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Ministério Público Federal cria força tarefa da Lava-Jato para investigar Sebastião e cia

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O Ministério Público Federal criou no inicio de dezembro uma equipe de subprocuradores para trabalhar exclusivamente na Operação Lava-Jato no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A informação foi publicada pelo jornal Valor Economico.

O grupo ficará focado em analisar material colhido em busca e apreensão, delação e outros materiais encontrados ao longo da investigação e remetidos ao STJ. Cabe ao tribunal investigar governadores, desembargadores e integrantes de tribunal de contas.

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Fazem parte do grupo os subprocuradores Francisco de Assis Sanseverino, José Adonis Callou, Maria Hilda Marsiaj, Mário José Gisi e Áurea Maria Etelvina Pierre. Eles já trabalhavam com Ela Wiecko, vice-procuradora-geral da República nos inquéritos da Lava-Jato e agora ficarão com dedicação exclusiva à operação.

A Lava-Jato no STJ investiga o suposto envolvimento dos governadores Sebastião Viana (PT-AC) e Luiz Fernado Pezão (PMDB-RJ) no esquema de corrupção da Petrobras. Além deles, o STJ investiga a suposta participação do ex-governador Sergio Cabral (PMDB-RJ) no mesmo inquérito de Pezão; do ex-ministro Mário Negromonte, em inquérito que envolve o Tribunal de Contas dos municípios da Bahia.

O delator do Petrolão, Paulo Roberto Costa, revelou durante a delação premiada a justiça que o governador Sebastião Viana (PT/AC) teria recebido R$ 300 mil para sua campanha na disputa do governo do Acre em 2010. O delator afirmou que o dinheiro que teria sido destinado para Viana saiu da cota de 1% do PP – Partido Progressista – que tinha o controle político da diretoria Abastecimento da estatal. O nome de Viana aparece numa agenda de anotações de Costa, apreendida em sua casa no Rio de Janeiro. Nela, estão registradas iniciais de nomes de políticos com números relacionados a eles. No caso do governador petista foi registrado “Tvian” ladeado do número “0,3″ – equivalente a R$ 300 mil, segundo o delator.

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