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Professor da Ufac alerta sobre os perigos do verão amazônico

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mao1As altas temperaturas e o clima seco provocados pelo verão amazônico causam maior número de doenças respiratórias e infecções durante esta época do ano. Crianças e idosos são os que mais sofrem, principalmente com a fumaça causada pelas queimadas. O professor do curso de Medicina da Ufac, Thor Dantas, recomenda evitar mudanças bruscas de temperaturas. Isso gera problemas respiratórios, pois atrapalha o movimento das células que tratam da defesa. “Se quiser diminuir a temperatura do ambiente, não coloque o ar-condicionado na menor temperatura, prefira uma temperatura mais amena para evitar o choque térmico”, recomendou Dantas.

Para compensar a baixa umidade do ambiente, deve-se ingerir bastante líquido durante todo o dia. A regra é beber antes de sentir sede. A urina serve como indicador do nível de hidratação. Se estiver com cor próximo a da água, quase transparente, está tudo certo. Se estiver amarela, indica que a urina está concentrada e que se está ingerindo pouco líquido.

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Quando o clima estiver muito seco é importante umidificar os ambientes fechados. Nos quartos e salas pode ser adotado o uso de umidificadores, aparelhos que jogam vapor de água no ambiente. Uma medida simples e também eficaz é colocar uma bacia com água no cômodo. Funciona da mesma forma e é bem mais barato.

Queimadas

Nos meses de julho a setembro, há muitas ocorrências de queimadas no Acre. A fumaça causada por essa prática, que não é só da zona rural, causa muita tosse, bronquite e consequentemente mais idas ao pronto socorro. O médico Thor Dantas acredita que é preciso aumentar o nível de informação para que a população esteja consciente dos riscos e não queime. “Ou diminui as queimadas ou todos vamos sentir os efeitos nocivos desta prática”, destacou Dantas.

Cuidados com a higiene

Ao beber mais líquidos, corre-se maior risco de ficar exposto a fontes inseguras de hidratação. É preciso ter cuidado para evitar contato com fontes contaminadas por bactérias, que causam infecções intestinais. Com relação a isso, Dantas recomenda lavar bem as mãos, as latas de refrigerante, frutas e verduras. “É preciso ter cuidado com o que levamos à boca”, alerta o médico.

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