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Semsa intensifica combate ao mosquito da dengue em Rio Branco

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Devido à chegada do período chuvoso, a secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (SEMSA) intensifica as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, febre chikungunya e zika vírus. Nesta quinta-feira, 24, 160 Agentes de Endemias realizaram arrastão em três bairros apontados pelo Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti – LIRAa como os que registram grande infestação predial: Morada do Sol, Adalberto Aragão e Invernada. A Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) e o Corpo de Bombeiros também fizeram parte da ação.

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A diretora da Vigilância em Saúde da SEMSA, Luana Esteves, explica que, além desses três, a SEMSA vai realizar arrastões em outros bairros e as ações serão contínuas. O quarto LIRAa do ano registrou o índice de 5.46%.

Nas residências e imóveis comerciais, os Agentes de Endemias fazem a buscativa de possíveis focos do mosquito em caixas d’água, vasilhas e objetos, além de orientarem as pessoas sobre as formas de combate a presença do mosquito. A arquiteta Karine Geber, que tem um imóvel na Morada do Sol, aprovou a abordagem: “Agora fiquei sabendo que apesar do esgoto estar tampado, como tem um pequeno furo, um suspiro, terei que colocar uma tela para evitar que o local se transforme em foco do mosquito. A Agente me explicou que eles preferem água limpa, mas, no período de chuvas, podem buscar também pelos esgotos. Informação é fundamental nessa batalha”, relata a arquiteta.

No próximo dia 2 de dezembro a SEMSA fará novo arrastão com o apoio do Exército, quando 160 Agentes de Endemias vão atuar em prédios de órgãos públicos municipais, estadual e federal. De acordo com Luana Esteves, o Exército vai ceder cerca de seis mil homens para atuação em todo o Brasil. “Vamos fazer arrastões nos bairros e prédios públicos”, cita Luana.

Rio Branco quer continuar vencendo o desafio da dengue

Em cinco anos, Rio Branco venceu o grande desafio de reduzir o número de casos de dengue. Em 2010, foram registrados 32.422 mil casos da doença e em 2016 foram confirmados 561 casos até o mês de outubro.

A redução nos últimos cinco anos, segundo Luana Esteves, foi possível graças a várias ações e investimento por parte da Prefeitura de Rio Branco: Arrastões (visitas de casa em casa), contratação de Agentes de Endemias, orientação para a população sobre a identificação e os hábitos do Aedes aegypti, realização de bloqueio químico nos casos notificados, reconhecimento Geográfico do Município de Rio Branco para as ações de Controle de Endemias in loco e aéreo (com uso de drone), realização de palestras, peças teatrais, exposições em escolas estaduais e municipais da área urbana de Rio Branco e feiras de saúde, além da realização de visitas em pontos estratégicos a cada 15 dias. Houve também a produção de Boletim Informativo da Dengue, a realização de Ciclos de Visitas e o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti, o LIRAa. “Vamos manter e intensificar todas essas ações para que continuemos a manter sob controle as doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, Zica e chikungunya, como vem acontecendo nos últimos anos. Mas, a sociedade precisa entender que esse desafio é de todos”, conclui Luana.

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