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Rocha: “É preciso unir a oposição para disputar na Capital”

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Recentemente o deputado federal Major Rocha (PSDB) assumiu a presidência do PSDB acreano. E tem investido bastante na formação de novas lideranças tucanas. Nessa entrevista, o parlamentar fala de um novo tempo no PSDB com valorização de novas lideranças, opina sobre o motivo das derrotas recentes no campo majoritário para a FPA e, sobretudo, afirma ser necessária a união das oposições para disputar a prefeitura de Rio Branco.

Assista em vídeo a entrevista com o deputado federal Major Rocha, líder da oposição do Acre no Congresso Nacional.

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Nadando em dinheiro
O deputado federal Flaviano Melo (PMDB) em recente evento em Senador Guiomard criticou o prefeito James Gomes (PSDB) por desperdício de emendas parlamentares. Ao todo Flaviano colocou três durante a sua gestão e nenhuma foi aproveitada.

Nadando em dinheiro 2
Em tempos de vacas magras os prefeitos acreanos deveriam investir mais em técnicos para elaboração de projetos. Essa é a chave para se conseguir mais recursos. Não adianta ficar reclamando e ao mesmo tempo desperdiçando dinheiro dos parlamentares que podem ajudar.

Articulando por cima
Por falar em Flaviano Melo, ele esteve na semana passada com o vice-presidente da República Michel Temer (PMDB). Além de pedir empenho para liberação de recursos à reconstrução de Brasiléia, Flaviano, já articula passos do PMDB acreano, com as bênçãos de Temer, às eleições municipais.

Ela vai voltar
A ex-deputada estadual Idalina Onofre (PPS) fez um bom mandato na ALEAC. Se afastou da política por motivos particulares e não por ter perdido a eleição de 2010. Agora, segundo uma fonte segura, Idalina deverá voltar para fazer o que gosta, ou seja, política.

Volta à estaca zero
A fusão entre o PSB e o PPS não avançou. A tendência é que as duas siglas continuem separadas para a disputa das eleições municipais de 2016. Um alívio para os filiados do PPS do Acre que são oposicionistas até a tampa da cabeça.

Palavra de senador
O senador Jorge Viana (PT) está muito ativo politicamente em relação a Reforma Política. O acreano acredita que as coligações que beneficiam os partidos nanicos devem cair quando o texto chegar no Senado. Se isso acontecer será um avanço para brecar os “negócios” das eleições.

Com razão
A maioria das pequenas legendas não tem representatividade popular. Servem aos interesses dos seus dirigentes para conseguirem cargos nas gestões políticas. A ideologia é conseguir tirar uma “lasquinha” de quem governa e ponto final.

Danos maiores
Acho mais nocivo à política as centenas de pequenas agremiações partidárias do que as doações (legais) de campanha. Elas negociam apoio a um ou outro de acordo com o que receberão de volta. A maioria não tem chances reais de eleger nenhum executivo.

Se o tempo ajudar…
Uma importante liderança da oposição me disse que o senador Gladson disse a ele que só será candidato ao Governo do Estado se as coisas melhorarem financeiramente na gestão até 2018. Na minha opinião, a crise vai recrudescer e não amenizar, portanto…

Toda regra tem exceção
Por outro lado, a Rede de Marina Silva encontra a maior dificuldade para se legalizar. Em duas eleições presidenciais Marina conseguiu quase 50 milhões de votos dos brasileiros. Enquanto isso, partidinhos como o PEN, que se diz ecológico, navegam tranquilamente no mundo político.

Ver para crer
Torço muito para que a Rede seja legalizada. Agora, fico na dúvida de qual rumo tomaria o partido aqui no Acre. Se vai para a oposição, para a FPA ou se teria uma postura independente. A terceira via me parece o caminho mais sensato.

Quem cisca muito pode ficar sem terreiro
O vereador Rabelo Góis saiu do PSDB e tinha como destino certo o PMDB. Mas continuou a negociar com outras legendas. Agora, o seu retorno ao PMDB já não é mais bem visto. Resta ao vereador o caminho do PP ou do PSD.

O mais provável
Rabelo deve ir mesmo para o PP do senador Gladson Cameli (PP). O senador Petecão (PSD) não é muito favorável a presença de vereadores eleitos para formar chapas do PSD. Em Cruzeiro do Sul, dispensou o Carlinhos, que está indo para o PMDB do prefeito Vagner Sales (PMDB).

O peso de uma legenda
A revista Veja coloca a reeleição do prefeito Marcus Alexandre (PT) como provável. No entanto, Marcus terá como um dos seus maiores problemas o desgaste do PT. Uma pessoa próxima ao prefeito chegou a sugerir que mude de partido. Mas acho isso “impossível”. Marcus é leal e tem gratidão a quem o ajudou.

Subida das águas
Os mais recentes lances da Operação Lava Jato chegaram bem próximos do ex-presidente Lula (PT) e da presidente Dilma Rousseff (PT). Se as águas continuarem a subir quem não souber nadar vai morrer afogado.

Exercendo a futurologia
Como no Acre o povo comenta sobre as eleições futuras como se fossem amanhã vou citar os nomes mais citados para 2018 ao Governo do Acre pela massa popular. No PT, Marcus Alexandre, a vice-governadora Nazaré Araújo e o presidente da ALEAC, Ney Amorim (PT). Na oposição o senador Gladson Cameli (PP), o deputado federal Major Rocha (PSDB), o prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (PMDB) e os eternos candidatos Márcio Bittar (PSDB) e Bocalom (DEM). Acredito que esse universo de candidatos que está na boca do povo seja bem próximo do que vai acontecer em 2018. Mas a sobrevivência e o fortalecimento de cada um vai depender muito do resultado das eleições municipais de 2016. Alguns sairão fortalecidos e outros enfraquecidos. É assim que gira a roda da política.

Pensamento do dia
Acredito ser possível viver em paz num mundo que tenha Parada Gay e Marcha para Jesus. Cada um no seu quadrado se manifestando livremente e buscando a felicidade.

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