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Eber Machado repudia a proibição do “conforto espiritual de pacientes” na Fundação Hospitalar do Acre

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O deputado estadual Eber Machado (PSDB) divulgou um vídeo nas redes sociais na noite de sexta-feira, 31 de março, repudiando a proibição das visitas de líderes de diferentes denominações religiosas que realizam um trabalho de conforto espiritual aos pacientes do Hospital da Fundação Hospitalar do Acre.

Segundo o parlamentar, a superintendente do Hospital da Clínicas do Acre – teria emitido um comunicado que suspende a permissão de todos os lideres religiosos que realizam as visitas de conforto espiritual aos pacientes internados na unidade de saúde e convidando os religiosos para uma reunião para tratar da questão.

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“A direção do Hospital justificou o embargo à entrada de pastores e religiosos com o objetivo de garantir mais tranquilidade, melhor atendimento e recuperação aos pacientes, mas nada justifica este ato de proibir as diferentes denominações religiosas de levar uma mensagem amiga através da palavra de Deus”, diz Eber Machado.

Para Machado, o trabalho realizado pelos líderes religiosos também ocupa um espaço importante na recuperação dos pacientes. “Fiquei preocupado porque isso é algo muito grave. É uma decisão de cunho pessoal. Tenho certeza que o governador não tem conhecimento desta determinação absurda”, ressalta.

O deputado afirma que conversou com o secretário de saúde. Ele teria informado mesmo sem responde pela superintendência do HC vai pedir a suspensão da medida. Eber Machado faz um apelo para a superintendência rever a decisão e destaca que não vai se calar se a questão não se resolva nos próximos dias.

“A superintendente não está afrontando os líderes religiosos, mas afronta a Deus. Acredito que ela tem muito mais o que fazer que estar se preocupando com as pessoas que trazem o amor, o carinho e a palavra de Deus para confortar quem está acamado, precisando de toda atenção possível”, destaca Eber Machado.

Ele finaliza informando que vai lutar contra a proibição do conforto espiritual dos pacientes. “Aonde tiver que ir eu irei. A superintendente não está afrontando os líderes religiosos e o povo de Deus, ela está afrontando diretamente Deus. As igrejas precisam e devem contribuir com o tratamento dos pacientes”.

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