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PF apreende 75 Kg de pasta base de cocaína no rio Juruá

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A Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal apreendeu aproximadamente 75 Kg de pasta base de cocaína na noite do dia 1o. A droga saiu da cidade de Cruzeiro do Sul e estava sendo transportada em um pequeno barco que navegava pelo Rio Juruá.

A equipe de Policiais Federais montou uma barreira fluvial nas proximidades do município de Eirunepé-AM e obteve êxito na apreensão da droga. O barco estava sendo conduzido por um homem de 41 anos residente na cidade de Cruzeiro do Sul. Há indicativos de que o destino final da droga seria a cidade de Manaus.

O Helicóptero Harpia 01 da Secretaria de Segurança do Estado do Acre auxiliou nas diligências de reconhecimento do local. A equipe de Policiais Federais também contou com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar do Estado do Amazonas. Mais uma vez, a cooperação entre as Agências de Segurança Estaduais e Federais, foi primordial para o êxito da operação. O flagrante foi formalizado na Superintendência da Polícia Federal em Rio Branco.

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Contratação de empresa para tratamento de água na capital vira alvo de investigação pelo MP

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O Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) abriu uma investigação com objetivo de investigar a contratação de uma empresa privada para fornecimento de tratamento de água em Rio Branco. O despacho foi publicado na edição do Diário Eletrônico desta quarta-feira, 28.

De acordo com a promotoria Especializada de Defesa do Patrimônio Público e Fiscalização das Fundações e Entidades, em abril deste ano, a empresa Oliveira e Melo LTDA foi contratada pela Prefeitura Municipal de Rio Branco por processo de dispensa de licitação no valor de R$ 28.469.000,00 (vinte e oito milhões, quatrocentos e sessenta e nove mil reais), para fornecer Policloreto de Alumínio (PAC) às Estações de Tratamento de Água do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco – SAERB – causando indícios de superfaturamento.

No entanto, o MP destacou que a prefeitura encaminhou resposta esclarecendo apenas que a contratação ocorreu, na verdade, via sistema de registro de preço, oportunidade em que a referida empresa foi contratada pelo valor de R$ 16.849.000,00 (dezesseis milhões, oitocentos e quarenta e nove mil reais), todavia ausente a cópia integral do referido procedimento licitatório.

Porém, o órgão controlador solicitou também documentação pertinente à contratação da empresa Oliveira e Melo LTDA e determinou a abertura de procedimento administrativo. “Considerando que a Notícia de Fato nº 01.2022.00000753-1 não foi concluída em tempo hábil, persistindo a necessidade de colher elementos de informação destinados a formar a convicção ministerial acerca dos fatos narrados, bem como para analisar a documentação já disponibilizada”, diz trecho do documento.

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Embrapa e universidade da Suíça avaliam cadeia produtiva de pecuária de corte na Amazônia

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Como as políticas de regularidade ambiental afetam a produção pecuária na Amazônia? O cumprimento do desmatamento zero é realizado de forma igualitária entre diversos tipos de produtores de gado? Para tentar responder esses questionamentos o Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETHZ), da Suíça, e a Embrapa estão desenvolvendo, entre 2022 e 2026, um projeto de pesquisa na Amazônia. No Acre, vão ser avaliadas 1.200 propriedades rurais no estado.

Os resultados do projeto vão gerar informações e subsídios para melhorar a efetividade das políticas das empresas privadas da cadeia produtiva da pecuária de corte rumo ao desmatamento zero na Amazônia. As melhorias nas políticas públicas servem para tentar coibir o desmatamento ilegal, além de proporcionar aos pecuaristas comercializarem seus produtos sem desigualdades desde o pequeno, médio e grande produtores rurais.

Segundo o pesquisador Judson Valentim, da Embrapa Acre, o desmatamento ilegal zero, a regularização trabalhista da mão-de-obra e a inexistência de sobreposição do Cadastro Ambiental Rural da propriedade com Terras Indígenas e Unidades de Conservação são exigências impostas pelos frigoríficos aos produtores na horada compra do gado.

“Como a desigualdade ainda é alta no Brasil, é preciso avaliar os impactos da implementação dessa política e propor alternativas para conciliar a melhoria da renda dos produtores com a redução das desigualdades socioeconômicas. Também buscamos,com o projeto, contribuir com a redução dos impactos negativos na renda dos pequenos produtores que têm na atividade de cria parte da sua caderneta da poupança, além de assegurar a regularidade ambiental e a sustentabilidade da cadeia produtiva de pecuária de corte na Amazônia.”

Nos próximos 90 dias, uma equipe composta por sete entrevistadores fará as entrevistas nos municípios de Acrelândia, Assis Brasil, Brasileia, Bujari, Capixaba, Epitaciolândia, Plástico de Castro, Porto Acre, Rio branco, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri.

“O questionário inclui perguntas sobre criação e comercialização de gado, o nível tecnológico da propriedade, as preferências dos produtores na hora da venda do gado e satisfação com as relações comerciais que eles têm. Também inclui aspectos socioeconômicos dos domicílios e da família que reside na propriedade, inclusive renda, valores e aspectos culturais. Queremos, ainda, entender qual é o nível de participação das mulheres na liderança dos empreendimentos agropecuários”, explica o pesquisador do ETHZ, Federico Cammelli.

Políticas públicas e pecuária na Amazônia

A cadeia da carne bovina possui destaque no agronegócio brasileiro,
com ocupação de uma vasta área do território nacional, com geração de renda e emprego. Segundo dados da Pesquisa Pecuária Municipal do IBGE, em 2020, o rebanho bovino na Amazônia Legal era de 93 milhões de cabeças, correspondendo a 43% do rebanho brasileiro de 218 milhões de cabeças. No mesmo período, de acordo com dados do Mapbiomas, a área de pastagens na Amazônia Legal era de 70 milhões de hectares de pastagens, sendo que 79% – 55 milhões de hectares – localizadas em áreas desmatadas no bioma Amazônia.

Para reduzir o desmatamento ilegal causado pela expansão da pecuária, em 2009, os maiores frigoríficos se comprometeram a atingir o desmatamento zero (ZDC) em sua cadeia de suprimentos, com a exclusão de fornecedores que não cumprem os requisitos ambientais. Para Judson Valentim, os grandes frigoríficos estão exigindo do produtor rural que, ao vender o gado para abate, a propriedade dele não tenha problemas de desmatamento irregular.

“O grande pecuarista tem mais acesso à informação e condições para regularizar qualquer problema. Já o pequeno produtor pode acabar prejudicado e excluído desse processo e, por consequência, acabar vendendo o seu gado para um matadouro ou frigorífico que ainda não tem essa exigência, mas paga um preço inferior pelo gado. Por isso, um dos nossos objetivos é avaliar os impactos das exigências dos frigoríficos por regularidade ambiental sobre a equidade de renda entre fornecedores de gado, particularmente entre os pequenos produtores de cria”, explica o pesquisador.

“Nosso objetivo é gerar recomendações para que a implementação das políticas de sustentabilidade na cadeia da carne bovina leve a máxima
efetividade sem gerar impactos socioeconômicos negativos no setor, especialmente entre os produtores com menos resiliência, recursos e capacidade de adaptação”, comenta Cammelli.

O levantamento de dados será repetido no final de 2026, para avaliar os impactos econômicos e culturais ao longo do tempo.

Com informações da assessoria de comunicação da Embrapa/Acre.

Crédito da foto: Mauricília Silva

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Vídeo: grupo que protesta pelos detentos arremessa tijolo em pedestre e faz ameaça

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O trabalhador conhecido pelo apelido de ‘Monteiro’ recebeu uma ‘tijolada’ enquanto estava de costas para o movimento feito por familiares de detentos que manifestam no Centro da capital acreana desde a manhã desta terça-feira (27). O homem, que atravessava a rua nas proximidades do Terminal Urbano, em meio ao ato, sofreu a represália após conceder entrevista ao ac24horas.

À reportagem, ele deu sua opinião sobre o protesto: “isso é uma palhaçada. Fechar a rua enquanto um monte de gente quer trabalhar e o pessoal com essa frescura aqui no meio da rua”. Após ser entrevistado, uma mulher que participava do movimento entrou em discussão com o pedestre, que seguiu caminho.

Ao virar as costas, um rapaz pegou um pedaço de tijolo do chão e arremessou nas costas do homem, enquanto outras mulheres o xingavam e o ameaçavam. Toda a ação foi captada pelo ac24horas.

Os familiares dos detentos reclamam da burocracia para realização de visitas nos presídios, acusam má alimentação no local, entre outras reivindicações.

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Rio Branco receberá quase R$ 4 milhões de auxílio para gratuidade de transporte de idosos

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A prefeitura de Rio Branco irá receber R$ 3.868.649,32 do governo federal como Auxílio Emergencial à Gratuidade das Pessoas Idosas no Transporte Público Coletivo Urbano.

A informação foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional que validou um total de 557 propostas para acesso aos recursos. Desse total, 535 planos de ação foram enviados por Prefeituras, 19 por governos estaduais, um pelo Governo do Distrito Federal e outros dois por empresas públicas.

Serão destinados ao auxílio R$ 2,5 bilhões em recursos da União. O montante servirá, exclusivamente, para o custeio da gratuidade de maiores de 65 anos em sistemas regulares de transporte público coletivo urbano, semiurbano ou metropolitano.

“O setor de transporte público foi um dos mais afetados da economia em decorrência da pandemia do coronavírus, em razão da diminuição de circulação de pessoas nas cidades. Agora, temos esse auxílio que vai ajudar estados e municípios a enfrentarem essa redução”, destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

A execução dos recursos será descentralizada, por meio de transferências da União a órgãos vinculados, municípios, estados e ao Distrito Federal. Os entes federativos serão responsáveis pelo uso e distribuição dos recursos aos prestadores de serviços, observando o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos.

O repasse de recursos começará a ser efetuado a partir da próxima sexta-feira 30. A data-limite de transferências do Auxílio pela União é 31 de dezembro deste ano.

A prefeitura de Rio Branco realiza uma audiência pública sobre a nova licitação do transporte coletivo na capital acreana nesta quarta-feira, 28, no auditório da sede da Associação dos Municípios do Acre, AMAC.

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