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“Nunca votei nem trabalhei pelo PT, muito menos para Dilma Rousseff”, dispara Flaviano

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Ray Melo, da editoria de política do ac24horas


Bom dia! Boa tarde! Boa noite!


Quebrando a primeira regra do inciso um, da página 35, do código de atualização do blog do Ray, (onde diz que as aberturas das atualizações, só podem ser feitas com espaço do leitor, quando o assunto for contundente) este blogueiro vai conceder a honra do deputado federal Flaviano Melo (PMDB) fazer algumas ponderações em relação ao apoio de seu partido, em nível nacional, ao governo Dilma Rousseff (PT). “Os acreanos sabem, nunca votei nem trabalhei pelo PT, muito menos para Dilma Rousseff. Na Câmara, sigo a orientação de meu partido para garantir a governabilidade de meu País e não falo sobre Impeachment, pois não passa de uma probabilidade”. Quem fala assim não é gago. É o presidente regional do PMDB do Acre, mandando o recado que é oposição ao PT.



Pacientes do TFD estão há quatro meses sem ajuda de custo

Os pacientes do TFD estão há quase quatro meses sem receber ajuda de custo do governo do Acre. A denúncia é de um servidor público que passou por um transplante no Estado do Ceará. Ele se recupera na cidade de Fortaleza, onde estaria passando por sérias provações pela falta de assistência do Estado. “Ray Melo, resolvi falar porque passei por um procedimento delicado, minha recuperação está prejudicada pela falta de recursos. Aqui, os pacientes do Acre não contam com casas de apoio, nos viramos com ajuda de familiares e com a ajuda de custo do TFD, mas há quase quatro meses não recebo um real sequer”, disse o servidor que pediu para não ser identificado.


O transplantado afirma que vários pacientes acreanos estariam na mesma situação no Estado do Ceará. O blog tentou contato com gerente do TFD, Kenedy Moreira, mas ele não atendeu as ligações. Deixamos uma sugestão para os bravos representantes públicos que ocupam cadeiras na Aleac, que deixem as brigas por causa de banana em segundo plano e entrem neste debate da falta de assistência aos pacientes que precisam de tratamento fora de domicílio.


Livre, leve e solto
É assim que o senador Jorge Viana (PT) está se sentindo após o arquivamento do processo que pedia a cassação de seu mandato. O petista declara que nunca precisou usar estrutura pública para suas eleições, dando como exemplo sua chegado ao Palácio Rio Branco, quando se candidatou sem mandato nem apoio financeiros de empresas ou de estrutura pública. “Eu sempre fiz minhas campanhas apoiado no capital político construído com muito trabalho, andando bastante, conversando com as pessoas, mostrando as realizações de nossos mandatos. Podem até reclamar que exagerei no apoio a Edvaldo Magalhães, mas nunca poderão me acusar de abuso de estrutura pública nem de poder econômico”. O mesmo não acontece em nível nacional, né senador?


Sebastião mentiu?
A professora Gizelda Silveira está revoltada com o governo do Acre. Ela denuncia, nas redes sociais, que o anuncio que o ponto dos professores que participaram da greve não seria cortado foi apenas uma encenação. A educadora apresenta uma foto de seu contracheque mostrando um desconto de mais de R$ 1,3 mil de seu salário. “Aqui a prova de um governo tirano e mentiroso, disse que não ia cortar e nem descontar o ponto dos professores. Cortaram o meu salário, mas a minha dignidade, nunca vão me tirar. Segunda feira, estarei no centro da cidade fazendo pedágio para arrecadar fundos para pagar minhas contas. Do jeito que fui guerreira para ir até o último dia de greve, também serei humilde e corajosa para pedir ajuda de meus amigos e amigas”. Será que Sebastião mentiu?


Trabalho competente
“Nem um advogado vindo da lua defenderia melhor o Hildebrando”. A afirmação é do presidente da Associação dos Defensores Públicos do Acre, Gerson Boaventura. Ele destaca que os recursos apresentados pelo defensor responsável pelo caso do ex-coronel Hildebrando Pascoal, que reivindica progressão de pena está dentro dos padrões do ordenamento jurídico, embasado no Código Penal Brasileiro. Boaventura ressalta que está havendo um equivoco de interpretação, já que Pascoal cumpre os requisitos para pleitear o benefício. Outro detalhe revelado pelo defensor público é sobre o pedido de exame criminológico, um dos entraves para impedir o regime semiaberto de Hildebrando. Outros policiais acusados no mesmo caso, estariam em liberdade sem ter passado pelo exame.


Coisas do Acre
Somente no Acre, Estado que ficou conhecido como a capital mundial da economia sustentável, modelo para os EUA, Alemanha, China, Peru e Marte, é possível que uma matemática inversa resolva um problema crônico. Depois de gastar mais de R$ 2 bilhões de reais nas obras da BR-364, mas não conseguir concluir os serviços – os petistas estão propagandeando que a liberação de R$ 78 milhões será a solução para todos problemas da estrada que está praticamente intrafegável. Às vezes não me contenho de felicidade de morar num Estado que o impossível se torna realidade, antes os discursos de nossos representantes colocavam que a BR nunca ficaria pronta, mas bastou a presidente Dilma Rousseff liberar mais um dinheirinho que tudo mudou. Agora vai, meu povo! Se temos uma criatura com um olho só na testa e a boca na barriga, com certeza teremos anencéfalos para acreditar neste novo conto.



O retorno do que nunca foi
Apesar de ficar impressionado com os fatos políticos “fantásticos” desta quase república independente da economia sustentável, eu não poderia deixar de destacar os fatos admiráveis que acontecem na parte menos destacada do Brasil. Mesmo com o PT e seus cardeais no olho do furacão das acusações de corrupção, o ex-presidente Lula, mantém o estilo: não vi, não escutei e não sei de nada. “Se a oposição acha que vai ganhar, que não vai ter disputa, e que o PT está acabado, ela pode ficar certa do seguinte: se for necessário eu vou para disputa e vou trabalhar para que a oposição não ganhe as eleições”, diz o petista ameaçando ser candidato a presidente. Não vai me admirar que se eleja, o povo geralmente tem a memória curta quando o assunto é corrupção, sente saudade de coisas ruins. Já dizia José Sarney na presidência da República. Outro exemplo é Fernando Collor, que expulso do cargo de presidente, voltou à política e agora dar as cartas no Senado.


 


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