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Mudanças climáticas, aquecimento global e COP21: Da esperteza dos divulgadores à inocência da população

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Davi Friale*

Qual a definição de terrorismo? Resposta: Segundo o dicionário da língua portuguesa, é uma forma de causar medo e pânico à população, utilizando-se de meios violentos. É exatamente o que estão espalhando para a população: Medo de um aquecimento global que levaria a consequências desastrosas para toda a humanidade tendo como causador o próprio homem através de suas atividades.

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Não há o menor interesse para os países e grupos econômicos que, hoje, ainda dominam o mercado mundial, que nós tenhamos um crescimento econômico que lhes comprometa a concorrência. O objetivo deles é retardar o nosso desenvolvimento propagando falsas teorias sobre o ambiente, em especial, no momento, o atmosférico.

Infelizmente, a maioria das autoridades políticas tem caído nessas mentiras por ignorância no assunto ou por conivência consciente.
Conclusões – se é que são conclusões – são divulgadas, mas que chegam a ser infantis para os cientistas sérios.

Realizou-se, neste mês de dezembro de 2015, em Paris, a COP21, reunião promovida pela ONU, onde se discutiu um hipotético aquecimento global causado pelas atividades do homem e que, segundo os formuladores dessa hipótese, causariam mudanças climáticas gerando um caos ambiental. Autoridades de quase duzentos países participaram do evento.

É triste, mas é verdade: querem, a todo custo, impor à humanidade uma falsa teoria que, para a maioria, parece ser verdade, pois são usados meios ardilosos e sutis para atingirem seus objetivos econômicos e políticos. Propagam o medo na população e, com isso, submetem-na aos interesses gananciosos de poderosos grupos econômicos e de países que, ainda, dominam a economia mundial.

Qual o verdadeiro interesse das maiores potências? A resposta é simples: Que continuemos acreditando que só eles sabem de tudo e, com isso, espalhando o medo à população com a difusão de que ocorrerá uma alteração climática que levará a tragédias em todos os continentes. Assim, eles continuarão dominando com a comercialização de seus produtos falsamente chamados de “ecológicos”.

Não há sequer uma única prova científica de que o homem, com suas atividades, possa alterar o clima. Todas as mudanças que ocorrem são decorrentes de fenômenos naturais. Como já disse inúmeras vezes e não me cansarei de dizer, o clima da Terra é comandado pelo Sol, pelos oceanos e, eventualmente, pelos vulcões. Qualquer ação humana atual é desprezível para a atmosfera, a nível global. O homem altera, apenas, o microclima, através, principalmente, da urbanização, da industrialização e da retirada da cobertura vegetal e, mesmo assim, de forma bastante limitada. Sua participação na atmosfera é comparada a uma formiguinha em cima de um elefante. Tomemos como exemplo a cidade de São Paulo, onde, nos dias ensolarados, a temperatura fica bem acima da periferia, devido ao fenômeno conhecido como ilha de calor. No entanto, basta uma frente fria atingir a cidade, deixando o céu encoberto, com chuvas e bastante vento, que a temperatura cai, quase por igual, tanto no centro, como nos bairros mais distantes.

O que se tem divulgado ultimamente sobre o clima é motivo de piada para os climatologistas e meteorologistas sérios, que pesquisam de forma imparcial e não se corrompem com essas políticas terroristas, cujos autores não tem sentimentos humanitários, mas agem egoisticamente, sem o menor interesse pelas outras pessoas. Se eles não conseguem nem prever, com muita antecedência, um furacão e muito menos a sua rota exata, querem afirmar que o aquecimento global é uma certeza?

Por que, nessas reuniões, não se dá espaço para questionamentos contrários ao que pregam? Por que não agem democraticamente, com direitos iguais para os cientistas opositores, dando-lhes oportunidade de exporem suas pesquisas e conclusões? Por que não concedem verbas para pesquisas sobre a teoria do resfriamento global? Por que os meteorologistas e climatologistas que não concordam com o aquecimento global, como está sendo propagado, não são convidados para debates e discussões?

A resposta, mais uma vez, é simples: Por que a verdade foge ao interesse deles. Cientistas que não concordam com eles são considerados inimigos do poder das maiores potências e dos poderosos grupos econômicos.

Resumindo: A verdade sobre o clima não pode ser difundida, pois contraria frontalmente os interesses desses terroristas do clima.

Nessas reuniões sobre o clima mostram-se dados manipulados, modelos matemáticos forçados e conclusões políticas e não científicas. Para se ter uma ideia da tamanha falta de respeito com a verdade, o IPCC, órgão da ONU sobre mudanças climáticas, creditou, como autores de algumas de suas mentiras, cientistas que não apoiam o aquecimento global.

Estão abrindo precedentes perigosos para a vida da humanidade e quase ninguém está percebendo isto!
Como diz o Dr. Ricardo Augusto Felício, climatologista da USP: “Estão implantando o eco-imperialismo ou o eco-totalitarismo”.

O Dr. Ivar Giaever, prêmio Nobel em Física, não se cansa de dizer: “Sou cético ao aquecimento global porque está se tornando uma religião, onde não se admitem questionamentos”. E continua dizendo: “Não interessa o número de cientistas que seguem esta mentira. O que interessa é se os cientistas estão certos”.

Nessas conferências e reuniões os discursos são vazios e visam vender uma ideologia, que por sua vez, não se sustenta em seu tripé, na tríade formada por mudanças climáticas, aquecimento global e caos ambiental.

Assim, convido a todos os cientistas, professores e sociedade a debaterem seriamente esses assuntos, sem a interferência tendenciosa de políticos e líderes gananciosos pelo poder econômico.

Vamos salvar, sim, o planeta, mas dessas pregações mentirosas que, se não forem neutralizadas, trarão consequências irreparáveis para os países e pessoas que querem usufruir de um desenvolvimento real, do qual eles, lá, já usufruem.

*Davi Friale é pesquisador nas áreas de clima e meteorologia

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