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Lixões inadequados afetam mais de 260 mil acreanos no Estado

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Nada menos que 46% do lixo produzido no Estado do Acre tem destinação inadequada. Essa precariedade afeta mais de 264,1 mil acreanos, segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, produzido em 2015 (dados mais atuais) pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe).

São 21 lixões e aterros –verdadeiros vazadouros a céu aberto, grande parte alvo de ações no Ministério Público. Juntos, recebem 238 toneladas de lixo todos os dias. Rio Branco é o único município que encerrou o uso de lixões e aterros sanitários através da Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos (UTRE).

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Apesar dos números assustadores, o Acre é um dos três Estados menos problemáticos por conta exatamente da UTRE da capial. A Bahia é o estado brasileiro que apresenta o maior número de unidades, com 359 vazadouros a céu aberto, que recebem 8 mil toneladas de resíduos ao dia.

O acreano, segundo a Abrelpe, é o 2º que menos produz lixo no Brasil, perdendo apenas para Santa Catarina: cada morador do Acre gera, em média, 750 gramas de resíduos sólidos ao dia.

O quadro mostra a situação do lixo nos Estados:

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