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Osmir Lima é demitido por Sebastião Viana após publicar foto com Cunha

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O assessor especial do governo, Osmir Lima (sem partido) foi demitido na manhã desta quarta-feira (30) pelo governo do Acre, após publicar uma foto com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), quando recebeu uma homenagem como deputado constituinte, em Brasília. Osmir Lima recebeu o comunicado por telefone, do porta-voz do governo, Leonildo Rosas.

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Ele reclama que o comunicado foi feito de forma ríspida. “Foi um comunicado seco e até desastroso, porque foi feito por telefone”, disse Osmir Lima, que também comentou que a relação entre ele e os cardeais da Frente Popular do Acre (FPA), coligação comandada pelo PT, já estava abalada há algum tempo, desde que entrou numa discussão séria com Francisco Nepomuceno, o Carioca.

O assessor demitido não economizou críticas a Carioca. “A FPA não existe. É uma brincadeira. O carioca que se diz articulador político, mas só prejudica o grupo, porque na verdade ele só beneficia o PT. Os partidos que integram a coligação são usados como massa de manobra para atender aos interesses do PT. Estou fora do governo e não me filio mais a partido nenhum”, diz Osmir Lima.

A administração do governador Sebastião Viana (PT) não ficou fora das criticas do assessor especial demitido por Leonildo Rosas. “O primeiro governo foi bom, mas o segundo mandato está sendo um desastre. Não faço mais parte deste governo e estou pensando seriamente em me retirar da militância política. Não suporto mais a maneira como se faz política no Estado”, diz Osmir.

GOVERNO NEGA DEMISSÃO POR CAUSA DE CUNHA

Após tomar conhecimento das declarações de Osmir, o Porta-Voz do governador, Leonildo Rosas, foi as redes sociais negar que o assessor tenha sido detido por causa da foto com Eduardo Cunha. “A exoneração ocorreu por um único motivo: redução do quadro de nomeado no governo. Basta verificar no Diário Oficial para constatar que ele não é o caso exclusivo”.

Rosas enfatizou que Osmir deveria “agradecer a oportunidade que teve nos últimos anos, as mãos estendidas, em vez de literalmente cuspir no prato que comeu”, diz o Rosas.

“Será que ele precisou sair do governo para enxergar os supostos erros que a partir de hoje passou a enxergar na administração estadual e na Frente Popular? Agir assim não é justo. Não é digno. Boa sorte na sua caminhada, companheiro Osmir. Vou continuar onde sempre estive. Em tempo: a conversa que tive com o amigo Osmir não foi ríspida. Foi muito mais cordata do que esta nota”, finaliza o porta-voz.

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