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Quando você não tem o que dizer sobre seu próprio aniversário

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Pensei num texto mais rebuscado, sei lá, mais refinado. Daí li a coluna da Ruth Manus no Estadão de domingo – no dia em que eu for culta – e perdi a inspiração. O texto é maravilhoso. Primoroso. Expressa muito de nós mulheres moderninhas de mais de 30 e poucos anos (estou fazendo 47, já passei dessa turma aí também) e me fez indagar o quanto cresci e emburreci – nessa ordem – nos últimos anos.

O que me salvou foi a parte em que ela diz: “Quando for muito culta, ouvirei os nomes das árvores e a imagem delas virá naturalmente até os meus pensamentos. Não precisarei da Barsa, nem do Google. Conhecerei o tronco da seringueira, as folhas do jatobá, os galhos da sequoia e as flores do mogno como conheço a palma da minha própria mão”. Querida Ruth Manus, quero te dizer que sou culta. Minha cultura seringueira – Louvada Seja! – Amiga, me faz identificar o tronco, a folha e até a semente da seringueira. E, deixa eu te contar: conheço flor de mogno, tá? Mesmo os madeireiros tendo levado quase todo o nosso mogno prazoropa. Fora isso…

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Vamos voltar para o meu aniversário que é melhor, né?
Eu só quero dizer que no outono dos meus 47 anos (nem vem dizer que no Acre não tem outono! O aniversário é meu e eu escolho a estação, oras!), me sinto cada dia mais conectada com o sagrado. Isso diz muito da minha cultura. A que realmente importa. Cada vez mais próxima de Deus. Isso é graça. Falando em graça, lembrei do que ouvi do Márcio Miranda em uma ministração na IBB: “graça é aquilo que você faz é exatamente aquilo que Deus espera que você faça. Mais ou menos isso.

Só deixa eu te dizer uma outra coisa: não sou santa, perfeita e sem pecado – ah, quem dera!! –Só sei exatamente quem sou em Cristo. Sei o Deus que sirvo, o Pai que tenho e o privilégio de sua paternidade. Trago em mim as marcas de Cristo, mas sou lavada, remida pelo seu sangue. Consciente que grande é a seara e poucos são os ceifeiros.

E de todas as minhas funções nessa vida, a mais importante é a de ceifeira dessa hora. Graças a Deus não estou só. Como diz o meu bom amigo Pr. Tyago Campelo, hoje em África, sou cada dia mais jocumeira. Maluquinha da silva, integrante do zoológico mais top das Galáxias e cheia de amigos mais chegados que irmãos.

Deus é bom, né?
Por fim, deixo pra vocês um texto que o Pastor José Daniel Batistela compartilhou com os amigos ontem bem cedo: Olhem que pensamento maravilhoso. Resume a essência do servir e a essência do Reino. “Os rios não bebem sua própria água; as árvores não comem seus próprios frutos. O sol não brilha para si mesmo; e as flores não espalham sua fragrância para si. Viver para os outros é uma regra da natureza. (…) A vida é boa quando você está feliz; mas a vida é muito melhor quando os outros estão felizes por sua causa”…

Que a minha vida seja assim. Hoje e sempre. Posso ouvir um amém??

Bom dia, pessoas!!!!

Amo vocês tudim!!

PRÊMIO DE JORNALISMO DO MPE
Procurador-Geral de Justiça do MPE/AC, Oswaldo D’Albuquerque foi o anfitrião da bela festa em comemoração à 7ª edição do Prêmio de Jornalismo do órgão, que este ano teve como tema ‘Transformando cidadania em notícia’. 120 trabalhos foram apresentados nas categorias Telejornalismo, Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Webjornalismo e Destaque Acadêmico para estudantes de Jornalismo.

O local escolhido para a festa, o Hotel Vila Rio Branco, lotou de jornalistas e membros do parquet para uma noite animada e de muita alegria. Algumas fotos do evento:

Procurador Oswaldo D’Albuquerque, a esposa Susye, Gigi e Edson Manchinni, Alessandra Meirelles e procurada Kátia Rejane

Socorro Camelo, Nonato Vianna, Jocely Abreu, Oswaldo e Susye D’Albuquerque, Roberta Lima e Sofia Brunetta

Procuradora Patrícia Rego com Célis Fabrícia, a premiada jornalista que entende tudo de redes sociais

Procuradores Kátia Rejane, Oswaldo D’Albuquerque e Celso Jerônimo com os premiados da noite

O Pretinho nada básico da Secretária de Comunicação do Estado, Andréa Zilio. Foca no detalhe dourado e glamouroso na mão direita da secretária

Procuradora Kátia Rejane e outro jornalista premiado e gente boa: Gabriel Rotta

A elegância de Susye D’Allbuquerque, com o esposo, procurador Oswaldo D’Albuquerque

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