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Pastor diz que beijaço gay foi uma afronta ao “povo de Deus” e nega propaganda enganosa sobre Marco Feliciano no “Aviva Rio Branco”

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Pastor diz que beijaço gay foi uma afronta ao “povo de Deus” e nega propaganda enganosa sobre Marco Feliciano

Dois dias após a realização do Aviva Rio Branco, o pastor Maycon Gomes resolveu quebrar o silêncio e falar sobre as polêmicas geradas em torno do evento gospel, que foi realizado na última sexta e sábado, na Concha Acústica do Parque da Maternidade.

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O Aviva Rio Branco foi aprovado por grande parte do povo evangélico. Tanto que por noite calcula-se que houve uma participação de pelo menos quatro mil pessoas.

Mas, por outro lado, há quem critique o pastor Maycon Gomes, que mesmo sabendo da ausência de Marco Feliciano manteve as pessoas com a expectativa de que o pastor-deputado pregaria no primeiro dia do evento.

Na sexta-feira, quando o povo da arquibancada aguardava ansioso pela presença de Marco Feliciano, a organização do evento veicula um vídeo em que o parlamentar aparece explicando que por motivo de saúde não poderia estar no Acre.
Em entrevista ao ac24horas, Maycon Gomes, coordenador e idealizador do Aviva Rio Branco, diz que Marco Feliciano informou o cancelamento de sua vinda, às 18h da quinta-feira passada, véspera do evento, quando toda a estrutura estava praticamente pronta. E foi o próprio Maycon Gomes, que também é pregador, o encarregado de ministrar a mensagem bíblica nos dois dias.

“São imprevistos que acontecem. Estava tudo certinho, tudo de acordo, conforme eu divulguei, mas quando foi na quinta-feira, às 6h da tarde, eu recebi um vídeo do pastor Marco Feliciano dizendo que tinha que fazer um exame na sexta-feira em Minas Gerais. O exame era inadiável e não tinha como ele vir. Ainda implorei para ele vir, mas ele disse que não tinha como. Ainda liguei para outros ministrantes, mas não consegui com ninguém. E eu não queria pregar porque fiquei com medo da má fé diante do povo e fiquei em desespero, angustiado, tentei até a última hora”, informa.

Para Maycon Gomes as ausências de Marco Feliciano, Ezequiel Pires e Abílio Santana, outros pastores que também participariam da festa, foi vontade permissiva de Deus. O evento, diz o pastor, continuou porque estavam presentes outras pessoas convidadas e anunciadas.

Maycon Gomes nega que tenha feito propaganda enganosa através do nome do pastor Marco Feliciano com o objetivo de manter o público e garantir mais oferta financeira.

Ele revelou que não ganha nada com o Aviva Rio Branco, que faz o evento para “abençoar a cidade” e que o dinheiro era para custear o evento. Ele também acrescentou que nos dois dias de culto foram arredados R$ 4,4 mil.

“Não dava mais pra canelar o evento porque já era quinta-feira, um dia antes. Então eu deixei o povo ir e pedi a direção de Deus na hora, né. Mas o culto foi alegre, uma benção, o povo saiu abençoado. E eu abri a Bíblia e preguei, 94 almas foram salvas e o povo não arredou o pé, saiu abençoado. Primeiro que eu não tinha só o Marco Feliciano de convidado, eu tinha mais seis cantores de fora. Esse povo que veio eu estava ajudando eles, abençoado eles. Custou passagens. Então o evento não era só em torno do Marco Feliciano tinha outras pessoas. E um dia antes não tinha como eu correr já com o som alugado com tudo penhorado. As ofertas que a gente tira não é pra arrecadação pra mim porque esse evento é só uma vez no ano. E seu eu quisesse arrecadar dinheiro trazia um Fernandinho, uma Aline Barros colocava num local fechado e cobraria ingressos. Eu faço evento pra abençoar a cidade. Pra você ter uma idéia, em 2013 eu paguei R$ 11 mil do meu bolso, quando eu fiz no Ginásio Coberto. E no ano passado faltou R$ 3 mil e eu tirei do meu bolso. Esse ano não faltou um centavo. Deus providenciou tudo. Não preciso de oferta para manter minha família até porque é uma vez no ano. E eu tenho o meu salário, tenho a minha agenda”, completa.
O pastor também se pronunciou sobre beijaço gay ocorrido na hora do culto. Para ele o ato foi um “desrespeito ao povo de Deus.”

“Se eles quisessem fazer isso que fossem se beijar na rua, em outros lugares. Porque o povo evangélico não vai para as passeatas gay fazer protesto no meio deles. Eu acho que foi um desrespeito com o povo de Deus”, finaliza.

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