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Deputados debatem a mudança do projeto da Cidade do Povo

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O Governo do Estado quer transferir a construção de casas da Cidade do Povo para empresários no que diz respeito aos investimentos e lucros. O projeto para construção de milhares de casas próprias para beneficiar os servidores públicos faz parte da nova etapa da Cidade do Povo. Utilizando terrenos do AcrePrevidência que serão licitados a ideia é deixar por conta das construtoras o investimento, já que os imóveis serão vendidos e não doados. Quem explicou o projeto na ALEAC foi o líder do Governo, deputado Daniel Zen (PT). Um dos objetivos é dar a oportunidade aos empresários acreanos de fomentarem novos negócios. O deputado estadual Éber Machado (PSDC), que tem feito críticas às relações entre o Governo e os empresários, devido aos atrasos de pagamentos, estranhou a proposta porque supostamente as casas do projeto seriam construídas pelo Governo.

Assista ao debate entre os deputados Daniel Zen e Éber Machado sobre o projeto de construção de casas “pagas” na Cidade do Povo.

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Amor fraterno
Uma fonte de Feijó me afiançou que Francimar Fernandes (PT) quer que o seu filho, atual prefeito do município, Merla Albuquerque (PT), renuncie. Isso porque o próprio Francimar quer ser o candidato na disputa de 2016. Como se tata de pai e filho, se Merla não renunciar no prazo determinado por lei, Francimar ficará impedido.

Concorrente forte
A realidade é que o clã político familiar de Francimar perderia a força no caso de uma derrota em 2016. O empresário Kiefe (PP) aparece bem avaliado nas pesquisas e pode ganhar a prefeitura. Resta saber se o filho vai obedecer o pai e realmente renunciar já que Merla poderia ser candidato à reeleição.

Favorito no Mangará
O PT deverá perder o comando de várias prefeituras com essa maré de anti-petismo nacional. Mas em compensação, em Mâncio Lima, pode ganhar uma nova com o pré-candidato Isaac Lima (PT) que aparece como favorito na disputa.

Unidos
Isaac é irmão do deputado estadual Jonas Lima (PT) e primo do diretor do SEBRAE-AC, Mâncio Lima (PT) e do ex-deputado federal Taumaturgo Lima (PT). Além disso, o grupo político de Isaac tem se mantido unido tanto nas vitórias quanto nas derrotas eleitorais no município.

Desunião
A candidata do PMDB não é unanimidade nem dentro do próprio partido em Mâncio Lima. Além disso, o racha com o PC do B na disputa poderá fragilizar os pretendentes a sucessores do atual prefeito Cleidson Rocha (PMDB).

Não se mexe em time que está ganhando
O candidato natural a sucessor de Cleidson seria o seu vice, Ériton Maia (PC do B). Mâncio Lima é o único município do Acre onde uma parceria entre um partido de oposição e da FPA deu certo. A continuidade do projeto nos mesmos moldes seria mais atraente aos eleitores. O racha beneficia aos concorrentes.

Tiro curto
Como o tempo de campanha foi reduzido em 2016 ficará difícil para pretendentes a prefeitos que não sejam conhecidos pela população. Tornar um candidato ou candidata “popular” em 45 dias é uma missão quase impossível.

A hora de saber apostar
O melhor é que os candidatos e candidatas já tenham uma afinidade e um apelo popular. Essas eleições municipais de tiro curto beneficiarão aqueles que estão nos cargos e os oposicionistas já conhecidos pela população. Não será o momento para se inventar candidaturas caídas de paraquedas.

Ame-o ou deixe-o
O deputado estadual, Gehlen Diniz (PP) é aquele típico parlamentar da direita. Nessa quinta, 10, na tribuna da ALEAC, chamou os petistas e comunistas do PC do B de terroristas. Gehlen considera a luta armada de guerrilha da esquerda, nos anos 60 e 70, durante a Ditadura Militar, de terrorismo. Assim como os militares daquela época que cunharam o jargão fascista; “Ame ou Deixe-o”, se referindo aos milhares de pensadores brasileiros que foram exilados por divergirem do regime repressor.

A culpa é do PT
Se os governantes do PT que chegaram ao poder não tivessem caído em tentação com tantos casos de corrupção a gente não assistiria a essa feroz e perigosa volta do conservadorismo político. Mas na realidade o PT deixou de ser um partido de esquerda há muito tempo. Estão mais preocupados com a manutenção do poder.

Desânimo
Um amigo do deputado federal Sibá Machado (PT), líder do PT na Câmara Federal, me fez a seguinte revelação. Conversou com ele por telefone e o líder petista estava temeroso. Segundo a fonte, Sibá afirmou que as coisas estavam difíceis para a presidente Dilma (PT) em relação ao impeachment.

O PSDB mordeu a isca do PT na questão do impeachment
Era óbvio que a falta de credibilidade do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB), enrolado num processo de cassação, iria atrapalhar o andamento do impeachment da presidente Dilma (PT). Na minha avaliação, na sede de conseguir seus objetivos, os tucanos cometeram um erro estratégico grave. A bancada do PSDB deveria ter lutado primeiro pela cassação do Cunha. O seu vice também teria aceitado o pedido de processo de impeachment. As coisas funcionariam mais naturalmente dessa maneira. Com o Cunha a questão da chantagem se tornou preponderante na avaliação dos ministros do STF. Virou uma corrida para saber quem está mais errado, Cunha ou Dilma e o seu entorno do PT. Os tucanos esqueceram o conselhos dos ingleses que para se construir algo é conveniente utilizar a filosofia do step by step, ou seja, do passo a passo.

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