A vaga de vice de Marcus Viana, pré-candidato do PT ao governo do Acre, vai cair no colo de Emylson Farias, do PDT. Seria um acordo entre Sebastião Viana e o pedetista José Luiz Tchê, presidente do partido. E nesse acordo tem um fator: o secretário de Segurança conta com a simpatia e a confiança do governador, seu incentivador político. Mídia para Emylson Farias não falta, vontade do PDT pela vaga também não.
O deputado federal César Messias, do PSB, teria sido convidado para ser vice de Marcus. Seria o nome perfeito para Viana e a FPA, mas César disse não devido a problemas de saúde. É uma decisão que passa pela família do parlamentar.
Messias seria a única possibilidade de o PSB emplacar o vice. A razão não é só o partido em si, mas a identificação do parlamentar com o Juruá e sua experiência no Executivo: foi vice governador duas vezes nas gestões da FPA.
O detalhe é que o nome de Emylson não agrada a muita gente no seio da FPA, inclusive no PT. Há um cálculo de que a rejeição ao secretário de Segurança faria a diferença em uma eleição apertada entre Marcus Viana e Gladson Cameli.
O presidente do PDT, José Luiz Tchê, não confirma, mas diz que o partido “merece seu espaço no Executivo”.
“O PDT está num tamanho que tem as condições de ter um nome tanto pra ser vice como pra ser candidato. O PCdoB teve seu espaço, o PSB também teve seu espaço, o PDT deve ter o seu. Se vai ser vice aí é outra negociação. Mas mesmo sendo vice há um projeto de governo”, diz Tchê.
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