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Estadual de 2016 está programado para 1º de abril

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O Campeonato Acreano acabou faz pouco menos três dias, mas o presidente da Federação de Futebol do Acre, Antonio Aquino Lopes, já adiantou que na temporada vindoura o torneio começa dia 1º de abril, podendo o returno da competição ser disputada com apenas seis equipes, não oito, como ocorreu nesta temporada.

De acordo com Lopes, além de reduzir o número de jogos e tempo de competição, o returno seria bem mais competitivo aos olhares do torcedor. No entanto, deixa claro que isso não passa de uma proposta que será levada aos dirigentes de clubes no mês de dezembro.

Outro motivo levantado pelo dirigente para retardar o início da disputa seria para fugir do período inverno, fenômeno natural amazônico que prejudica a preparação dos clubes e a presença do torcedor nas arquibancadas.

O dirigente avaliou a qualidade técnica das partidas do estadual deste ano como boa, aproveitando para elogiar a parceria firmada este ano com as lojas Gazin, patrocinadora master da competição, que investiu R$ 250 mil no torneio e ainda distribuição dois caminhões de prêmios ao torcedor.

2ª Divisão

A respeito da disputa do Campeonato Acreano da 2ª Divisão, ele explicou que uma reunião no próximo dia 6 de julho será decisiva para fechar os últimos detalhes do torneio. Lopes confirmou ainda a presença do Humaitá (Porto Acre) na competição. São Francisco, Adesg, Independência, Andirá e AC Juventus estão aptos a disputar o torneio, mas o último já demostrou a intenção de participar.

Acre

Bancada do Acre terá 3 deputados do PP, 3 do UB e 2 do Republicanos

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A bancada federal do Acre passará por uma grande transformação a partir de 2023. Dos atuais 8 deputados federais do Acre que compõem o espaço, sete deixarão seus cargos, que passarão a ser ocupados por novatos.

O Partido Progressista, que não tinha nenhum representante da bancada federal no Acre em 2018, passará a ter três: Socorro Neri, Zezinho Barbary e Gerlen Diniz. O União Brasil, antigo PSL, que também não participava da atual composição, também contará com três deputados: Meire Serafim, Coronel Ulysses e Eduardo Velloso.

Outro partido que vai voltar a compor a bancada acreana será o Republicanos com Antônia Lúcia, que atualmente ocupa o cargo de deputada federal com o licenciamento do deputado federal Alan Rick, que se afastou do cargo para disputar a vaga do senado e saiu vitorioso. Roberto Duarte, que atualmente é deputado estadual na Assembleia Legislativa, também vai compor o time do Republicanos em Brasília.

Da legislatura de 2018, a maior bancada da composição federal do Acre na câmara era do MDB, com os deputados Mara Rocha, Jéssica Sales e Flaviano Melo. Mara disputou o cargo de governadora e não se elegeu. Jéssica e Flaviano não conseguiram atingir o quociente eleitoral e também não se reelegeram.

Os deputados Perpétua Almeida (PCdoB), Jesus Sérgio (PDT) e Léo de Brito PT, também não conseguiram se reeleger. Já Vanda Milani, abriu mão da reeleição, para disputar a vaga de senado e perdeu.

COMPOSIÇÃO EM 2023;

PP
Socorro Neri (PP) – 25.842 votos
Zezinho Barbary (PP) – 19.958 votos
Gerlen Diniz (PP) – 19.560

UNIÃO BRASIL
Meire Serafim (União) – 21.285 votos
Coronel Ulysses (União) – 21.075 votos
Eduardo Velloso (União) – 16.786 votos

REPUBLICANOS
Antônia Lúcia (Repu) – 16.280 votos
Roberto Duarte (Repu) – 14.522 votos

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Acre

Longo derruba “carma” de que líder do governo não se reelege

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O deputado estadual Pedro Longo (PDT), se reelegeu ao cargo por mais 4 anos com 7.732 votos e pôs fim ao “carma” de que todo o líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre não se reelege devido aos desgastes constantes de defender a administração no parlamento.

Longo foi o parlamentar mais votado pelo PDT, seguido por Luis Tchê, com 7.390 votos, Michelle Melo com 5.990 e Chico Viga 5.601, todos eleitos no domingo. Com isso, o PDT se torna a maior bancada da Aleac a partir de 2023.

Aos 60 anos de idade, Longo falou em entrevista ao Bar do Vaz, dias antes da eleição, que não tinha medo do carma de não se reeleger por defender Gladson na Aleac. “Pelo contrário, quero romper tabus. Se a população nos acompanhar, quero ser um dos parlamentares mais votados e mostrar que esse mantra comigo não vai colar”.

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Acre

PT e PCdoB no Acre definham e apenas Edvaldo escapa da degola

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A esquerda do Acre sofreu mais um duro golpe nas eleições deste domingo, 2 de outubro. Ao longo dos últimos pleitos eleitorais (2018 e 2020), quando o partido perdeu o governo do estado para o próprio Gladson Cameli há quatro anos e depois a prefeitura para o atual prefeito Tião Bocalom, que os petistas, que ficaram no poder no Acre por 20 anos, veem seus espaços diminuírem.

Nas eleições de ontem, os eleitores deram uma prova de que o partido está longe de voltar a ser protagonista na política acreana. Os candidatos ao governo pela sigla, Jorge Viana e Marcus Alexandre, foram derrotados por Cameli no primeiro turno com uma diferença de mais de 138 mil votos.

No senado, a candidata petista, Nazaré Araújo ficou na quinta posição com 9.60% dos votos.

Já na Câmara Federal, decepção dupla para o PT e a esquerda. Perpétua Almeida (PCdoB) não conseguiu se reeleger. Já Leo de Brito, que apesar de não ter se elegido na eleição passada, acabou herdando o mandato após a cassação do deputado Manuel Marcos pela justiça eleitoral, também não obteve sucesso nas urnas.

Na Assembleia Legislativa, onde o PT tinha Daniel Zen, considerado um dos bons parlamentares da Aleac, vai ficar sem nenhum, já que o deputado não conseguiu a reeleição. O único representante da esquerda que obteve êxito foi o deputado Edvaldo Magalhães do PCdoB, reeleito com 5.822 votos.

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Acre

Acre aumenta percentual de abstenção nas eleições 2022

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Uma das grandes preocupações da Justiça Eleitoral era em relação ao quantitativo de abstenções, já que pela primeira vez, a votação no Acre acompanhou o fuso horário de Brasília.

Após a apuração completa, os números mostram que houve um pequeno crescimento nas eleições deste ano de eleitores que não foram às urnas. Ontem, 131.784 eleitores não votaram, o que significa um percentual de 22,44% do total de eleitores. Em 2018, nas últimas eleições para presidente, governador, senador e deputados, o percentual foi de 18,99%.

Um detalhe é o aumento do eleitorado nos últimos quatro anos. Apesar do índice de abstenção este ano ter sido maior, a quantidade de pessoas que foram às urnas também é maior. Nas eleições de 4 anos atrás, 443.429 eleitores compareceram às urnas, este ano o número de votantes chegou a 455.438 pessoas.

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