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Italianos podem comprar a Eletroacre

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Uma reportagem especial, feita direto de Londres, para o Jornal Folha de São Paulo, fez interessantes revelações. O material jornalístico aponta que a crise econômica e política no Brasil não afeta os planos da multinacional de energia italiana chamada Enel, que vê oportunidades de investimento no país e pretende entrar na disputa pelas distribuidoras da Eletrobras em processo de privatização, incluindo a do Acre, a Eletroacre, que deve ser colocada à privatização.

No mundo inteiro, a empresa pretende investir € 28,5 bilhões, o equivalente a R$ 115 milhões. Somente no Brasil, a ideia é injetar, entre os anos de 2016 e 2019, o equivalente a € 3,4 bilhões (R$ 14 bilhões) . Na verdade, além da Eletroacre, devem ser colocadas à venda a Celg, de Goiás, Ceal (Alagoas) e Cepisa (Piauí).

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Em entrevista ao Jornal, o presidente global da Enel, Francesco Starace, disse que “muitas dessas redes são próximas, então faz sentido tentarmos combinar geograficamente redes próximas. Por exemplo, o Acre talvez não seja a melhor”, afirmou o executivo, referindo-se à distância da distribuidora local em relação a outras que devem ser privatizadas ou que já são da companhia. Isso mostra um dos pontos negativos da negociação que poderá ocorrer.

No Brasil, a Enel é dona das distribuidora de energia Coelce (Ceará) e Ampla (que atende 66 municípios no Rio de Janeiro). Tem também atuação no setor de energias renováveis, por meio da Enel Green Power, uma termelétrica no Ceará e uma hidrelétrica em Goiás. É dona ainda da Cien, que transmite energia entre Brasil e Argentina.

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