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Militante pede R$ 10 mil de indenização por causa de bate-boca sobre Bolsonaro

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Uma discussão entre um militante comunista e o vereador N. Lima (sem partido), dentro da Câmara de Vereadores de Rio Branco, por causa do deputado federal Jair Bolsonaro (RJ), pré-candidato à Presidência da República, foi parar na Justiça. O fato aconteceu no dia 22 do mês passado na porta do plenário da Casa.

O militante, que havia ido à Câmara Municipal para uma reunião com o vereador Eduardo Farias (PC do B), ficou revoltado após ver N. Lima em discurso na tribuna defendo Bolsonaro e ao encontrar o vereador, que deixava o plenário da Casa, teria dito com dedo apontado para N. Lima que Bolsonaro e seus defensores são estupradores. Ofendido, o vereador retrucou no mesmo tom.

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O parlamentar chegou a denunciar o caso na delegacia e pediu à mesa diretora da Casa a criação de uma sala exclusiva para reuniões com militantes políticos e apoiadores. Seria uma medida de segurança, segundo N. Lima. Para ele, apenas pessoas credenciadas devem transitar pelo corredor que dá acesso ao plenário.

O militante comunista, também integrante do movimento estudantil, pede R$ 10 mil de indenização ao vereador por danos morais. A audiência de conciliação foi marcada.

Ao comentar o assunto, o vereador Eduardo Farias pediu à Câmara um advogado. O vereador do PC do B acha que será citado no mesmo processo, já que a ida do militante à Câmara foi motivada por uma reunião com ele.

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