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Em seis meses, Acre perdeu mais de 1.100 vagas de emprego, aponta relatório do Caged

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A crise não está facilitando para ninguém. Em seis meses, o Acre perdeu 1.168 postos de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (TEM). Ainda segundo o Cadastro, apenas em junho, o estado conseguiu registrar mais de 2.318 novas carteiras assinadas, o que foi considerado positivo, já que o número de demissões ultrapassou os 2.220.

De acordo com o TEM, o município que mais empregou no Acre, no mês de junho, foi Cruzeiro do Sul, que teve um saldo de 1,6%. Logo atrás, vem as cidades de Tarauacá, com 1,1%, e Feijó, como 0,1% de novos postos abertos. A capital do estado, Rio Branco, ficou na mesma margem de Feijó, conseguindo pouco mais de 120 novos vagas de emprego.

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Mesmo que o número de novos postos, em relação às demissões, consequenciem num saldo de apenas 95 novas contratações, o Acre é o estado que fechou o mês com o maior saldo, explicou o MTE. Minas Gerais, Mato Grosso, Maranhão, Goiás, Ceará, e Acre foram os únicos Estados com desempenho positivo, quando comparados os dados de todo o país.

Para o governo federal, os Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, além de Santa Catarina, foram os principais responsáveis pela perda do emprego no mês de junho. Ao todo, o Brasil cortou 111.199 vagas de trabalho com carteira assinada em junho. Esse é o pior resultado para o mês desde 1992 (na comparação sem ajustes).

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