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Deputados divergem sobre a polêmica greve dos professores

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O impasse está criado. Os professores e servidores da educação do Estado já estão há 26 dias em greve. O Governo de Tião Viana (PT) afirma não ter recursos para conceder aumento à categoria, enquanto os grevistas não podem suspender o movimento sem nenhuma conquista. A presidente do SINTEAC, Rosana Nascimento, está em busca uma saída. Mas as boias de salvação parecem não existir.

Assista em vídeo a entrevista de Rosana sobre as razões do SINTEAC para manter a greve e a opinião dos deputados estaduais sobre como resolver o impasse.

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UFC
As más línguas falam de uma cena de pugilismo na Casa Rosada. Em momentos de crise todos ficam cheios de razão e os nervos à flor da pele. Quando se mistura na mesma panela opiniões ideológicas divergentes o resultado é sempre confusão.

Sem prumo
O problema atual da política do Acre é que para se ganhar eleição é preciso fazer pactos com Deus e com o Diabo. Como é desaconselhável servir a dois senhores as coisas ficam complicadas. Ninguém mais sabe qual é a direção a seguir.

Sem rumo
A oposição vive uma situação parecida. Algumas lideranças possuem negócios com o atual Governo. Mas bradam serem oposicionista. Na hora que o bicho pega os interesses financeiros acabam falando bem mais alto que os ideológicos.

A hora da degola
Pelo menos dois nomes que seriam certos para disputar as próximas eleições em Cruzeiro do Sul foram derrotados nas urnas em 2014. Os jovens Marcelo Siqueira (PT) e Jonathan Donadoni (PMDB) se não tivessem sido candidatos a deputado estadual estariam no jogo da sucessão de Vagner Sales (PMDB).

Quem muito quer…
O fato é que Marcelo vinha sendo preparado para a missão de ser candidato a prefeito. No meio do caminho apareceu a pedra de uma eleição a qual não deveria ter participado, apesar de ter tido mais de 2 mil votos, o que não é fácil.

…Nada tem
O mesmo caso do jovem advogado Jonathan. Teve mais de 3 mil votos para estadual, mas saiu comprometido da eleição. Difícil encarar uma candidatura majoritária depois de uma recente derrota para o parlamento.

A hora dos novos
Resta à FPA e ao PMDB escolherem gente nova para 2016. O PT pode ir de Mariza Diniz, ainda no PR e o PMDB tem o vereador e secretário de obras Sinhô (PMDB) como opção. Mas Henrique Afonso (PSDB) e Ilderlei Cordeiro (PR) sairiam como favoritos à disputa.

Quem tem pressa come cru
Outro candidato que se precipitou em lançar seu nome a prefeito foi o vereador Romário Tavares (PSDB). Não vejo possibilidade de Romário ser convidado nem a vice de alguma chapa, o que dirá ser o candidato majoritário. Game over.

Ser conhecida é a dificuldade
A ex-reitora da UFAC, Socorro Nery (PSDB), enfrentará uma grande dificuldade para se manter como pré-candidata a prefeita de Rio Branco. Ela não é conhecida pelas grandes massas de eleitores da Capital. Assim o trabalho se complica ainda mais.

Quanto mais melhor
Para o atual prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT) quanto mais candidatos a oposição apresentar melhor. Estando no trono começa em grande vantagem a disputa. A chance da oposição é se unir em torno de um único nome já no primeiro turno.

Relatório complicado
O presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, Artemio Costa (PSDC), vai ter que se “rebolar” para explicar a farra de diárias. Promete apresentar um relatório justificando o conhecimento adquirido pelos vereadores que fizeram os cursos, na maioria das vezes, em cidades litorâneas.

Ideias geniais
Parece que uma das maneiras de explicar o feito do gasto de quase meio milhão de reais é a qualidade dos projetos dos vereadores. Particularmente achei genial a aprovação do Dia do Fusca da vereadora Roselane (PRP). Não sei como a Capital sobreviveu até hoje sem comemorar essa importante data.

Mídia nacional
O caso da Câmara dos vereadores de Rio Branco está no jeito para alcançar as manchetes nacionais. Se forem a fundo na investigação de quem usou diárias nesse período muita coisa ainda vai aparecer. Até quem adora cantar “As Superpoderosas”.

Às vezes no silêncio da noite…
A Câmara de Vereadores não é a pauta principal da política do Acre. A imprensa se dedica mais a cobrir aos trabalhos do deputados estaduais e federais. Por isso, muita coisa do parlamento mirim passa desapercebida para o grande público.

Reforma desastrada
Ninguém está preocupado se os mandatos serão de quatro ou cinco anos. Se o tempo de campanha de 90 ou 30 dias. Se pode ou não ter reeleição. O que a população brasileira esperava da Reforma Política era o fim da corrupção. E pelo andar da carruagem esse tópico não será atendido pelos nossos deputados federais e senadores. Estão fazendo maquiagens em alguns pontos para inglês ver. Na realidade é uma mini reforma eleitoral, muito longe de ser política. Nada mudará como os eleitores esperavam.

 

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