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Vítima de colisão não teria habilitação para moto aquática

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A colisão entre uma lancha e uma moto aquática, registrada no Rio Acre, em Rio Branco, neste domingo, 15, levantou uma série de questionamento, um deles se a jovem Bárbara Bruna Bezerra Bispo, de 23 anos, que morreu após o acidente, estava ou não habilitada para conduzir veículos aquáticos.

Segundo apurou ac24horas, a jovem não tinha registro junto à Marinha do Brasil e teria pedido o “jet ski” de um dos amigos com quem ela estava, isso após recusas de alguns outros colegas. Testemunhas afirmam que o mesmo grupo de pessoas estavam durante toda a tarde realizando manobras de risco, em alta velocidade, no leito do rio.

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O acidente, que ocorreu por volta das 19h30, segundo Corpo de Bombeiro, foi presenciado por diversas pessoas que estavam no Calçadão da Gameleira, às margens do rio. Bárbara Bruna chegou a ser socorrida por profissionais do Samu, mas não resistiu e morreu. Ela teve fraturas nas pernas e traumatismo, o que causou hemorragia interna e a levou à morte.

Nessa época do ano, quando o nível do Rio Acre aumenta, é comum o uso de lanchas e motos aquáticas no leito do rio, principalmente na região central da cidade, próximo às praças e pontos turísticos, o que eleva o número de expectadores. Contudo, não há nenhuma fiscalização da Marinha, nem dos Bombeiros.

Rio Branco é uma das poucas capitais que não contam com posto da Marinha para cobrar as regras que devem ser cumpridas para transporte fluvial. Com isso, é normal o manuseio de veículos aquáticos nos rios, e o pior: sem condutores minimamente qualificados para a condução.

 

 

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