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MP e Universidade da Flórida iniciam curso sobre manejo

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) iniciou, na manhã desta quarta-feira (17), o curso de ‘Manejo de Conflitos e Colaboração para a Gestão Socioambiental’ em parceria com a Universidade da Flórida. O curso faz parte de um acordo de cooperação técnica firmado entre as duas instituições em março deste ano.

O procurador-geral de Justiça Oswaldo D´Albuquerque Lima Neto lembrou que a atividade concretiza a parceria entre o Ministério Público do Acre e a Universidade da Flórida.

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“Temos investido fortemente na capacitação de membros e servidores porque acreditamos que isso reflete positivamente no atendimento ao cidadão. A mediação e resolução de conflitos são algumas das atribuições do Ministério Público na atualidade. O MP existe e só se fundamenta como Instituição se estiver no cerne das questões que envolvem a sociedade”, ressaltou.

O curso tem o objetivo de que, ao final das 24 horas/aula, os participantes tenham aprendido estratégias de manejo de conflitos baseados no principio do direito da cidadania; identificar quais os atores envolvidos nos conflitos e quais seus interesses; e identificar outros fatores importantes que podem influenciar na interação dos atores e os passos para a mediação.

De acordo com o professor da Universidade da Flórida e diretor do Florida Natural Resources Leadership Institute, Jonathan Dain, o conflito deve ser encarado como uma possibilidade e não como uma adversidade.

“Existem diversas formas de manejar uma situação de conflitos. O que vamos construir aqui são formas de fazer a leitura de cada situação, pois o MP já é um legítimo mediador de conflitos”, ressaltou.

A antropóloga e professora do Centro de Estudos da América Latina, Marianne Schimink, estuda a região amazônica há mais de 35 anos e estuda o Acre desde os anos 90.

“Os conflitos fazem parte da formação social da Amazônia. As formas e os resultados de conflitos dependem do contexto político, econômico e social, e o Acre é um lugar único quando falamos em políticas públicas”, discorreu.

De acordo com a coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, procuradora de Justiça Patrícia Rêgo, é dentro desse contexto que o Ministério Público se insere.

“Ao longo dessa formação da nossa sociedade, os problemas sociais têm se especializado. Então, devemos nos especializar e acompanhar essa evolução. Temos que estar preparados para o futuro”.

Participam do curso, 38 integrantes do Ministério Público, entre promotores, procuradores e servidores do interior e da capital.

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