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Coronel Ulysses lamenta número de homicídios em 2017 e critica falta de investimentos na Segurança do Estado

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O Acre registrou, conforme levantamento do ac24horas, 484 mortes por homicídio em 2017 até a última sexta-feira, 29 de dezembro. Para o pré-candidato do Patriotas ao governo do Estado do Acre, Coronel Ulysses Araújo, os números são assustadores e refletem a falta de políticas públicas do Estado do Acre para combater a violência principalmente entre os mais jovens, vítimas das facções criminosas.

“O crime matou muito mais jovens e adolescentes. Uma faixa que é atraída a partir das facilidades oferecidas pelo Estado paralelo. Hoje, são as facções criminosas que geram os empregos (ilícitos) que o Governo há 20 anos não promoveu por incompetência. Um Governo competente deve viabilizar políticas públicas voltadas para jovens e adolescentes, cito: bolsas de estudo, cursos profissionalizantes, primeiro emprego, esporte, lazer e tantas outras formas de abraçar a juventude para o bem. Outra coisa: parar de tomar cafezinho , tratando a população com seriedade levando o Estado para para o centro do problema”, diz Ulysses.

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Conhecedor dos problemas vividos na Polícia Militar do Acre e a falta de investimentos na instituição, o pré-candidato do Patriotas lamenta a desvalorização da corporação. Ele lembra do corte em salários e falta de recursos para aquisição de novos equipamentos e fala da necessidade da contratação de novos policiais.

“A polícia do Acre é capacitada e a mais honesta do Brasil. Por essência, a PM combate o crime e a corrupção em amor ao sacerdócio profissional, mas falta a ela reconhecimento salarial, equipamentos, viaturas. É urgente a contratação de pelo menos mais 2 mil policiais para completar o efetivo da Polícia Militar que terá condições de atuar preventivamente e repressivamente quando necessário. Contratação de profissionais de segurança para a Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militares e Agentes penitenciários e de trânsito. Necessário também olhar com respeito a segurança das escolas. Valorização e restauração da autoridade dos professores na sala de aula. Contratação de psicólogos, assistentes sociais e capelães para cada escola da zona urbana e rural.”

Nesta semana, o governador Sebastião Viana e o secretário de Segurança, Emylson Farias, comemoraram a queda dos homicídios em dezembro em relação ao mesmo período do ano passado. Mas, para o Coronel “não é possível que um governo comemore a queda de homicídios em um mês quando o ano todo famílias choraram seus filhos que foram mortos. Esse não é um contexto para se comemorar. É pra se lamentar, reconhecer a própria incompetência. Foram 484 homicídios até este momento”, diz.

Ulysses diz que Sebastião Viana transfere, de forma politiqueira, a culpa da criminalidade para o governo federal, ao invés de atacar o problema de frente.

“O governo atual põe a maior parte da culpa da criminalidade no governo federal. É óbvio que o objetivo é tirar das costas da gestão do Governo do Estado do Acre essa responsabilidade. Isso tem objetivo politiqueiro. Por que só agora o atual governador “consegue” enxergar os erro do governo federal na fiscalização das fronteiras? E segurança não se resolve com política partidária. Se resolve com investimentos e atacando a raiz do problema. Mudança! É preciso envolver o Estado todo. Não só o setor de Segurança. Mas todas as secretarias. Segurança vai além de ações de policiamento”, conclui.

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