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Por causa da queda do preço do petróleo, dólar opera em alta nesta quarta e bate R$ 4,10

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O dólar opera em alta em relação ao real nesta quarta-feira (20), chegou a atingir R$ 4,10  pela primeira vez desde setembro, dando sequência ao movimento da véspera.

A alta ocorre porque os investidores procuram investimentos considerados mais seguros – como o dólar – diante do cenário de incertezas com a queda do preço do petróleo. O mercado também aguarda a decisão sobre a nova taxa de juros brasileira, que será anunciada no começo da noite.

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Às 13h03, a moeda norte-americana subia 0,73%, a R$ 4,0847 na venda. Veja a cotação.

Mais cedo, a moeda chegou a atingir R$ 4,1006 na máxima da sessão, segundo a agência Reuters, o maior nível intradia desde 29 de setembro, quando alcançou R$ 4,1551.

Acompanhe a cotaçao ao longo do dia:
Às 9h09, subia 0,747%, a R$ 4,0852.
Às 9h19, subia 1,088%, a R$ R$ 4,099.
Às 9h29, subia 0,977%, a R$ 4,0945.
Às 9h39, subia 1,06%, a R$ 4,0979.

Às 9h49, subia  0,935%, a R$ 4,0928.
Às 10h29, subia 0,79%, a R$ 4,087.

Às 10h39, subia 0,866%, a R$ 4,09.
Às 10h50, subia 0,829%, a R$ 4,0885.
Às 11h18, subia 0,84%, a R$ 4,0891.
Às 11h50, subia 0,614%, a R$ 4,0798.
Às 12h12, subia 0,7050%, a R$ 4,0835.

“Prevalece a aversão a risco nos mercados internacionais. O petróleo não para de cair e todo alívio tem se mostrado temporário”, disse à Reuters o operador da corretora Correparti Guilherme França Esquelbek.

O petróleo nos EUA atingiu nesta quarta-feira sua menor cotação desde 2003, negociado abaixo de US$ 28, refletindo a sobreoferta nos mercados globais e expectativas de demanda fraca diante da fraqueza no crescimento econômico global. Em Londres, o barril também era negociado em queda, se aproximando da barreira de US$ 28.

O recuo da commodity arrastou consigo as bolsas chinesas, ofuscando expectativas de estímulos econômicos. Preocupações com a saúde da segunda maior economia do mundo também vêm contribuindo para a apreensão nos mercados globais.

No Brasil, a pressão era corroborada por incertezas sobre a estratégia do governo para enfrentar a crise econômica. Além de preocupações com a possibilidade de que o governo possa recorrer ao afrouxamento fiscal para estimular a atividade, alguns operadores temem que o Banco Central evite aumentar os juros diante da recessão econômica.

“Não é só uma questão de fluxo”, disse também à Reuters o operador de uma corretora nacional, referindo-se ao fato de que juros mais altos tendem a atrair para o Brasil recursos externos. “É também uma questão de incerteza, de não saber qual vai ser o quadro macroeconômico daqui a uma semana”.

Véspera
Depois de passar toda a manhã em queda, o dólar mudou de direção e fechou em alta nesta terça-feira (19), no maior valor em quase quatro meses, com o mercado avaliando as perspectivas de novos estímulos econômicos na China e a alta dos preços do petróleo, ao mesmo tempo em que mostrou apreensão com as perspectivas econômicas para o Brasil.

A moeda norte-americana subiu 0,51%, vendida a R$ 4,0549. Desde o início do ano, o dólar avança 2,70% frente ao real. É o maior valor desde o dia 29 de setembro, quando a moeda fechou a R$ 4,0591.

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