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Combustíveis podem estar sendo vendidos adulterados

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Combustíveis em todo o país podem estar sendo vendidos adulterados por falta de fiscalização. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) cancelou contratos com universidades que faziam o monitoramento da qualidade dos combustíveis em 20 estados, entre eles, o Acre.

Assim, mesmo pagando o combustível mais caro do Brasil, o consumidor acreano pode estar adquirindo produto adulterado. Segundo reportagem do Jornal O Estadão, desta segunda-feira (13) apenas postos de Minas, São Paulo, Goiás, Tocantins e Rio Grande do Sul foram monitorados em agosto.

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A reportagem tenta sem sucesso, desde o início do horário de expediente falar com o representante dos donos de Postos de Combustíveis do Acre, Dellano Lima. Segundo a secretária ele não para no escritório. A assessoria de imprensa não atende os telefones informados.

A agência reguladora autuou – no ano passado – 13 postos de combustível por vender gasolina fora das especificações no Acre. Desse total, um foi interditado por conter alto teor de Etanol acrescido a gasolina.

Na capital, existem mais de 40 Postos de Gasolina em pleno funcionamento, desse total,  em fevereiro deste ano, 13 foram submetidos a analises (por meio de sorteio), sendo que seis apresentaram índices acima do permitido da substância Benzeno e outros sete apresentaram o Etanol, ambas acrescidas a gasolina.

A fiscalização dos combustíveis líquidos é, junto com o monitoramento da qualidade, ferramenta essencial da ANP para a defesa dos direitos dos consumidores. Enquanto o sindicato não se manifestar fica o mistério: qual a qualidade da gasolina que você está consumindo?

A editoria abre espaço para manifestação da entidade que representa a categoria no estado, a fim de prestar esclarecimento a sociedade quanto à comercialização de gasolina adulterada na Capital.

Adulteração

A gasolina pode ser adulterada de vários modos, os mais comuns são a adição de Etanol (álcool hidratado- anidro) fora da quantidade especificada ou de solventes como o tolueno, metanol, benzeno e outros, acima dos valores máximos permitidos.

No caso identificado no Acre, as opções mais usadas para adulterar a gasolina foram o Etanol e o Benzeno.

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