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Sebastião e Jorge: falsidade ideológica e envolvimento no esquema de Palocci

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fachin, determinou a investigação policial dos irmãos Viana, Sebastião e Jorge, respectivamente governador do Acre e senador da República pelo Estado. O ministro acatou a denúncia feita pelo Ministério Público por conta de envolvimento dos irmãos no esquema de Antônio Palocci, o “Italiano”. A decisão deixa a entender que Jorge Viana é o menino da floresta.

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Conforme consta no Inquérito 4.393, ser o inquérito para investigar “fatos relacionados ao Senador da República Jorge Ney Viana Macedo Neves (Jorge Viana) e ao Governador do Estado do Acre Sebastião Afonso Viana Macedo Neves (Tião Viana), por conta dos depoimentos dos réus colaboradores Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho e Marcelo Bahia Odebrecht, sendo este o presidente da empresa com o sobrenome dele.

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>>Jorge e Sebastião são destaque na mídia nacional por suposto
recebimento de R$ 2 milhões de caixa dois da Odebrecht

O Ministério Público Federal (MPF) revela o pagamento de R$ 500 mil por doação oficial e R$ 1,5 milhões em “Caixa 2”. O pedido teria partido de Jorge Viana para a campanha eleitoral de Tião Viana ao governo do Acre em 2010.
Os valores seriam oriundos da cota global do PT e constam na “Planilha Italiano” e o pagamento teria contado com a anuência de Antônio Palocci e efetuado pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht, inclusive com a utilização de offshores, identificando-se no sistema “Drousys” o destinatário com o apelido “menino da floresta”.
Offshore é o nome comum dado às contas bancárias e empresas abertas em paraíso fiscal para ocultar a origem do dinheiro de crime ou corrupção.

O Procurador-Geral da República (PGR) aponta o caso como afronta ao art. 350 da Lei nº 4.737-Código Eleitoral (falsidade ideológica eleitoral; reclusão de até cinco anos e pagamento de multa).

O pedido do PGR foi aceito pelo ministro Fachin e este determinou a instauração de inquérito contra Jorge Viana e Sebastião Viana, ordenando a remessa dos autos à autoridade policial [Polícia Federal em Brasília] para as diligências. Foram nomeados os juízes Ricardo Rachid de Oliveira, Paulo Marcos de Farias e Camila Plentz Konrath para acompanhar o caso.

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