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​​Medicamentos não estão retidos na Suframa, diz Fecomércio/AC

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Medicamentos e equipamentos hospitalares não têm sido mantidos presos na sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), segundo informações repassadas na manhã desta sexta-feira, 26, pelos funcionários da instituição. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio/AC) reitera, por meio de sua superintendência, que os diálogos entre sindicato e caminhoneiros têm continuado para evitar quaisquer problemas no abastecimento de itens essenciais.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Funcionários da Suframa (Sindframa), Renato Santos, uma suposta denúncia de que medicamentos não estariam sendo distribuídos por conta do movimento estaria em divulgação. “Não tem nada a ver com a greve. Aguardo, agora, o posicionamento daqueles que denunciaram, e os convido a irem à sede da Suframa para verificar a situação”.

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Segundo o superintendente da Fecomércio, Egídio Garó, tanto a ​F​ecomércio como a Associação dos Distribuidores Atacadistas do Estado do Acre (Adacre) têm tido uma grande contribuição no que diz respeito à liberação da mercadoria. “Temos um apoio muito grande da equipe da Suframa, que têm respeitado as necessidades e urgências de uma maneira interessante”, comenta.

Garó acrescenta que, por regra, ficou acertado entre o sindicato e a Fecomércio a liberação de cargas consideradas prioritárias, como medicamentos e alimentos perecíveis. Motoristas com idade superior a 60 anos ou com algum tipo de problema de saúde também seriam atendidos prontamente. “E eles [os funcionários] estão cumprindo à risca”, afirma.

O superintendente relembra ainda que, no caso do atendimento de cargas e caminhões, ficou estabelecido a liberação de 15 carretas diariamente, e não mais um número específico de notas, como era feito no início do movimento. “E isto deve acontecer até a greve perdurar. Mas, no caso, no próximo dia 30, haverá mais uma vez uma votação acerca do veto”.

Como os medicamentos, produtos hospitalares e alimentos perecíveis estão em prioridade, não haveria registro de contenção destas cargas, segundo o superintendente. “Nem aqui em Rio Branco, e nem em Cruzeiro do Sul. Se há falta de medicamentos em postos de saúde não é por conta da mobilização”, salienta.

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