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MPAC anuncia edição diferenciada do projeto MP na Comunidade

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unnamedNesta terça-feira, 5, o procurador-geral de Justiça Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto anunciou a realização de uma edição diferenciada/específica do projeto ‘MP na Comunidade’. A iniciativa leva os serviços do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) para os bairros de Rio Branco e do interior do estado. A novidade é que, desta vez, será direcionada para populações específicas, tidas historicamente como vulneráveis.

O trabalho também vai abranger áreas onde o Ministério Público tem atuação focal por meio de suas promotorias especializadas, como direitos humanos, por exemplo. O bairro Calafate, um dos mais populosos da capital, foi escolhido para receber essa nova versão do ‘MP na Comunidade’.

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A partir de agora, o projeto vai contar ainda com a unidade móvel do MPAC, que ficará na praça do bairro durante todo o dia. Nela, estarão uma equipe do Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC) e procuradores e promotores de Justiça para receber a comunidade.

Durante reunião com membros, diretores e assessores, o procurador-geral destacou a importância desse trabalho. “Esse é mais um passo importante que o Ministério Público, defensor dos interesses sociais e individuais indisponíveis, estará dando para se aproximar ainda mais do cidadão, buscando vivenciar a sua realidade, buscando solucionar os problemas onde eles acontecem, junto com os que deles são acometidos”, enfatizou o procurador-geral.

Nessa atividade, será adotada uma forma diferente da que normalmente é utilizada na execução do projeto. Ao invés de concentrar todos os serviços e receber a população em um só local, a instituição vai promover ações de maneira descentralizada.

A ideia é promover ações junto aos idosos, mulheres, pessoas com deficiência, crianças e adolescentes, além de visitar escolas, unidades de saúde, centros de referência de assistência social, entre outros locais, que recebem as demandas desses grupos sociais, como também de toda a comunidade.

“Esses públicos contam com políticas públicas específicas e, na oportunidade, o Ministério Público vai verificar como essas políticas públicas estão sendo executadas e como podem ser melhoradas”, explicou a diretora de Planejamento, Beth Oliveira.

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