divulgação do boletim de desempenho das escolas brasileiras no Enem;

Exame registra 3 milhões de inscrições

2004:

Enem passa a ser adotado na seleção de bolsistas do ProUni (Programa Universidade para Todos), criado em 2004.

Exame registra 1,5 milhões de inscrições

2001:

Alunos de escolas públicas passam a ser isentos da taxa de inscrição;

Publicação do primeiro relatório pedagógico pelo Inep com as estatísticas sobre o Enem;

Neste ano, o exame ultrapassou a marca de 1 milhão de inscritos.

1998:

Primeira edição do Enem;

Aplicação de 63 questões em apenas um dia de prova;

Permissão de inscrições voluntárias;

Matriz de referência dividida por competências e habilidades;

Nota máxima: 100 pontos;

Exame registra 157.221 inscrições.

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Na rede

Jovem é morta com 11 facadas em Cruzeiro do Sul

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A jovem Deusiane Maciel Ferreira, 20 anos, foi encontrada morta com 11 facadas na noite deste sábado, 27, próximo ao Canal do Remanso, em Cruzeiro do Sul.

Segundo testemunhas, ela foi vista caída por moradores em uma área de mata. O SAMU foi chamado, mas apenas atestou o óbito. O corpo de Deusiane foi levado para o Instituto Médico legal (IML). A Polícia Militar faz buscas por mais informações sobre o caso para chegar ao autor do crime.

Ainda não há confirmação se ela morava na localidade e se o crime foi cometido no lugar onde o corpo foi encontrado.

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Acre 01

Médicos pedem socorro por falta de insumos e medicamentos no Acre: governo nega

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O Sindicato do Médicos no Acre (Sindmed-AC) emitiu uma nota neste sábado, 27, informando a população de que, além de não ter mais vagas nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) nos hospitais públicos e privados do Estado, também faltam medicamentos e insumos básicos para tratamento de pacientes internados com Covid-19.

“Há fila de espera para UTIs públicas e particulares. Não existem vagas. O Hospital do Idoso apresenta falta de estrutura, sem medicamentos. Medicação e demais insumos para atender os internados já são escassos e começam a faltar. Itens como Bomba de Infusão (que faz a infusão de medicamentos ou alimentos para serem injetados de forma regulada no paciente), faltam medicamentos – entre eles até a sedação para a intubação de pacientes, faltam antibióticos”, alegam os profissionais de saúde.

Os médicos denunciam ainda falta de médicos no Estado e que o governo teria se recusado a contratar os profissionais recém formados. “Parte desses colegas estão indo embora por não terem contrato”, lamentam, destacando que, os monitores utilizados para verificar a situação de pacientes estão pifados no Into.

O que diz o governo

O governo do Acre respondeu a nota do Sindmed com uma nota de esclarecimento. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), de fato, nas últimas semanas, as unidades têm apresentado taxas de ocupação superiores a 90% na média.

No entanto, conforme a Sesacre, os pacientes com indicação de UTI, na rede pública, recebem o tratamento necessário nas salas vermelhas das enfermarias que contam com todo suporte de UTI, enquanto aguardam a liberação da vaga.

Sobre a falta de profissionais apontada pelo Sindmed, o Estado do Acre diz que contratou profissionais, não só para capital,mas para o interior do Estado.

‘As equipes de saúde se revezam em plantões de 12h e muitos destes profissionais estão na linha de frente do atendimento às pessoas desde o início da pandemia. Mesmo trabalhando em escalas e quantitativos adequados às normativas profissionais, não há como não estarem cansados. A condição de desgaste gerado na pandemia é diferente de tudo que já vivenciaram na Saúde. O sofrimento gerado, familiares e amigos (quando não os próprios trabalhadores) infectados, alguns de forma grave e até irreversível, também afetam os trabalhadores das unidades”, garante.

O governo assegura que o Into dispõe de equipamentos suficientes para a adequada atenção aos pacientes. “Na última semana, mais um lote de bombas de infusão foram disponibilizadas ampliando a capacidade do parque de equipamentos. Esforço adicional têm sido feito para ampliar o backup destes equipamentos ampliando a reserva técnica. Não há falta de medicamentos. Os estoques são monitorados em tempo real, remanejados entre as unidades e substituídos dentro dos protocolos clínicos validados e utilizados nos hospitais”, concluiu.

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Acre 01

MPF nega retirada de migrantes da ponte de Assis Brasil: “direito à manifestação”

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O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se pelo indeferimento de pedido liminar formulado em ação de reintegração de posse com interdito proibitório ajuizada pela União Federal contra os estrangeiros que estão acampados na ponte Ponte da Integração Assis Brasil (AC) – Brasil x Iñapari – Peru, situada na BR-317, a cerca de 320 km de Rio Branco.

O procurador da República Lucas Costa Almeida Dias fundamentou sua manifestação no direito de livre manifestação que deve atender aos imigrantes nesse caso, afirmando que tal direito tem posição de preferência sobre outros direitos, de acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

No parecer, o MPF ressalta que a liberdade de manifestação e reunião inclui o direito de os cidadãos, inclusive estrangeiros, de agruparam-se com a finalidade de buscar a expressão ou realização comum de um fim lícito.

Diferentemente do que afirma a União Federal, o grupo que ocupa a ponte, que já chegou a cerca de 500 pessoas, não oferece risco à segurança nacional, tampouco se compõe de pessoas que tenham envolvimentos com tráfico de drogas ou pessoas, não sendo justificada, sequer, a presença da Força Nacional de Segurança Pública no local, pois tratam-se, em sua grande maioria, de pessoas idosas, crianças, mulheres e cidadãos em outras condições de vulnerabilidade que apenas desejam seguir caminho, saindo do Brasil.

O MPF também reforça o pedido a partir de documentos que foram trazidos pela própria União, pois a área técnica do Ministério das Relações Exteriores afirmou que o Acordo de Complementação Econômica nº. 58 e o Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre não são aplicáveis ao caso e que há outras alternativas para o escoamento da produção além da ponte ocupada.

Os dados colhidos pelo MPF demonstram que, desde o início da pandemia, o trânsito no local já era bastante reduzido, tendo a travessia sido proibida por questões sanitárias em outras ocasiões neste período. E mesmo nestas ocasiões, houve entendimento para que grupos de imigrantes pudessem fazer a travessia e seguir aos seus destinos.

O parecer também aponta incoerências da União no tratamento do caso, pois após deslocar representantes de vários ministérios ao local, não houve apresentação de nenhuma solução diplomática ou de destinação de verbas para que fosse prestado o devido tratamento humanitário às pessoas, tendo sido o ajuizamento de uma ação de reintegração de posse o único movimento concreto conhecido, como se os imigrantes desejassem tomar posse da ponte para seu uso exclusivo, e não manifestar seu desejo e necessidade de seguir viagem.

Além de opinar pela improcedência do pedido, o MPF também pediu que seja realizada inspeção judicial no local.

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Destaque 2

Acre vai receber mais R$ 12,5 milhões para conter danos causados pelas cheias

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O Ministério do Desenvolvimento Regional anunciou que na próxima segunda-feira, dia 1°, vai publicar outras três portarias para liberar mais R$ 12,5 milhões ao Acre para ajudar a minimizar os danos causados pelas enchentes de rios e igarapés.

Antes disso, o governo federal já havia liberado R$ 8,1 milhões para o Acre. Os recursos, destinados a alagação, serão rateados entre o governo do estado e quatro prefeituras municipais.

Esses recursos foram prometidos ao senador Marcio Bittar (MDB) no último domingo (21), pelo presidente Jari Bolsonaro. Os dois tiveram uma reunião de emergência para tratar sobre o drama das famílias atingidas pelas cheias.

No total, a medida provisória garante R$ 450 milhões para os estados em situação de calamidade pública.

“A primeira fase é destinada ao socorro emergencial dos afetados pelas catástrofes naturais. A segunda prevê o aporte de novos recursos para a reconstrução das áreas atingidas, entre as quais as vias públicas”, disse Bittar.

Ele ressaltou que Bolsonaro não apenas cumpriu a promessa de liberar os recursos para sete municípios e também para o governo estadual, como esteve no Acre para acompanhar de perto os danos causados pelas enchentes.

Na quarta-feira (24), o presidente fez um sobrevoo de helicóptero nas áreas atingidas pela alagação do Rio Iaco, em Sena Madureira.

Veja a seguir o detalhamento dos valores provenientes da União:

Cruzeiro do Sul – R$ 3.102.769,00

Sena Madureira – R$ 2.308.752,54

Feijó – R$ 744.510,00

Mâncio Lima – R$ 892.625,25

Governo do Estado – R$ 1.119.522,99

Rio Branco – R$ 2.673.145,38

Tarauacá – R$ 1.273.318,60

Santa Rosa do Purus – R$ 384.957,12

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