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Sete terremotos foram registrados no Peru nos últimos seis dias

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Desde o dia 19 de janeiro, sete tremores de terra foram registrados no Peru, país que faz fronteira com o Acre. De acordo com dados coletados no Portal Apollo 11, o primeiro sismo foi registrado 48km ao sul da região de Abancay e teve magnitude de 5.0 na escala Richter, sendo considerado moderado.  O ápice do terremoto ocorreu a 48km de profundidade, segundo o site. Outro também foi registrado  no dia 19 e foi considerado por pesquisadores como leve, atingindo uma região isolada de Tambo e marcando 4.1 de magnitude.

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O terceiro sismo, de acordo com o portal, foi considerado moderado, atingindo a marca de 5.0 no dia 20 de janeiro na região de Acari. O quarto, também registrado no dia 20, registrou 4.3 na escala Richter ao atingindo a região Orcopampa.

No dia 22, o quinto tremor foi registrado ao sudoeste de San Isidoro. Considerado de grau leve, o sismo atingiu a marca de 4.0 de magnitude. Também no dia 22, foi registrado outro na região de Pucalpa, com magnitude de 4.1. Este também foi considerado leve.

Já nesta segunda-feira, 25 de janeiro, um novo tremor, desta vez o sétimo, atingiu a região norte de Tabalosos, com magnitude de 4.7 e também foi considerado leve.

Até o momento, não existem relatos que os tremores tenham sido sentidos no Acre, como os ocorridos no mês de novembro do ano passado e outro no inicio deste ano, que fez casas e prédios de Rio Branco, Brasiléia e Assis Brasil tremerem.

Ainda em novembro, o pesquisador meteorológico Davi Friale relatou que os Estados do Acre e o Amazonas são os mais  vulneráveis a abalos sísmicos por estarem localizados próximos ao encontro de duas placas tectônicas, a de Nazca e a Sul-Americana.

O evento que ocasionou abalos como os que foram sentidos no Acre são conhecidos na Geologia como subducção, que é quando ocorre o movimento em que uma placa tectônica desliza para baixo de outra placa.

“A causa desses terremotos foi o choque de duas placas tectônicas – que são a própria crosta terrestre sobre a qual vivemos -, a de Nazca, que se movimenta para leste, e a Sul-Americana, que se movimenta para oeste. Essas placas deslocam-se lenta, mas permanentemente, uma em direção à outra. A placa Sul-Americana, sobre a qual está todo o Brasil, é mais leve e, por isso, no encontro coma placa de Nazca, sobe e dá origem aos Andes, que crescem alguns centímetros anualmente”, explica Friale.

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