O desempregado José de Oliveira, de 52 anos, passou por momentos de desespero e revolta quando procurou atendimento no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), no fim da semana passada. José sangrava pelo nariz há várias horas e, diagnosticado com um tumor nasal, procurou atendimento médico para conter o sangue.
A Secretaria de Saúde do Acre não respondeu aos questionamentos do ac24horas, limitando-se a informar que o paciente “recebeu o atendimento necessário”, versão que foi criticada por José de Oliveira. “Fui atendido por dois médicos clínicos. Um pediu que chamassem urgente o otorrino, e o outro ligou pessoalmente, mas não adiantou”, conta.
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O paciente explica que sofre com sangramentos há algum tempo e que já recebeu diagnóstico preliminar apontando um tumor na mucosa nasal. Diante disso, procurou por diversas vezes unidades de saúde do município e também a Policlínica do Tucumã, onde teria disso incluído numa lista de espera para a consulta na Fundação Hospitalar.
“A questão é que até hoje não fui chamado. Eu voltei lá esses dias para perguntar, e disseram que a Policlínica tinha perdido os meus documentos. Como pode isso? Eu precisando de atendimento e depois de três meses de espera eles vem me dizer isso. É um descaso com a gente, isso sim. Foram atrás e lá tinha um monte de pastas, tudo atrasado”.
José conta que ao procurar o Pronto Socorro já estava com o nariz bastante inchado e que tem medo de adquirir outro problema de saúde. “Quando o segundo médico ligou para o otorrino, ele contou a minha história, e o otorrino disse que não ia lá no pronto socorro. Ele estava sobreaviso, mas disse que ia só se fosse pra colocar um tampão no meu nariz. Isso é um absurdo!”, reclama.
Mesmo questionada, a Secretaria manteve-se em silencia sobre os procedimentos que deveriam ser seguidos pelo paciente para a conquista de uma consulta médica adequada ao caso dele. A Secretaria também não quis confirmar ou não se o médico negou-se a atender José de Oliveira no Pronto Socorro de Rio Branco.
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SEM RESPOSTA
Sobre a “lista de espera” em que José teria sido incluído, a Secretaria de Saúde não enviou posicionamento. O órgão também não informou se já havia data marcada para a cirurgia de retirada do tumor que José possui.
Mesmo questionada, a Secretaria manteve-se em silencio sobre os procedimentos que deveriam ser seguidos pelo paciente para a conquista de uma consulta médica adequada ao caso dele. A Secretaria também não quis confirmar se o médico negou-se a atender José de Oliveira no Pronto Socorro de Rio Branco.
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