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Jéssica e Moisés buscam recursos para acesso alternativo entre R. Alves e Cruzeiro

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A deputada Jéssica Sales (PMDB) e o deputado Moisés Diniz PCdoB) participaram de uma reunião na terça-feira (02) com o Ministro da Integração Nacional Helder Barbalho. Na pauta, a alocação de recursos para construção de um acesso alternativo entre os municípios de Rodrigues Alves e Cruzeiro do Sul, no Vale do Juruá.

Jéssica Sales destaca que parte da BR-364 foi interditada pela erosão ocasionada pela última grande cheia do Rio Juruá, intensificada pelas fortes chuvas na região, fato que comprometeu o tráfego de veículos e dificultou o abastecimento e o acesso da população do município de Rodrigues Alves ao município de Cruzeiro do Sul.

Outra questão levantada pelos deputados é que o acesso pela antiga estrada, além de acrescentar 50 quilômetros no percurso entre as duas cidades, não oferece segurança aos usuários, sobretudo aos estudantes universitários que utilizam esse trajeto no período noturno para terem acesso às faculdades em Cruzeiro do Sul.


Para os parlamentares, a solução seria a construção de um novo acesso à balsa que faz a travessia do rio Juruá no município de Rodrigues Alves. “Desta forma a população de Rodrigues Alves poderá chegar ao município de Cruzeiro do Sul com mais facilidade, Além de ajudar estudantes e pequenos produtores da região”, diz Jéssica Sales.

O ministro Helder Barbalho, que visitou o Vale do Juruá durante as últimas grande cheias, se sensibilizou com a situação apresentada pelos deputados, pois esteve na localidade e pode verificar pessoalmente os trechos da BR 364 que foram inundados e poderiam sofrer danos provados pela erosão durante a vazante.

Helder Barbalho recomendou o cadastro imediato de uma proposta para a construção de novo acesso alternativo entre os municípios de Rodrigues Alves e Cruzeiro do Sul para facilitar a liberação dos recursos necessários para atender a demanda apresentada pelos deputados Jéssica Sales e Moisés Diniz.

 

 

Destaque 6

Bolsonaro posta inquérito da PF e diz que sistema eleitoral é violável

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) compartilhou pelo Twitter documentos do inquérito da Polícia Federal que investigam o comprometimento de sistemas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Segundo o presidente, “o sistema eleitoral brasileiro foi invadido e, portanto, é violável”. O inquérito foi cedido pela Polícia Federal ao deputado e relator da proposta de voto impresso na Câmara, Filipe Barros (PSL-PR), que disse se tratar de uma investigação em sigilo.

Segundo relata Bolsonaro, uma pessoa não autorizada teria tido acesso aos sistemas do TSE entre abril e novembro de 2018, época que antecedeu as eleições para presidente no país.

Em novembro do ano passado o TSE, apesar de confirmar a invasão no período citado, minimizou a relevância dos dados afetados, uma vez que se tratariam de informações antigas e, portanto, desatualizadas.

 

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Destaque 2

Acre tem três municípios entre os 10 com mais focos de queimadas em agosto no país

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas.com

Os municípios acreanos de Feijó, Tarauacá e Manoel Urbano figuram entre os 10 que mais tiveram focos de queimadas no Brasil entre os dias 1º e 4 de agosto, segundo os dados disponibilizados pelo programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Inpe.

Os números dos três municípios – Feijó (94), Tarauacá (70) e Manoel Urbano (52) – correspondem a 62,3% dos registros de focos de queimadas ocorridos em todo o estado nos quatro primeiros dias de agosto.

O trio de municípios acreanos também lidera na quantidade de focos de queimadas desde o começo do ano no estado – Feijó (164), Tarauacá (143) e Manoel Urbano (68).

Já o estado do Acre, registrou 875 focos de queimadas em 2021, entre 1º janeiro e 4 de agosto, 26% a mais que no mesmo período do ano passado. Desse total, 347 foram nos quatro primeiros dias de agosto – 241 apenas nas últimas 24 horas.

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Destaque 6

Moraes inclui Bolsonaro em inquérito das fake news por ataques às urnas eletrônicas

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira (4) a inclusão do presidente Jair Bolsonaro como investigado no inquérito que apura a divulgação de informações falsas.

A decisão de Moraes atende ao pedido aprovado por unanimidade pelos ministros do TSE na sessão desta segunda (2) (veja detalhes abaixo).

A apuração levará em conta os ataques, sem provas, feitos pelo presidente às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral do país. Mesmo após ser eleito, Bolsonaro tem feito nos últimos três anos reiteradas declarações colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral.

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal.

Esse é o terceiro inquérito no Supremo que inclui o presidente. Ele já é investigado pela suposta interferência política na Polícia Federal e por prevaricação no caso Covaxin.

O ministro Alexandre de Moraes é o relator dessa investigação e, por isso, coube a ele decidir sobre a inclusão do presidente Jair Bolsonaro.

O G1 pediu posicionamento do Palácio do Planalto sobre a decisão de Moraes e aguarda retorno.

O voto impresso já foi julgado inconstitucional pelo STF, e a tese de Bolsonaro de que pode não haver eleição no ano que vem já foi rechaçada pelos chefes dos demais poderes. Ao contrário do que Bolsonaro afirma, o sistema eleitoral atual já é auditável.

Onze possíveis crimes

Na decisão em que atende o pedido do TSE, Moraes cita 11 crimes que, em tese, podem ter sido cometidos por Bolsonaro nos repetidos ataques às urnas e ao sistema eleitoral:

– calúnia (art. 138 do Código Penal);

– difamação (art. 139);

– injúria (art. 140);

– incitação ao crime (art. 286);

– apologia ao crime ou criminoso (art. 287);

– associação criminosa (art. 288);

– denunciação caluniosa (art. 339);

– tentar mudar, com emprego de violência ou grave ameaça, a ordem, o regime vigente ou o Estado de Direito (art. 17 da Lei de Segurança Nacional);

– fazer, em público, propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social (art. 22, I, da Lei de Segurança Nacional);

– incitar à subversão da ordem política ou social (art. 23, I, da Lei de Segurança Nacional);

– dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, de investigação administrativa, de inquérito civil ou ação de improbidade administrativa, atribuindo a alguém a prática de crime ou ato infracional de que o sabe inocente, com finalidade eleitoral (art. 326-A do Código Eleitoral).

Moraes determinou que a Polícia Federal tome depoimento de quem acompanhou Bolsonaro na transmissão da última quinta (29) onde o presidente fez vários ataques às eleições:

– o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres;

– o coronel reformado do Exército Eduardo Gomes da Silva

– Alexandre Hashimoto, professor da Faculdade de Tecnologia de São Paulo;

– o youtuber Jeterson Lordano;

– e o engenheiro especialista em segurança de dados Amilcar Filho.

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Cotidiano

Ninguém acerta as seis dezenas e prêmio da Mega-Sena vai a R$ 55 milhões

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.396 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta (4) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 02 – 03 – 25 – 39 – 42 – 49.

A quina teve 49 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 81.665,84. A quadra teve 5.934 apostas vencedoras; cada uma levará R$ 963,36.

O próximo concurso (2.397) será no sábado (7). O prêmio é estimado em R$ 55 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

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