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Estudo aponta que ferrovia que passará pelo Acre e irá até o Peru é inviável

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­ Citada pela presidente Dilma Rousseff na entrevista concedida no último domingo ao Estado e responsável por 20,2% do total de novos investimentos em concessões em infraestrutura anunciado nesta terça­feira, 9, a Ferrovia Bioceânica, ligando o Brasil e o Peru, é economicamente inviável. É o que aponta análise feita pela seção latino­americana da União Internacional de Ferrovias (UIC, na sigla em francês).

O levantamento mostra que o custo do transporte de uma tonelada de soja de Lucas do Rio Verde até Xangai, na China, sai por US$ 120,43 se a mercadoria for embarcada no porto de Santos (SP). Saindo pelo porto de Ilo, no Peru, o frete sai a US$ 166,92. Uma diferença de US$ 46,49 por tonelada. O cálculo nem leva em conta o custo de construção da ferrovia, que ainda não existe e, dependendo do traçado, pode ter 3.650 km, dos quais mais de 1.000 km atravessam os Andes. Só a parte brasileira custaria R$ 40 bilhões, nas estimativas do governo.

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